Archive for the ‘Pesquisa’ Category

 

A Intel garantiu no seu blog empresarial, que as especificaçãoes do novíssimo padrão USB 3.0 serão liberadas gratuitamente na web, sem custo algum, nem mesmo royaties. Isto irá facilitar a vida dos montadores indpendentes que poderão se adequar e produzir placas com a nova interface em breve. Segundo os rumores dos bastidores, havia o receio de que ela mantivesse o USB 3.0 só para si, ou seja apenas placas Intel o usariam. No desenvolvimento da USB 3.0 também estão as empresas: Microsoft (parceira fiel), HP, NXP Semiconductors, NEC e Texas Instruments no chamado USB 3.0 Promoter Group.
Não existe almoço grátis e a Intel não cresceu por ser boazinha. Ela sabe que para aproveitar a nova interface, que promete ser mais rápida (cerca de 5Gbit/s) do que a versão atual, mas ainda compatível com as versões anteriores, será necessário um processador mais parrudo e isso aumentará a demanda pelos seus chips Quad-Core. Ou seja, quanto mais rápido o USB 3.0 chegar ao mercado, melhor pra ela.

Frank Taylor do Google Earth Blog, fez um vídeo de uma demonstração do Google Earth 3D no iPhone. A aplicação que ainda sendo desenvolvida pela empresa EarthScape, mas que mostra que em breve não haverá mais necessidade de guias locais quando chegarmos a uma cidade desconhecida, bastará sacar o iPhone.

Segue link para o post completo do Gogle Earth Blog. 

Na cidade de Serrana, próxima à Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, nasceu uma idéia que se apresenta como uma alternativa aos programas de inclusão digital na educação. O projeto, batizado de Lap Tup-niquim, envolve um conceito novo, com uma tela sob a carteira sensível a toques, sobre a qual se pode escrever, fazer desenhos ou equações. A tecnologia empregada, conhecida como BR Tablet, é nacional e foi patenteada pelo Centro de Pesquisas Renato Archer (CenPRA). Neste mês de abril, cerca de 250 carteiras digitais irão chegar às salas de aula da cidade.

A carteira digital tem a aparência e a utilidade de uma convencional. Sobre o seu tampo de vidro, o aluno escreve e apóia livros normalmente. Mas, caso a professora deseje, o tampo torna-se um monitor de computador, sensível ao toque, sobre o qual o aluno escreve, desenha, faz cálculos, acessa a internet e trabalha com softwares educacionais. O tampo pode ser levantado, e abaixo dele fica um teclado, caso seja necessário digitar. A CPU do computador fica integrada ao tampo.

Aluna experimenta a carteira digital em evento. Fotos: Victor Mammana

Continue lendo a notícia na fonte: Revista Comciência

computer-clothing-keyboard21.jpgNa exposição “Matter in progress. New materials, new industry” (Matéria em progresso, novos materias, nova indústria),  em Barcelona e que terminou no dia 28 de abril, apresentou os novos avanços na industria téxtil, mostrando finalmente que depois de serem aplicadas no setor esportivo e no militar, as roupas inteligentes estarão chegando ao grande público em pouco tempo.

Usando técnicas como a microencapsulação, os tecidos poderão trazer princípios ativos que podem ser desodorantes ou repelentes de insetos. Outros tecidos com fios ou tintas condutoras de eletricidade podem fazer roupas com leds, com sensores de dados vitais, teclados de computador dobráveis parecidos com um tapete, toldos com painés solares que se que se abrem e fecham sozinhos ou fornecem ar-condicionado com a energia captada do sol. Estas e outras novidades como roupas íntimas com “memória”, que se acomodam aos contornos e movimentos do corpo foram apresentadas por centros de pesquisa como o Centro de Inovação Tecnológica da Universidade Politécnica da Catalunha e empresas como a Fitex, especializada em tecidos inteligentes.

A estilista Laura Morata apresentará, em julho, uma coleção baseada exclusivamente em tecidos inteligentes com a grife Madre Mía del Amor Hermoso, com a ajuda do laboratório Leitat, e pretende fazer com que a tecnologia não seja aparente (pessoalmente eu não gostaria mesmo de me parecer com um gadget ambulante). Algumas de suas propostas serão vestidos que se afrouxam ou camisetas que mudam de cor em função da temperatura. Já a loja Punto Blanco vende meias que mantém a temperatura dos pés.

Os principais entraves a estas inovações é a prosaica lavagem, que diminui o tempo de vida útil das propriedades especiais dos tecidos, além de afetar a textura dos artigos.

Mais sobre roupas inteligentes em HowStuff Works (em português)

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 Se você é um pouco fã de ficção científica já deve ter visto alguns filmes com robôs-aranha parecidos com esse da foto. E sendo assim, você vai gostar de saber que mais uma vez a ficção se torna realidade.

