Archive for the ‘Software Livre’ Category

Open XML rejeitado pela ISO

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Já haviámos comentado a possibilidade aqui e realmente ocorreu: a Microsoft teve o seu Open XML rejeitado pela JTC1, o comitê técnico da ISO (Organização Internacional de Padrões). A empresa deverá ter uma nova chance em fevereiro do ano que vem, na próxima reunião do comitê em Genebra, quando deverá ter revisado o padrão à luz das críticas feitas neste último encontro e ter feito as devidas correções. Se tivessem feito isso com o Windows…

Open XML rejeitado pela ABNT

openxml.jpgAo que parece ainda não foi dessa vez que a Microsoft conseguiu emplacar o seu Open XML. Para quem não conhece, o Open XML é o formato padrão de arquivos do Office 2007 proposto pela Microsoft como resposta ao padrão ODF (Open Document Format) usado pelo Open Office, que foi aprovado no ano passado pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas, que define padrões para o mercado brasileiro e que não é um tipo de teclado). Apenas para se ter uma idéia do tamanho da briga, A IBM, a Oracle, a Sun e o Google, defendem o ODF (criado pela comunidade de software livre) como padrão para documentos, contra as pretensões da  Microsoft.

O problema, segundo a comissão de estudo CB-21/SC-34 da ABNT, é que o Open XML não garante compatibilidade com outros softwares que não sejam da própria Microsoft. Muito embora isto seja negado pela empresa, segundo a ABNT os dados do documento de 6 mil páginas sobre o padrão apresentados pela Continue reading ‘Open XML rejeitado pela ABNT’ »

XPrevail elimina o banco de dados? Claro que não!

Ao ler este artigo no C#BR, fique preocupado com a falta de formação em ciência de computação que o pessoal tem hoje em dia. Daí eu ter escrito esta crítica.

Antes de mais nada comecemos com uma pérola encontrada no Manifesto do Xprevail: know_the_xprevail.gif“Esse modelo traz o benefício da total transparência para os objetos de negócios, pois eles nem mesmo sabem que estão sendo persistidos”. É uma base de dados ou inteligência artificial? Será que os objetos concientes do Prevayler, um dia irão se unir para
escapar da escravidão .NET e dominar os humanos?

O documento não explica os conceitos, já que diz que se baseou no Prevayler mas não usa nenhum código anterior, além de suas próprias idéias (?).  Qualquer conceito que se  preza independe da linguagem, como criptografia, rede IP etc…. Ele não explica o conceito, porque já deve ter partido para a programação direto. Ou seja, ele NÃO tem um conceito definido.

Outra pérola: “A aplicação pode ser negativamente afetada por um grande número de classes ‘auxiliares’ geradas para realizar as operações em cima dos objetos de negócio”. Muto frágil para um código aberto. Mais um indicativo de falta de conceito, além de erros básicos na contrução da hierarquia de objetos. Nada que um bom trabalho de análise não corrija. Mesmo assim a análise precisa de uma orientação, ou seja do conceito. Nem pensar em olhar o código.

Como já havia me decepcionado com o Xprevail, buquei conhecer o Prevayler, para checar se o problema é somente do Xprevail. Ao procurar sobre Klaus Wuestefeld, criador do “conceito”, só encontrei um site em construção. Inclusive no Wikipedia, onde talvez um dia houve uma biografia, agora há um “404″. Porém encontrei no Database Debukings, uma discussão reveladora sobre o assunto com a participação do próprio Klaus.

Enfim, “prevalência”, tirando toda a fantasia livre-Java-moderninha é nada mais do que acessar dados em memória RAM. Putz, eu tinha isso em DOS com o RAMDISK, há quinze anos atrás. Se eu criar uma instância MySQL no RAMDISK então eu teria o melhor dos dois mundos, velocidade e SQL! Até com Clipper eu já fiz isso!

