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	<title>TechNewsBR &#187; Softwares</title>
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		<title>HRP-2:O robô que se move como um idoso</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 15:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem já leu alguma coisa sobre robôs (reais, não na ficcção) sabe que muitos deles tem todo tipo de sensor para evitar que se choquem contra os objetos ao seu redor: infravermelhos, de toque, de movimento, etc.. O motivo é que ninguém quer um robô que derrube tudo em seu caminho. Porém, os pesquisadores do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já leu alguma coisa sobre robôs (reais, não na ficcção) sabe que muitos deles tem todo tipo de sensor para evitar que se choquem contra os objetos ao seu redor: infravermelhos, de toque, de movimento, etc.. O motivo é que ninguém quer um robô que derrube tudo em seu caminho. Porém, os pesquisadores do Instituto Nacional de Tecnologia e Ciência Industrial Avançada, em um projeto patrociando pelo Ministério de Ecomomia, Industria e Comércio do Japão, acham que este não é o melhor caminho se queremos, um dia, robôs fazendo as tarefas dentro de nossa casa. A idéia deles foi aproveitar o robô humanoide <a href="http://global.kawada.jp/mechatronics/hrp2.html">HRP-2 &#8220;Promet&#8221;</a>, fabricado pela Kawada Industries (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=iigiFYzwjjE" target="_blank">que já foi visto pela rede dançand</a>o) para desenvolver um software que permita ao robô interagir e se aproveitar de objetos em sua volta ao invés de simplesmente evitá-los, ou seja, apoiando-se em mesas e cadeiras, por exemplo. Ou como preferem dizer alguns, <a href="http://idgnow.uol.com.br/blog/inova/2010/12/23/robotica-hrp2-japao-robos/" target="_blank">um robô que anda como um idoso ou vovozinho</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fUvA1IUFETs?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/fUvA1IUFETs?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O novo software, criado por <a href="http://staff.aist.go.jp/karim.bouyarmane/" target="ns">Karim Bouyarmane</a>, primeiro avalia o ambiente ao redor do robô e quais objetos podem ser usados para ajudar em uma determinada tarefa (como sentar em uma cadeira) e depois calcula todas as posições entre a posição atual do robô e sua posição final, levando em consideração todas as forças em ação envolvidas ( e determinando se ele precisa, por exemplo apoiar os braços na cadeira). Em seguida, transforma a sequência de posições em comandos para o robô,  para alcançar seu objetivo sem perder o equilíbrio ou ficar entalado (robô entalado, entedeu o chiste?  :) ).</p>
<p>Sei pouco de programação robótica mas acho que o processo pode ser muito mais simples se ele avaliar apenas até a próxima posição, ao invés de calcular e gravar todas, além do que é o que nós fazemos: nos adaptamos às situações a medida que ela se desenvolvem. Por isso acho que este software ainda irá evoluir.</p>
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		<title>2º GNUGRAF será no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 15:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
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		<description><![CDATA[A segunda edição da GNUGRAF, primeiro evento de computação gráfica livre da América Latina, será na Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), na Urca, durante os dias 22 e 23 de Agosto. O evento será gratuito e contará com a presença de designers, animadores, Djs, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/08/gnugraflogo.JPG"><img class="size-full wp-image-2326 alignleft" style="margin: 4px;" title="gnugraflogo" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/08/gnugraflogo.JPG" alt="gnugraflogo" width="218" height="75" /></a>A <a href="http://gnugraf.org/" target="_blank">segunda edição da GNUGRAF</a>, primeiro evento de computação gráfica livre da América Latina, será na Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), na Urca, durante os dias 22 e 23 de Agosto. O evento será gratuito e contará com a presença de designers, animadores, Djs, Vjs, produtores e artistas ligados à computação gráfica e conta com o apoio do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia, da Escola de Informática Aplicada, SERPRO, Hostnet, Clavis, Linux Solutions, Pontão da Eco, VR Livre, Blender Pro, Revista Epírito Livre, Linux Solution, Clavis, Desenrolo Produções, Ricolândia e Quadro Chave Produções.</p>
