Já está disponível para teste o novo Firefox3.0rc1(release candidate 1) em várias linguagens e inclusive Português do Brasil. .
Com previsão para lançamento em junho desse ano, o browser consome menos recursos e trás novidades na aparência.
Para melhores detalhes e download acesse o site:
http://www.mozilla.com/en-US/firefox/3.0rc1/releasenotes/#whatsnew
Archive for the ‘Software Livre’ Category
A Asus apresentou nesta última sexta-feita, dia 16, uma placa-mãe da série “de luxe”, a P5Q, com uma série de tecnologias inovadoras. Entre elas está o Express Gate, que nada mais é do que um sistema operacional simplificado baseado em Linux que carrega em poucos segundos programas úteis para Internet, como Web Browser, Intant Messenger, Youtube e clientes de email.
A placa também tem sistema de economia de energia que detecta a carga da CPU em tempo real e atua sobre a fonte de alimentação de forma apropriada. Além disto são incluídas características de segurança na P5Q para assegurar segurança física e dos arquivos. A placa vem com sistemas de proteção contra descargas eletrostáticas e sobre-correntes. O programa Drive Xpert encoraja a sintonia fina de performance dos HDs e o backup dos arquivos. E o programa Data Guardian protege os dados do usuário por meio do chip TPM e chave de criptografia. Nas fotos pode-se também identificar o sistema de refrigeração passivo para os chipsets, utilizados na suas motherboards mais sofisticadas da Asus, que garante maior silêncio na operação da máquina e conforto para o usuário.
A Asus ainda não divulgou o preço e a data de lançamento desta série de placas.
Fonte: http://www.tecnolimits.com.br/2008/05/asus-apresenta-placa-me-top-com-linux.html
Depois de acompanhar uma discussão no grupo EmpBR, sobre esta entrevista e ler um ótimo artigo no blog MyDraft, pensei em acrescentar minha opinião à discussão.
O assunto gira em torno da frustração de muitos profissionais de TI em ver que o Linux não está tendo a quantidade de usuários esperada, principalmente pelos defensores do modelo Open Source e um certo guru (ele tem cara de guru) disse que os usuários estão viciados em Windows. Eles não entendem o porque as empresas não adotam imediatamente o Linux, já que ele é gratuito e em muitos aspectos superior ao Windows, como em robustez e segurança. Existem várias respostas para isso, aqui seguem algumas na minha opinião.
Suporte
As empresas que buscam resolver seus problemas operacionais usando a tecnologia da informação (e hoje está cada vez mais difícil encontrar uma empresa que não a use) só adotam uma solução quando alguém garante que elas não terão dores de cabeça com isso, porque do contrário, certamente elas irão gerar atrasos operacionais e aumentar os custos. As empresas não enxergam suas necessidades do ponto de vista de evolução técnica, pois se preocupam mais com o caixa, caso contrário quebram. É por isso que ainda existem mainframes usando COBOL em grandes empresas e Clipper em pequenas. Muitos dos sistemas são antigos e todos os seus erros foram resolvidos durante o seu longo tempo de uso. São confiáveis, enfim, e mudar seria caro. Para que mudar? Não tenham dúvidas de que caso a Microsoft ainda prestasse suporte ao Windows 3.11 muitas empresas ainda o estariam usando. E o Linux deixa de ser gratuito no momento em que é necessário contratar uma empresa para o suporte do produto. Além de ter a desvantagem de existirem várias distribuições e várias empresas diferentes dando suporte (ou não) a elas. Já a Microsoft está aí a décadas, sólida como uma montanha.
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Veja só o que a Lenovo anda fazendo em parceria com o novo processador Atom da Intel. Revelado no Intel IDF em Shanghai, o novo Ideapad U8 vem com tela touchscreen de 4.8″, mouse ótico, EDGE ou 3G. O dispositivo também vem com suporte aos aplicativos do MS Office, identificador de escrita cursiva e um GPS integrado chamado ”Live GPS”, teclado númerico de 12 teclas e mouse ótico.