Vão dizer que o problema é que Klaus é brasileiro. Mas, como já falei, a falta de um conhecimento de ciência da computação mais profundo, pode levar a acreditar qualquer coisa que pareça promissora. Para desafiar a substituir o uso de banco de dados, que são baseados em teoria matemática (Teoria dos Conjuntos e Estatística) , a “prevalência” deveria apresentar conceitos ainda mais sólidos! Mas nem conceito eu encontrei…

Se lhe apresentarem um novo conceito de acessos a dados diferente do convencional só dê atenção se eles tiverem um exemplo rodando uma folha de pagamento ao mesmo tempo que atualiza um plano de contas…

Oracle processa a SAP sob acusação de roubo de software

Quem conhece o código interno (standart) utilizado pelo R/3 (o ERP da SAP) , sabe que piratas-do-caribe01.jpgtodos os requisitos técnicos (regras de programação, compatibilidade e performance) que são impostos aos desenvolvedores, raramente são praticados pela empresa, o que é muito estranho. E já ouvi boatos, que não posso confirmar, de consultores que encontraram o seu próprio código, feito para um cliente que usava o R/3, no código standart SAP, como parte do pacote vendido às empresas.  Acho que só iremos para de ler notícias como essa quando todos os códigos forem livres. Mas aí, como garantir os direitos autorias?

Segue a notícia no TI Inside.

Tyan anuncia super PC com 40 CPUs

Você provavelmente não vai precisar de 256 Gigaflops em casa, mas a famosa fabricante de placas para mais de um processador anunciou disponibilidade imediata para sua linha de supercomputadores pessoais ( pessoais ?!?! ) TyanPSC T-650 QX .

Com 40 processadores ( 10 Xeon Quad Core de 1.86 GHz ) e 60 Gb de memória e vem como opção de SO o Windows Compute Cluster Server 2003 ou Linux.

“Portatil”, com rodinhas é claro! Ah!! E é silencioso também, menos de 52 Db !!!

O TyanPSC T-650 QX custa ( lá ! ) a partir de USD 20.000,00.

Via: 64-bit-computers

OpenMoko é alternativa para plataforma móvel opensource

fic-neo1973_small.JPGNão há como negar, hoje em dia o iPhone é a estrela da mídia em matéria de tecnologia móvel. No entanto uma alternativa radicalmente mais inovadora e com possibilidade de impacto no mercado é o projeto OpenMoko. O projeto iniciado pela fabricante de hardware FIC, de Taiwan, tem por objetivo a criação de uma plataforma aberta e de código livre para desenvolvimento de software. A propria FIC vem demonstrando um aparelho (ver foto), o Neo1973, mas a idéia é disponibilizar a plataforma livre a qualquer fabricante interessado. As vantagens para o consumidor são imediatas. Desde a redução de custo, pela maior concorrência, até a possibilidade de acesso ao código e participação no desenvolvimento e configuração dos aparelhos.Baseado em kernel Linux 2.6, processador ARM9 da Samsung @266MHz, com tecnologia GSM/GPRS quad/band, tela LCD sensível a toque de 640×480 pixels (o iPhone tem 320×480), 128 Mb de memória Flash e 64 Mb RAM, o Neo1973 da FIC deverá estar disponível por algo em torno de $350 ou menos.

Atualmente alguns celulares já rodam sobre linux, como o Motorola Rokr E2. Mas nestes o ambiente é fechado não permitindo qualquer alteração (o que acaba ocorrendo de um modo ou de outro, basta verificar o numero de sites e comunidades do orkut dedicadas a hackear celulares, mas desta forma com diversos riscos danificar o aparelho). E o tão falado iPhone, além de rodar software proprietário, só é habilitado para a operadora Cingular. Se o software livre com todas as suas vantagens terá chance diante do forte marketing da Apple, só o futuro dirá.

Fonte: http://www.gaeta.eti.br 

Liberado Kernel 2.6.20

A nova versão promete entre outras coisas suporte nativo a virtualização no KVM (kernel virtual machine), suportando Xen e Qemu, que competem diretamente com o VMWare.

A versão 2.6.20 oferece também suporte à arquitetura do Sony Playstation 3. Ainda sobre este console, é interessante notar que, ao contrário do anterior (PS2), no qual era necessário compra de um kit da Sony caro, contendo HD, software adicional,  e etc, no PS3 a instalação é muito facilitada, bastando o  particionamento do HD já incluído e o download e instalação de uma das distribuições compatíveis.

fonte:  http://gaeta.eti.br