<p><a href="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/08/2gnugraf.JPG"><img class="aligncenter size-full wp-image-2327" title="2gnugraf" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/08/2gnugraf.JPG" alt="2gnugraf" width="548" height="246" /></a></p>
<p>No evento, que contará com 12 minicursos e 16 palestras, além de contar com um espaço aberto com um datashow onde o público pode fazer palestras que não estão no cronograma oficial. Um dos mais interessantes com certeza será o de Luís Carlos Retondaro, engenheiro coordenador da Blender Pro, que ministrará um curso sobre desenvolvimento de Games 3D com a ferramenta Blender.  Denominado de &#8220;Introdução ao Motor de Jogos Blender Game Engine&#8221;, acontecerá no sábado as 9 horas. Não haverão inscrições antecipadas, as vagas vão sendo preenchidas de acordo com a chegada do público.</p>
<p>Confira a grade e demais detalhes no <a href="http://gnugraf.org/" target="_blank">site oficial</a>.</p>
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		<title>YellowBird: Vídeos em 360º</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 13:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cameras Digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Conceito]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
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		<category><![CDATA[yellowbird]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das coisas que me deixam empolgado com tecnologia é a capacidade de se fazer uma coisa nova e legal juntando tecnologias anteriores, sempre evoluindo os conceitos. Há um tempo atrás (aqui) falei de sites com navegação 3D. Naqueles casos, são usados os chamados hotspots: se escolhe um ponto de um ambiente que se deseja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que me deixam empolgado com tecnologia é a capacidade de se fazer uma coisa nova e legal juntando tecnologias anteriores, sempre evoluindo os conceitos. Há um tempo atrás (<a href="http://www.technewsbr.com/2008/09/24/visita-virtual-numa-aldeia-aonde-nao-acontece-nada/" target="_blank">aqui</a>) falei de sites com navegação 3D. Naqueles casos, são usados os chamados hotspots: se escolhe um ponto de um ambiente que se deseja mostrar e tira-se várias fotos compondo uma única panorâmica de 360º. Usa-se uma plataforma como o Flash ou Quick Time VR, que se encarrega de &#8220;girar&#8217; a foto, permitindo o usuário &#8220;ver&#8221; todos os cantos do ambiente como se lá estivesse. Faça uma sequencia de hotspots e o resultado é um passeio virtual. O <a href="http://maps.google.com/help/maps/streetview/" target="_blank">Google Street View</a> faz exatamente isso só, que nas ruas.</p>
<div id="attachment_2274" class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><a href="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/08/yellowbird.jpg"><img class="size-full wp-image-2274" title="yellowbird" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/08/yellowbird.jpg" alt="yellowbird" width="330" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Como se gravam os vídeos da YellowBird</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Agora imagine fazer a mesma coisa com vídeo? É o que a <a href="http://www.yellowbirdsdonthavewingsbuttheyflytomakeyouexperiencea3dreality.com/" target="_blank">YellowBird</a> fez. Só que em vez de hotspots,  a sequencia fica contínua. O resultado fica muito melhor porque como as pessoas olham para a camera, dão espaço para ela passar, etc&#8230; a sensação é muito mais real. Veja o demo abaixo.</p>
<p style="text-align: center;"><!--The yellowBird player is not scalable. Do not change the height and width values --><object id="yellowBird" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="467" height="289" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="align" value="middle" /><param name="quality" value="high" /><param name="bgcolor" value="#869ca7" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.yellowbirdsdonthavewingsbuttheyflytomakeyouexperiencea3dreality.com/Gallery/Demo/yb.swf" /><param name="name" value="yellowBird" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="yellowBird" type="application/x-shockwave-flash" width="467" height="289" src="http://www.yellowbirdsdonthavewingsbuttheyflytomakeyouexperiencea3dreality.com/Gallery/Demo/yb.swf" name="yellowBird" wmode="transparent" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" bgcolor="#869ca7" quality="high" align="middle"></embed></object></p>