Ah! Não espere que o U8 rode Sistemas Operacionais da Microsoft, ele virá com Linux até a alma.
Veja o vídeo após o break.
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A Microsoft lançou a mais nova versão do seu sistema operacional: o Windows Server 2008. Servindo apenas para servidores, é baseado no kernel do Windows Vista SP1, e inclui novas tecnologias como a Hyper-V, para virtualização (uma única máquina pode funcionar como vários servidores independentes, inclusive com outros sistemas operacionais), melhorias na área de desenvolvimento web como o ISS 7.0, mais segurança com novidades como o BitLocker Driver Encryption (criptografia para os drives), possibilidade de rodar com plataforma de núcleos multiplos (que segundo o suporte podem chegar a milhares) e o PowerShell, para criação e execução de scripts que faz parte de um pacote melhorado de ferramentas administrativas.
Na instalação é possível optar por não usar a interface gráfica (Ei! eu só uso o windows por causa da interface gráfica! Assim prefiro Linux!), o que facilita a conexão remota pois deixa o sistema mais leve. A virtualização, um contra ataque contra a VMware, líder desta tecnologia, segue o padrão Microsoft de qualidade: vende uma tosquice, para derrubar o concorrente e depois lança uma versão que presta (que eles prometem para daqui a seis meses, se é que vai prestar). Visitando a página do Windows Server 2008 na Microsoft, achei interessante um link para comparar o Lunix, Unix ou Mainframe com o Windows Server 2008. Eu esperava uma comparação honesta, mas é claro que nada vindo da Microsoft é totalmente imparcial, mesmo quando pretende. Do lado do Windows Server, mil comentários elogiosos sobre o progresso e confiabilidade, e para o outro OS, só malhação. E olha que eu estava até inclinado a concordar com alguns argumentos, como o de segurança: se o Linux é aberto, então furar a segurança do sistema seria mais fácil, ao contrário da caixa preta do Windows. Ou como o Linux não é tão gratuito quando se pensa sobre o preço cobrado pelo suporte da Red Hat, por exemplo. Num dos documentos de comparação vi este quadro que mostra como o Windows passa a ser mais barato 16% em 6 anos! Em seis anos se troca o sistema da empresa! Tem ou não pinta de conversinha fiada?
Os próximos lançamentos da Microsoft, como normalmente ocorre, serão o SQL Server 2008 e o Visual studio 2008, aguarde, pois um dia chegarão.
Mais sobre o Windows Server 2008, no Wikipedia
Linus Torvalds não é muito de falar com a imprensa (o curioso é que ele veio de uma família de jornalistas, como conta no seu livro “Just for Fun”), mas deu uma entrevista esta semana ao IT News. Perguntado sobre quais seriam os grandes focos do desenvolvimento em Linux no ano que vem, ele respondeu que boa parte dos esforços está concentrada em dar cada vez mais suporte a diferentes tipos de hardware, e não apenas cuidar dos drivers e de mudanças na plataforma do pingüim. Torvalds também sinalizou que há mudanças na parte do desenvolvimento do kernel que trata de gráficos e suporte a redes sem fio, que até agora consistiam, a seu ver, em pontos fracos do sistema de código-fonte aberto. Ele comentou que acredita no velho adágio de que o sucesso é 99% de transpiração e 1% de inspiração — e que, por isso mesmo, de um monte de pequeninas mudanças pode surgir uma grande diferença, no fim das contas.

Indagado se o kernel Linux, com suas mudanças infindáveis, anda mais rápido (ou não) que o Windows Server, Torvalds disse que crê nisso, apesar de não usar — é claro — nada da Microsoft (“não porque odeio seus produtos, mas porque eles não são interessantes para mim”). O criador do Linux acha que, pela própria natureza do mundo open-source, seu desenvolvimento é mais orgânico e interessante do que qualquer solução proprietária bolada atrás de portas fechadas.