A BAE Systems (fruto da união da British Aerospace e da Marconi Electronic Systems) recebeu recentemente um aporte de 38 milhões de dólares do laboratório de pesquisa do exército americano para financiar o desenvolvimento do MAST (sigla para Micro Autonomous Systems and Technology), robôs “Autônomos, Multifuncionais e Inteligentes que podem operar em lugares inacessíveis ou perigosos para seres humanos” .

A foto me da a impressão de ver o filme Minority Report virando realidade. Será ?

Via: Engadget.

Lendo esta notícia na Revista ComCiência - Transporte público individualizado: alternativa ao ônibus urbano?, não pude deixar de sentir um déjà vu: no futurista jogo Omikron: The Nomad Soul (lançado pela Eidos em 1999) , o  jogador usava, para se movimentar pelas ruas da cidade, entre um e outro clipe do David Bowie, um táxi automatizado (slider) que é chamado através do gadget multiuso no seu braço, que também é usado para indicar o destino. Na verdade funciona assim: o jogador, estando na rua, seleciona o destino, o carro aparece e o leva até lá, em um ponto pré-definido. Hoje em dia, qualquer celular com conexão na internet poderia pedir, e até pagar,  um serviço assim. A parte complicada fica na tecnologia de controle automatizado do carro, que embora esteja em pesquisa, como na General Motors, ainda não existe no mercado.

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As versões do mundo real, como o Cabintaxi, usam trilhos, com vagões para até quatro pessoas, o que facilita o controle, mas exige investimentos em infra-estrutura (ou não, caso se comprove que é mais eficiente do que o metrô ou o trem, poderia substituí-los).

Para saber mais, segue um link para o um estudo da viabilidade deste modelo de transporte na cidade de São Paulo, feito pela Escola de Engenharia de São Carlos: Avaliação Comparativa de Transporte Público Urbano: Ônibus x Transporte Público Individualizado.

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Uma pesquisa da empresa Frank N. Magid Associates mostra que 18% dos consumidores americanos que compraram uma televisão com HDTV no ano passado, foram levados ao consumismo por causa dos seus Xbox 360 ou PS3. O site GameDaily informou que 5,5 milhões de americanos compraram a sua primeira HDTV em 2007 e 25% dos consumidores tem pelo menos uma HDTV em casa.

Ao que tudo indica, a Sony pode vir a ser a grande campeã já que o seu formato, o Blu-ray, venceu a guerra dos padrões HD.

Via: JoyStiq.

Bom, não tem muito o que comentar…a evolução vem rápido, então vejam:

Via: Youtube, mesmo….

betavoltaicbattery.jpgA pior coisa sobre notebooks ou qualquer gadget é depender da carga das baterias para usá-los. Baterias à Células Combustível que estão atualmente sendo estudadas prometem até 40 horas de carga contínua, mas uma tecnologia que está sendo desenvolvida pela Força Aérea Americana pode tornar essa tecnologia obsoleta mesmo antes de estar pronta - As Baterias Betavoltaicas como são chamadas podem fornecer ao seu notebook 30 anos de carga ininterrupta!!! As baterias são construídas a partir de semicondutores e usam radioisótopos como fonte de energia. Os materiais radioativos emitem partículas Beta, que são transformadas em energia elétrica capaz de manter um dispositivo elétrico como os notebooks funcionando por anos. Isso pode até soar como uma fonte nuclear, então não se preocupe achando que o seu note pode explodir e levar todo o quarteirão com ele.

As Baterias Betavoltaicas geram energia quando um elétron serve de interface entre duas camadas de um material. O processo usa emissão de partículas beta que ocorre quando um nêutron se transforma num próton o que causa uma polarização do semicondutor. Essas baterias podem ser bem pequenas e finas e um material de silicone poroso é usado para coletar o isótopo de Hidrogênio Tritio que é gerado no processo. E o melhor não para por aí, já que a bateria, após 25 ou 30 anos se torna inerte e não tóxica. Se tudo correr bem, esse tipo de bateria pode ser lançado em 2 ou 3 anos. Pensando em outro uso, o dos veíulos, essas baterias podem durar até 4000 Km sem precisar recarregar.

Via: NewLaunches.

Extraído da Revista ComCiencia, texto por Luciano Valente

 

Entre os dias 24 e 29 de setembro, ocorreu em Portugal o evento Prototipagem Virtual Rápida 2007 (VR@P, na sigla em inglês). Realizado no Instituto Politécnico de Leiria. O fórum tinha como objetivo promover a integração entre as várias disciplinas envolvidas na pesquisa de protótipos físicos e virtuais. Com três trabalhos sobre o software InVesalius, a equipe brasileira do Centro de Pesquisas Renato Archer (CenPRA), localizado em Campinas (SP), ganhou destaque pelo trabalho conjunto de médicos e programadores e também pelo fato do software ser livre.

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