<p>Além de ser legal por si só, a tecnologia pode permitir criar um novo produto. Imagine que invés de comprar o DVD de uma banda, voce compre a versão via YellowBird? Cada show seria único. Voce se sentiria como se tivesse ido lá. Atores num palco podem interagir com o público e com a camera e voce poderia se virar (virtualmente) e ver a reação da platéia. É uma nova mídia e acho que tem tudo para mudar o jeito como vemos vídeos.</p>
<p><a href="http://www.techzine.com.br/arquivo/vdeo-em-360-graus/" target="_blank">Achei no Techzine</a></p>
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		<title>O que falta para o Linux entrar de vez no mercado doméstico?</title>
		<link>http://www.technewsbr.com/2009/05/12/o-que-falta-para-o-linux-entrar-de-vez-no-mercado-domestico/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 08:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta pergunta aparece com frequência nas discussões, entre leigos ou não, para explicar o suposto fracasso do Linux no mercado doméstico. Durante algum tempo eu aceitei a relevância da pergunta. Nem entrando na análise das respostas! Mas agora ela começa a me soar até estranha. Ela parte da suposição de que falta alguma coisa, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1695" href="http://www.technewsbr.com/2009/05/12/o-que-falta-para-o-linux-entrar-de-vez-no-mercado-domestico/linuxdrivers/"><img class="alignleft size-full wp-image-1695" style="border: 1px solid black; margin: 5px;" title="linuxdrivers" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/05/linuxdrivers.jpg" alt="linuxdrivers" width="130" height="130" /></a>Esta pergunta aparece com frequência nas discussões, entre leigos ou não, para explicar o suposto fracasso do Linux no mercado doméstico. Durante algum tempo eu aceitei a relevância da pergunta. Nem entrando na análise das respostas! Mas agora ela começa a me soar até estranha. Ela parte da suposição de que falta alguma coisa, e que algo deu errado. Se falta alguma coisa, é muito pouco, ou talvez falte só tempo. Eu creio mesmo que essencialmente não falte mais nada, e a continuar tudo como está basta esperar. Mas por outro ponto de vista, pode-se dizer que falta sim um pouco de consciência ao consumidor sobre seus direitos e seu poder e, com isso, talvez tudo fosse mais fácil. Um exemplo real ocorrido em um forum de linux ilustra bem isso.</p>
<p><a href="http://www.tecnoinsider.com.br/2009/05/o-que-falta-para-o-linux-entrar-de-vez.html" target="_blank">Continue lendo o artigo no blog Tecnoinsider  </a></p>
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		<title>O fim do Geocities</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 19:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[Túnel do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[geocities]]></category>
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		<category><![CDATA[Yahoo]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que a Internet foi liberada ao público comum, muitas ferramentas, serviços e sites nasceram e morreram. Alguns nem foram notados, outros levantaram espectativas mas não convenceram, outros ainda fizeram um sucesso retumbante e ainda se guardam saudades. No fim do ano o Geocities estará nesta lista. Em 1996, quando ainda não havia Google, Orkut, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que a Internet foi liberada ao público comum, muitas ferramentas, serviços e sites nasceram e morreram. Alguns nem foram notados, <a href="http://www.technewsbr.com/2008/11/23/o-fim-do-lively/" target="_blank">outros levantaram espectativas mas não convenceram</a>, o<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Napster" target="_blank">utros ainda fizeram um sucesso retumbante e ainda se guardam saudades</a>. No fim do ano o <a href="http://geocities.yahoo.com/gcp/" target="_blank">Geocities </a>estará nesta lista. Em 1996, quando ainda não havia Google, Orkut, etc..  se voce quisesse um bom serviço de hospedagem gratuita, ia para o Geocities.  O espaço era pouco, a tecnologia também e os primeiros entusiastas que queriam falar para o mundo tinham que se virar com o html puro (WordPress? Blogger? isso é coisa nova!).