Para ele, o que vale mesmo no Linux é sua flexibilidade e capacidade de adaptação a diversas áreas. Torvalds citou no papo o exemplo da virtualização, em que o Linux é muito usado justamente por ser capaz de se prestar a múltiplos usos e soluções, não a apenas um modelo fixo. “Esta flexibilidade é justamente a força do Linux. Quando você compra um sistema operacional da Microsoft, você não apenas não pode consertá-lo, e além disso ele passou anos a serviço da visão de mercado de uma única entidade. Não importa quão competente seja a Microsoft — ou qualquer outra empresa —, um produto assim refletirá tal fato. Em contraste, veja onde o Linux é usado. Em tudo, desde celulares e outros pequenos computadores com sistemas embutidos (que muita gente não identifica como computadores) até as máquinas mais gigantescas da lista Top 500 de supercomputadores. Isso é flexibilidade, e advém diretamente do fato de qualquer um que esteja interessado pode participar no desenvolvimento. E não há entidade única que controle para onde esse desenvolvimento se dirige.”
O que falta, mesmo, é o Linux se dirigir com mais firmeza ao desktop. Prévia de pesquisa feita pela Linux Foundation entrevistou 20 mil usuários do sistema do Tux — 51% na Europa e 35% nos Estados Unidos — descobriu que 68% dos Linux usados em computadores de mesa estão em pequenas empresas e escritórios caseiros. Nas empresas que adotam nos desktops, pelo menos 39% por cento o usam em mais da metade de seus computadores. Por outro lado, houve uma mudança significativa em quem utiliza o Linux — não apenas programadores e engenheiros. Sessenta e quatro por cento dos entrevistados trabalham com ele simplesmente como um sistema-cliente, não o usando para fins de desenvolvimento de projetos. Por outro lado, naturalmente, mais da metade das empresas ouvidas se vale do Linux para seus programadores.
E quais seriam as distribuições Linux favoritas dessa turma para o uso pessoal? Em primeiro lugar, com 55% dos votos, vem o Ubuntu; depois, o mais comunitário Debian, com 22%. Em terceiro e quarto, os Linux comercialmente suportados por Novell e Red Hat — respectivamente, OpenSuse (19%) e Fedora Core (16%). E, em seguida, Gentoo (10%), Knoppix (7%) e PCLinuxOS (5%). No trabalho, a ordem de preferência é a seguinte: Ubuntu (54%), Red Hat (50%) e Suse (35%).
Quanto aos programas, os usuários de Linux disseram à fundação que preferiam usar programas nativos do próprio sistema do que softwares adaptados de outras plataformas. Os três programas para os quais eles mais desejam ter equivalentes no sistema open-source são, pela ordem, Photoshop, AutoCAD e Dreamweaver. Quando não conseguem aplicativos equivalentes próprios, os usuários de Linux optam por uma das três seguintes alternativas: 1) usar o ambiente de emulação WINE para rodar o programa no Linux; 2) recorrer à virtualização; ou 3) passar a usar softwares em clima “live”, dentro da internet.
Por fim, o Linux foi tema de duas outras pesquisas. Uma, da empresa Kace, de gerenciamento de sistemas, entrevistou cerca de 900 profissionais de TI nos EUA este mês sobre uma possível migração para o Windows Vista. Noventa por cento deles se preocupam com a migração, enquanto profissionais de 44% das empresas pensam numa alternativa ao Vista — Mac OS (28%) ou Red Hat Linux (23%). A outra pesquisa, da Forrester Research, também mostrou que o Linux é tido como uma alternativa ao Windows Vista, haja vista a lentidão com que as empresas pensam na migração para o novo sistema da Microsoft. Embora reconhecendo que o Vista aparecerá em pelo menos um quarto dos desktops em empresas americanas e européias, sucedendo o XP, conta a e-Week, a pesquisa diz que as consultas sobre o Linux no desktop não diminuem e sinalizam que o sistema do pingüim não vai embora tão cedo e deverá crescer no próximo ano.
