A criadora do Windows fez uma proposta de compra de parte do Facebook, segundo o The New York Times. O valor teria sido de US$ 500 milhões por 5% de participação no site de Mark Zuckerberg. Ela está de olho nos 42 milhões de usuários e também para não ser passada para trás pelo Google, que também fez seu lance. Essa disputa irá inflacionar o preço total do Facebook, que se estima esteja em US$ 13 bilhões. O site de relacionamentos ganha cerca de 100 mil usuários novos todo dia.

Outra estratégia da empresa de Bill Gates para fazer frente ao Google, é a criação do serviço Microsoft Office Live Workspace, que permite que o usuário utilize os aplicativos Office pagando apenas pelo uso do serviço - na verdade um “aluguel” pelo uso de um pacote de serviços - e não por licença individual. O serviço será lançado em breve (ainda está na fase beta), funcionará através da internet. Os aplicativos estarão baseados em servidores na própria Microsoft. O diferencial em relação aos serviços já oferecidos pelo Google e a Salesforce.com será que além do uso do Office, o usuário poderá comprtilhar e armazenar até mil documentos e acessá-los de qualquer lugar via internet.
O Google, que não é bobo nem nada, está investindo em um sistema operacional para celulares com base no Linux. A idéia é desbancar o Windows Mobile. Para isso o Google não pretende cobrar por licença de uso dos fabricantes de celulares, como faz a sua rival, mas ao invés disso usará o novo sistema como plataforma para propaganda nos celulares. Para transformar a idéia em realidade, a empresa está desenvolvendo uma série de aplicativos como buscadores, mapas online, e um novo browaser de navegação para celulares. O sucesso da empreitada dependerá da capacidade do Google de negociar a sua nova idéia com os fabricantes de celulares.


Ao que parece ainda não foi dessa vez que a Microsoft conseguiu emplacar o seu Open XML. Para quem não conhece, o Open XML é o formato padrão de arquivos do Office 2007 proposto pela Microsoft como resposta ao padrão ODF (Open Document Format) usado pelo Open Office, que foi aprovado no ano passado pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas, que define padrões para o mercado brasileiro e que não é um tipo de teclado). Apenas para se ter uma idéia do tamanho da briga, A IBM, a Oracle, a Sun e o Google, defendem o ODF (criado pela comunidade de software livre) como padrão para documentos, contra as pretensões da Microsoft.
“Esse modelo traz o benefício da total transparência para os objetos de negócios, pois eles nem mesmo sabem que estão sendo persistidos”. É uma base de dados ou inteligência artificial? Será que os objetos concientes do Prevayler, um dia irão se unir para












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