</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1667" href="http://www.technewsbr.com/2009/04/24/o-fim-do-geocities/fimdogeocities/"><img class="size-full wp-image-1667 aligncenter" title="fimdogeocities" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/04/fimdogeocities.jpg" alt="fimdogeocities" width="770" height="386" /></a>O Yahoo! decidiu terminar o Geocities até o fim deste ano. Talvez não valha mais a pena, mesmo gerando 11 milhões de acessos por mês (caiu 24% em relação a março deste ano), mas na verdade o mundo é diferente, a empresa é diferente e a intenção é diferente. Para os usuários pagos do Geocities, o Yahoo! irá dar 50% de desconto, se quiserem ir para seu novo serviço: o <a href="http://smallbusiness.yahoo.com/webhosting/webhostingup.php" target="_blank">Yahoo! Web Hosting</a>, com espaço e banda ilimitados e oferecendo domínio e e-mail próprios. Mas nada mais de hospedagem gratuita. Como a empresa <a href="http://www.technewsbr.com/2008/06/20/o-triangulo-amoroso-microsoftyahoogoogle/" target="_blank">não aceitou o flerte da Microsoft</a>, deve ser uma maneira de transformar um custo em um lucro.</p>
<p>O aviso me fez lembrar dos idos tempos que eu passava com o notepad desenhando sites para aprender HTML e Javascript. O máximo de animação era o .gif ou bitmaps clicáveis&#8230;.  Estou ficando velho&#8230;</p>
<p>Fiquei sabendo aqui: <a href="http://alvaroaugusto.blogspot.com/2009/04/geocities-visite-antes-que-acabe.html" target="_blank">GeoCities &#8211; visite antes que acabe! </a></p>
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		<title>Imprimindo órgãos, tecidos e ossos</title>
		<link>http://www.technewsbr.com/2009/02/16/imprimindo-orgaos-tecidos-e-ossos/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 12:37:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceito]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Impressoras]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[células]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[impressora]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luciano Valente na Revista ComCiência O tema parece de ficção científica: aconteceu durante os dias 30 e 31 de julho e 1 de agosto do ano passado, o primeiro encontro da Rede Iberoamericana de Biofabricação (Rede Biofab). A biofabricação, ou engenharia de tecidos, é um campo de pesquisa novo, voltado para área de medicina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=3&amp;noticia=494" target="_blank">Por Luciano Valente na Revista ComCiência</a></p>
<p>O tema parece de ficção científica: aconteceu durante os dias 30 e 31 de julho e 1 de agosto do ano passado, o primeiro encontro da Rede Iberoamericana de Biofabricação (Rede Biofab). A biofabricação, ou engenharia de tecidos, é um campo de pesquisa novo, voltado para área de medicina regenerativa, que visa criar materiais substitutivos biológicos &#8211; como tecidos, órgãos e ossos &#8211; para serem usados em procedimentos médicos, tornando possível a substituição de tecidos defeituosos ou faltantes. No evento, realizado no Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), foram apresentados estudos sobre culturas de células in vitro, materiais biocompatíveis e biodegradáveis, como cerâmica, polímeros e metais, bem como softwares para reconstrução e manipulação de imagens médicas e prototipagem rápida, ou impressão tridimensional, aplicada na medicina.</p>
<p>Caracterizando-se por sua multidisciplinaridade, a biofabricação é sustentada por três pilares: a cultura de células, a engenharia de materiais e a prototipagem rápida para medicina. A primeira, dentro das ciências biológicas, pesquisa métodos de reprodução de células fora de seres vivos (in vitro). Já a segunda, no caso da biofabricação, estuda e elege materiais biocompatíveis, que não oferecem risco à saúde do homem, e podem ser biodegradáveis, ou seja, que gradativamente são absorvidos pelo corpo. Por fim, a prototipagem rápida para medicina, que no seu ciclo completo, atua com softwares que convertem imagens de exames clínicos, como ressonância magnética e tomografias, em modelos virtuais 3D. Esses modelos podem ser impressos em máquinas de prototipagem rápida, que depositam milhares de camadas sucessivas em vários tipos de materiais de polímeros e formam um modelo real a partir do virtual.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/02/pr_1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1457" title="pr_1" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/02/pr_1.jpg" alt="" width="480" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<span id="more-1456"></span><br />