A Microsoft informou que as contas vão bem. Com faturamento de miseros US$13,76 bilhões no último trimestre, devido ao aumento de vendas do Vista e do Halo 3, venceu a disputa já comentada aqui e conseguiu comprar a participação de 1,6% no Facebook, por também uns trocados: US$ 240 milhões. Bill Gates está de olho nos 48 milhões de usuários do site. Para não ficar pra trás, o Google decidiu partir para outra estratégia: se não pode ter o Facebook, vai acabar com o mercado dele.

O Facebook recentemente abriu um espaço para novos desenvolvedores, e chegou ao montante de 5 mil programas produzidos que posteriormente foram adotados por milhões de usuários do site, os quais os usam para aumentar a interação na rede de relacionamento. O Google então resolveu reunir no primeiro dia deste mês, os sites de relacionamento Orkut, LinkedIn, hi5, Friendster, Plaxo e Ning, para juntos estabelecerem normas para o desenvolvimento de programas para os usuários destas redes se comunicarem entre si (mas não com o Facebook), sob uma plataforma que está sendo chamada de OpenSocial. Os criadores das ferramentas mais acessadas no Facebook: iLike, Slide, Frixter e RockYou devem anunciar que farão versões destas aplicações para o OpenSocial.
As especulações sobre como o lançamento do OpenSocial vai afetar o segmento de redes sociais tem claro objetivo: amarelar o anúncio de um novo sistema de publicidade no Facebook, que é espaço exclusivo da Microsoft e foi criado para competir com o Google. Como notícia ruim nunca vem sozinha, a Microsoft irá pagar US$709 milhões (497 milhõe de euros) na multa por abuso de posição dominante (imagina!) movido pela Comissão Européia.
No capítulo anterior: Google lança ‘Android’, sistema operacional aberto para celular
Publicada em 05/11/2007 às 16h44m
Agências internacionais O Globo Online
NOVA YORK e RIO - O Google confirmou nesta segunda-feira o lançamento de uma plataforma de tecnologia para celulares. O sistema, que está sendo chamado de “Android”, será a “primeira plataforma realmente aberta e ampla para aparelhos móveis”, informou a gigante da internet em comunicado.
O Google já possui versões de seus serviços online para celulares, mas desta vez a marca cria uma plataforma que funcionará como um sistema operacional rival dos existentes Symbian e Windows Mobile, com a diferença de ser baseado em código aberto - ou seja, qualquer desenvolvedor poderá criar soluções para aparelhos baseados em “Android”. A companhia faz mistério sobre os detalhes da plataforma, mas em sua área oficial no YouTube , executivos da companhia publicaram um vídeo em que esclarecem que o sistema vai permitir “compartilhar tags, redes sociais, vídeos e aplicativos da internet com o celular”.
Concretamente, trata-se de um pacote de software para telefones celulares que inclui um sistema operacional, middleware, uma interface de usuários e vários aplicativos, que permitirão ao Google oferecer seus serviços aos usuários que não estejam diante do computador, disse um comunicado da empresa.
Há meses analistas especulavam que o Google lançaria um telefone celular com sua marca, que chegou a ser chamado por blogueiros de ‘gPhone’. Em resposta, Eric Schmidt, presidente mundial e principal executivo do Google, afirmou nesta segunda-feira que o Android é um projeto “muito mais ambicioso” do que um aparelho, porque “irá funcionar em milhares de telefones de dezenas de fabricantes em todo o mundo”.
- A imprensa especulou muito sobre um certo Google Phone nas últimas semanas, mas o anúncio do Android é muito mais ambicioso do que um aparelho, verdadeiro ou não, poderia ser - disse Schmidt, em comunicado.