Jorge Vicente da Silva, pesquisador do CTI Renato Archer e coordenador da primeira reunião da Rede Biofab no Brasil, afirma que apesar da biofabricação ainda estar engatinhando, é plausível imaginar um desenvolvimento rápido para essa área. “Tem grupos que conhecem o comportamento da célula e sabem quais as condições necessárias para que elas se reproduzam; existem outros que pesquisam dentre milhares de materiais cerâmicos e polímeros, quais aqueles que são biocompatíveis. E para dar forma a tudo isto, aqui no CTI nós temos a prototipagem rápida aplicada na medicina e o software InVesalius, que constrói modelos virtuais e os produz. É possível pensar em juntar tudo isto, certo?”, indaga.</p>
<p>Financiada pelo Programa Iberoamericano de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento (Cyted, na sigla em espanhol), a Rede Biofab surgiu no final de 2007, fruto de um projeto idealizado por Paulo Bartolo, do CDRsp de Portugal. O objetivo desta primeira reunião foi o de equalizar os conhecimentos dos grupos de pesquisa dos 7 países da rede (Brasil, Argentina, Portugal, Espanha, México, Cuba e Venezuela), colocando todos eles a par dos resultados obtidos por cada um. Silva conta que este primeiro encontro foi bastante importante para que cada um dos membros da rede conhecesse detalhes das atividades realizadas pelos outros. As palestras abrageram estudos de materiais, cultura de células e prototipagem rápida das diversas instituições da rede.</p>
<p>Um dos temas do encontro foram os scaffolds, que o idealizador da rede, Paulo Bartolo, define como um suporte estrutural para acomodar e estimular o crescimento de um novo tecido. Essa técnica é a vanguarda da tecnologia da biofabricação. Essas estruturas funcionam como moldes, sobre os quais as células se reproduzem e formam tecidos. Os scaffolds podem ser de diversos materiais, como cerâmicas, polímeros, metais, papéis e géis. O importante é que eles atendam a uma série de requisitos biológicos, como a biocompatibilidade, biodegradabilidade e a capacidade de transportar sinalizadores biomoleculares. Além disso, existem outros requisitos, como a resistência mecânica, que para um tecido duro deve ser alta e para um tecido mole deve ser elástica.</p>
<p>Jorge Silva exemplifica os porquês destas características. “Imagine que estivéssemos projetando um órgão, por exemplo, um fígado, ou um osso. Precisamos projetá-lo no computador e imprimir o modelo com a ajuda da prototipagem rápida. O scaffold é um molde, ou material de suporte sobre qual as células devem se reproduzir, por isto ele tem uma série de requisitos. Sobre ele, as células irão ser depositadas, se reproduzir até ocupar toda a estrutura. Mas esta estrutura tem que ser biodegradável, ou seja, ela deve desaparecer para que este fígado, ou osso, exerça sua função. A imagem que usamos é a de uma impressora: para imprimir um órgão, precisamos de uma ’bioimpressora’, que utiliza uma ’biotinta’, as células vivas, num ’biopapel’, os scaffolds”, explica.</p>
<p>A tecnologia ainda não atingiu esse estágio imaginado pelos pesquisadores da área. Atualmente, é possível cultivar células in vitro e até mesmo in vivo em materiais que atendem aos requisitos acima. Mas, ainda não se consegue moldar um tecido complexo ou a função como a que um órgão possui. Entretanto, Silva se diz satisfeito com os resultados do encontro. “Este é apenas o início. É extremamente positivo promover o encontro e compartilhamento de pesquisas entre essas diferentes áreas do conhecimento. Só assim a biofabricação avançará e quem sabe se tornará realidade”, sentencia.</p>
<p><strong>Planos futuros da rede</strong></p>
<p>Durante o evento, foram discutidos os próximos passos da Rede Biofab. A segunda reunião será em novembro, em Portugal. Até lá, cada membro da rede irá se organizar para escrever papers relatando as suas pesquisas. A idéia é organizar o material em três livros: um na área de biomateriais, outro em biofabricação e prototipagem rápida para medicina e outro na área de cultura de células. A idéia do livro, que será publicado no início de 2009, é articular as pesquisas da rede. O grupo também tem planos para lançar uma revista eletrônica e pensa em criar um mestrado iberoamericano em biofabricação.</p>
<p style="text-align: left;">Leia também: <a href="http://www.technewsbr.com/2008/10/21/nova-impressora-3d-alaris-30/" target="_blank">Nova impressora 3D: Alaris 30</a></p>
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		<title>Posso ler a sua mente!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 08:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[software mente pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Seus pensamentos não continuaram secretos por muito tempo! Pelo menos é o que promete a pesquisa feita pela empresa ATR Computational Neuroscience, do Japão. Eles desenvolveram um  novo software com o qual conseguiram processar impulsos elétricos do cérebro de seres humanos e associá-los a imagens simples, que depois são exibidas numa tela do computador. Ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/12/lermentes01.jpg"><img class="size-full wp-image-1331 alignright" style="margin: 5px 2px;" title="lermentes01" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/12/lermentes01.jpg" alt="" width="277" height="221" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Seus pensamentos não continuaram secretos por muito tempo! Pelo menos é o que promete a pesquisa feita pela empresa ATR Computational Neuroscience, do Japão. Eles desenvolveram um  novo software com o qual conseguiram processar impulsos elétricos do cérebro de seres humanos e associá-los a imagens simples, que depois são exibidas numa tela do computador. Ou seja, eles conseguiram fazer uma rudimentar leitura de mentes. &#8220;Foi a primeira vez no mundo que se tornou possivel visualizar o que as pessoas veem através da leitura direta da atividade cerebral&#8221; &#8211; segundo o comunicado à imprensa da empresa &#8211; &#8220;Aplicando esta tecnologia, será possível gravar e reproduzir o que as pessoas  percebem como sonhos&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-1330"></span></p>
<p style="text-align: left;">Segundo a teoria, quando as pessoas veem um objeto, esta informação é convertida em sinais elétricos que passam pelo cortéx visual do cérebro. Esta mesma atividade ocorre quando pensamos ou sonhamos. A equipe chefiada pelo pesquisador Yukiyasu Kamitani, conseguiu captar estes sinais usando aparelhos de ressonância magnética, associá-los a imagens e reconstruir a informação no computador, passando a ver o que as pessoas pensam. No experimento, foram exibidas as seis letras da palavra &#8220;neuron&#8221;, que depois puderam ser recuperadas lendo a atividade cerebral dos voluntários. Durante a pesquisa, os cientistas estudaram o processamento cerebral de cerca de 400 imagens. Além de Kamitani, sete outros pesquisadosres participaram do projeto. A pesquisa, iniciada à três anos, deverá ser publicada na revista científica Neuron. Uma das aplicações práticas será a de ajudar pessoas que só podem mover os olhos, permitindo que controlem aparelhos com a mente.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/12/lermentes02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1332" title="lermentes02" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/12/lermentes02.jpg" alt="" width="448" height="462" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Mas convenhamos, é claro que se o nível de sofisticação alcançar um patamar suficiente, teremos leitores de mentes no lugar de testemunhas; ou no de detetores de mentiras; ou de bafômetros; ou um leitor caseiro de mentes para o marido ciumento; acabando como a criação de um novo site na internet, talvez um &#8220;YouDream&#8221;, de sonhos lidos diretamente dos cérebros dos usuários, surgindo logo depois a versão erótica.</p>
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		<title>Barack Obama adota licença Creative Commons</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 14:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>

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		<description><![CDATA[Barack Obama adota licença Creative Commons 04 de Dezembro de 2008 Barack já prometia mudança para o seu mandato e em seu discurso de vitória afirmou que a mesma tinha chegado aos Estados Unidos. O site Change.gov, estandarte virtual da transição presidencial norte-americana, revela que a postura mudou. Apesar de explicitar o seu respeito pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Barack Obama adota licença Creative Commons<br />