A plataforma é o resultado de uma parceria do Google com a Open Handset Alliance (OHA), entidade internacional formada por empresas que apóiam soluções de código fonte aberto, como Intel, Motorola, Qualcomm e Telefônica. A plataforma contará com o apoio de mais de 30 companhias, incluindo operadoras e fabricantes de aparelhos, entre elas China Mobile, eBay, HTC, LG, NTT DoCoMo, Samsung e Telecom Italia.
A companhia informou ainda que a plataforma Android é apenas o primeiro passo da aliança internacional e a expectativa é que os primeiros telefones celulares baseados no Android cheguem ao mercado no segundo semestre de 2008.
Como é baseado em código aberto, e portanto gratuito, o sistema viabilizaria a produção de aparelhos mais baratos. Mas não é a primeira vez que uma marca tipicamente de internet invade o mercado de telefonia celular. Em outubro, o serviço online de telefonia Skype fechou uma parceria com a operadora australiana ‘3′ para lançar um modelo de telefone celular .
No capitulo anterior: Microsoft e Google acirram disputa no mercado
Um recente estudo da Net Applications demonstrou que tanto o Linux quanto o Mac OS X apresentaram um notável crescimento nos últimos meses, mas isso não impediu que o Vista crescesse ainda mais. As alternativas as soluções Microsoft não souberam aproveitar uma oportunidade de ouro.
Pelo menos isso é o que foi possível deduzir olhando os números apresentados por este estudo, que revelaram que desde dezembro de 2006 até setembro de 2007 o Linux aumentou de 0,37% para 0,81% a sua participação no mercado, o que demonstra claramente que ele dobrou as suas quotas nos últimos meses. Mas apesar destes números favoráveis, o Linux não cresceu na velocidade que se esperava tendo em vista a oportunidade que ele teve.
O mesmo aconteceu com o Mac OS X, um sistema operacional que está tendo uma aceitação cada vez maior, mas que também não soube aproveitar as críticas ao Vista. O sistema operacional da Apple passou dos 5,67% de dezembro de 2006 para 6,61% em setembro de 2007, ou seja, números bem modestos se comparados com o crescimento do Windows Vista.
E a pesar de todas as críticas, o Vista passou de 0,16% em dezembro de 2006 para 7,38% em setembro de 2007, superando os seus rivais. O Windows XP registrou uma ligeira queda, indo de 85,30% para 79,32%, o que evidencia que muitos destes usuários migraram para o Vista e não para o Mac OS X ou Linux.
Sendo assim, a oportunidade que se apresentava diante do aparente fracasso do Windows Vista não está sendo aproveitada pelo Linux e Mac OS X e se esta oportunidade não for aproveitada agora é possível que no futuro eles não tenham outra chance.
Via: TheInquirer
Se você se encontra diante da extrema necessidade de que a sua máquina inicialize o Linux em pouco tempo, então você precisa dar uma olhada na BIOs “aberta”, que pode reduzir o tempo de boot de maneira impressionante.
Isto é o que afirma um artigo do LockerGnome, no qual é assinalado que existem várias Open BIOs que substituem as tradicionais elaboradas por Award ou Phoenix.
Estas BIOs proprietárias tem um problema: boa parte do tempo que elas levam para ser executadas é gasto no carregamento de drivers e na compilação de informações que são úteis apenas para os sistemas antigos como os baseados em DOS, mas que não tem nenhum sentido em sistemas operacionais Linux modernos, que realizam sua própria análise do hardware para ir carregando os módulos necessários.
Uma das opções é o OpenFirmware, desenvolvido pela Sun e Apple e voltado para os Powerpc, mas que também está disponível para arquiteturas X86. No entanto, existem mais opções, como pode ser visto neste artigo de Peter Seebach – da IBM -, bem completo neste sentido.
O risco: que ao instalar este tipo de BIOs algo saia errado, o que poderia deixar uma placa mãe provavelmente inutilizável, já que o processo de reprogramação da BIOs é complexo e caro.
Via: TheInquirer

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