04 de Dezembro de  2008</p>
<p>Barack já prometia mudança para o seu mandato e em seu discurso de  vitória afirmou que a mesma tinha chegado aos Estados Unidos. O site Change.gov,  estandarte virtual da transição presidencial norte-americana, revela que a  postura mudou.</p>
<p>Apesar de explicitar o seu respeito pelo DMCA (Digital  Millennium Copyright Act) e o tradicional Copyright, Obama afirma sua política  autoral adotando uma licença Creative Commons para todo o website (exceto quando  houver ressalva). Dessa forma, é permitido o compartilhamento da obra, incluindo  a cópia, distribuição e transmissão da mesma, assim como a adaptação. Sempre  relembrando que o crédito é devido e a atribuição do mesmo à obra  imprescindível.</p>
<p>Essa mudança, contudo, não é imotivada e as propostas  tecnológicas, também presentes no site, revelam boas possibilidades para o  futuro. Dentre elas constam:</p>
<p>a) Garantir a total e livre troca de idéias  por uma internet aberta e diversas outras mídias</p>
<p>b) Proteger a liberdade  da internet apoiando o princípio da neutralidade na rede a fim de preservar os  benefícios da livre concorrência no âmbito virtual.</p>
<p>c) Encorajar a  diversidade na propriedade de mídia, promover o desenvolvimento de novas saídas  de mídia para a expressão de diversos pontos de vista.</p>
<p>d) Proteger a  Propriedade Intelectual atualizando e reformando os sistemas de direitos  autorais e patentes para incentivar a discussão cívica, a inovação e o  investimento, assim como garantir o tratamento justo aos proprietários de  propriedade intelectual.</p>
<p>Maiores informações em <a href="http://change.gov/">http://change.gov/</a>.</p>
<p>Mais sobre Creative Commons: http://www.creativecommons.org.br/</p>
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		<title>Comodo Internet Security Free e Pro.</title>
		<link>http://www.technewsbr.com/2008/11/07/comodo-internet-security-free-e-pro/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 18:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidp</dc:creator>
				<category><![CDATA[A maior moleza!]]></category>
		<category><![CDATA[Desktops]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>

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		<description><![CDATA[O Comodo Internet Security é uma suíte gratuita de segurança que integra antivírus, firewall, detecção de intrusão, otimização do sistema, proteção para redes sem fio e mais em um só software. Versões para  XP32, Vista32, XP64 e Vista64. São dois tipos de suítes: Comodo Internet Security Free para usuários domésticos e pequenas empresas e, Comodo Internet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small; font-family: Tahoma;">O Comodo Internet Security é uma suíte gratuita de segurança que integra antivírus, firewall, detecção de intrusão, otimização do sistema, proteção para redes sem fio e mais em um só software. Versões para  XP32, Vista32, XP64 e Vista64.<br />
</span></p>
<p>São dois tipos de suítes: Comodo Internet Security Free para usuários domésticos e pequenas empresas e, Comodo Internet Security Pro versão paga com o custo de $39,00 por ano.</p>
<p><a href="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/11/download_mast_head1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1165" title="download_mast_head1" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/11/download_mast_head1.jpg" alt="" width="500" height="203" /></a></p>
<p>Maiores detalhes no site da <a href="http://www.comodo.com" target="_blank">Comodo</a> </p>
<p>Para downloads:</p>
<p><a href="http://download.comodo.com/cis/download/setups/CIS_Setup_3.5.53896.424_XP_Vista_x32.exe" target="_blank">XP32 e Vista32</a></p>
<p><a href="http://download.comodo.com/cis/download/setups/CIS_Setup_3.5.53896.424_XP_Vista_x64.exe" target="_blank">XP64 e Vista64</a></p>
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		<title>Softwares ajudam deficientes visuais a navegar na Internet</title>
		<link>http://www.technewsbr.com/2008/08/08/software-ajudam-deficientes/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 15:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Chris Bueno 05/08/2008 Inclusão digital é a democratização do acesso às tecnologias da informação, de modo a permitir a inserção de todos na sociedade de informação &#8211; até mesmo deficientes visuais. São vários os programas de computadores desenvolvidos para que os deficientes visuais também façam parte do mundo digital. O mais recente deles é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Chris Bueno<br />
<strong>05/08/2008</strong></p>
<p>Inclusão digital é a democratização do acesso às tecnologias da informação, de modo a permitir a inserção de todos na sociedade de informação &#8211; até mesmo deficientes visuais. São vários os programas de computadores desenvolvidos para que os deficientes visuais também façam parte do mundo digital. O mais recente deles é o serviço online WebAnywhere, desenvolvido na Universidade de Washington, nos Estados Unidos.</p>
<p>Um dos maiores empecilhos encontrados por deficientes visuais é a falta de mobilidade. Geralmente, os programas especiais de leitura de tela voltados para esse tipo de usuário são instalados apenas em seus computadores pessoais, o que dificulta a utilização de computadores em bibliotecas, universidades ou cyber cafés, por exemplo. O WebAnywhere permite que deficientes visuais naveguem pela internet com total mobilidade, utilizando qualquer computador em qualquer lugar &#8211; como aponta o próprio nome da ferramenta, cuja tradução literal é “web em qualquer lugar”.</p>
<p>O programa não precisa ser instalado no computador antes de ser usado, como os leitores de tela existentes hoje. A ferramenta é baseada na web, não precisando ser baixada ou instalada: o WebAnywhere acessa o texto em um servidor externo e envia o arquivo de audio para tocar no navegador do usuário. Desta forma, a leitura do texto em voz alta pode ser feita em qualquer computador dotado de alto-falantes ou de fone de ouvidos. Assim, onde quer que o deficiente visual esteja, basta acessar a página da internet, ouvir as instruções de uso, e então navegar pela web, e o programa fará a leitura dos outros sites acessados. A ferramenta, que ainda está sendo testada em versão alpha, é gratuita e pode ser utilizada através do endereço <a href="http://webanywhere.cs.washington.edu/wa.php">http://webanywhere.cs.washington.edu/wa.php</a>.</p>
<p>“A importância de ferramentas deste tipo é levar educação, cultura, socialização e trabalho a essa fatia da população. Afinal, quem vive sem computador hoje em dia?”, aponta Neno Albernaz, pesquisador do Centro de Apoio Educacional ao Cego, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Albernaz é deficiente visual e um dos desenvolvedores do programa DOSVOX, dedicado aos deficientes visuais. Além da leitura de tela, o DOSVOX, desenvolvido pelo Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ, permite que os deficientes visuais realizem sem esforço tarefas no computador como copiar, mover ou renomear arquivos, entre outras operações. O DOSVOX é um sistema gratuito e também está disponível na internet em <a href="http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/download.htm">http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/download.htm</a>.</p>
<p>Os leitores de tela para deficientes visuais, anteriores ao WebAnywhere, fazem a leitura das informações de um site através do código que o produziu (ou seja, as informações lidas não são exatamente as que aparecem na tela). Se o código da página for aberto e dentro dos padrões web, o máximo possível de informações poderá ser sonorizado e as funções existentes na página poderão ser executadas pelo teclado. Assim, tarefas como enviar um e-mail, visitar um link, pesquisar uma palavra ou preencher um formulário podem ser executadas através desses softwares, e com a navegação via teclado.</p>
<p>Segundo Albernaz, programas deste tipo contribuem não apenas para a inclusão digital, mas especialmente para a inclusão social dos deficientes visuais. “O material em Braille é escasso, além de que poucos não deficientes sabem ler Braille”, aponta o pesquisador. E continua: “Com o auxílio do computador, o deficiente visual pode ler e ser lido, pesquisar na internet, socializar-se através de listas de discussão, MSN, Skype&#8230; Enfim, tirar proveito de todos os recursos, benefícios e serviços que o computador possibilita”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3&amp;noticia=488" target="_blank">Revista ComCiência</a></p>
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