Archive for the ‘Mercado’ Category

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Os exosqueletos estão se tornando comuns para algumas tarefas mais pesadas, e esse modelo que será apresentado pela Honda, na feira Barrier Free 2008, na próxima semana em Osaka no Japão poderá ajudar pessoas com deficiências de locomoção.

Utilizando algumas tecnologias que foram desenvolvidas para o robô ASIMO, esse assistente obteria informações dos sensores localizados no quadril e ajudaria o usuário a manter uma postura ereta, utilizando ainda servo motores para ajudar na caminhada.

Vía: Autoblog

icehouse.jpgAs empresas de processamento de dados ou mesmo o setor de TI de uma grande empresa, usam um ou mais servidores que nada mais são do que computadores maiores e mais parrudos, que tem vários processadores e discos rígidos e que claro, esquentam muito mais. Por isso, precisam de um lugar próprio e bem refrigerado (frio mesmo, com o pessoal tendo que usar casaco às vezes), o chamado CPD (centro de processamento de dados). Recentemente, grandes empresas de TI como a IBM, passaram a prestar serviços de processamento remoto de dados e manutenção de servidores, substituindo o CPD por suas próprias instalações e barateando assim os custos para os clientes. Com esta concentração, os gastos com refrigeração comecaram a se revelar preocupantes e empresas globais como Verizon, Yahoo, Google, Microsoft, que vivem esclusivamente de TI, começaram a buscar alternativas para diminuir seus próprios custos com as centenas de servidores nos diversos centros de dados que possuem. Para se ter uma idéia, estima-se que em 2006, nos EUA, foram gastos US$ 4,5 bilhões em refrigeração e energia para centros de dados e para cada dólar gasto em equipamento, gasta-se 0,50 centavos para alimentá-lo e resfriá-lo, ou seja, a metade do custo. E para as industrias de prestação de serviços, diminuir custos significa estar à frente dos rivais.

Começou então uma busca global por áreas aonde fosse possível instalar centros de processamento de dados com baixo custo. A Microsoft gastou US$ 2 bilhões em quatro novos centros de dados em Chicago, Dublin, San Antonio e Quincy, no estado de Washigton e agora busca novos lugares como a Islândia e a Sibéria.

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Como parte da sua estratégia de market-share na internet, além de ter o Yahoo em vista, a Microsoft busca atacar em outras frentes. Ao que parece, o alvo desta vez é o site Digg.com, um portal de notícias em que os próprios usuários escrevem as matérias e falam sobre tudo e com o qual a Microsoft assinou, no ano passado, um contrato de publicidade de três anos. Um pequeno detalhe: o contrato termina se alguma empresa comprar o portal. Dizem por aí que a Microsoft estaria de olho por que outras empresas de mídia também estão interessadas. O preço do Digg.com está em torno de US$ 225 mihões e a idéia parece tão boa que o Goggle lançou no ano passado um novo serviço: o “Like it?”, sua versão do “Digg it”, da Digg.com. Mes passado foi a vez do Yahoo, com o seu Yahoo Buz.

E por falar no Yahoo, enquanto atrasa a reunião da diretoria para frustrar os planos da Microsoft, negocia uma fusão com a America Online (AOL), para tentar fugir finalmente do assédio do Tio Bill. O detalhe sórdido é que o Google detém 5% das ações da AOL e especula-se que, caso a fusão se concretize, a nova empresa abrirá mão da sua parcela do mercado de propaganda online em favor do Google, fortalecendo ainda mais a sua liderança. Isto explicaria porque a Microsoft está tão obstinada em fechar esta compra de vez.

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Mas nem tudo na vida do Google é fácil: sua estratégia de fornecer propaganda via tv a cabo, ainda em testes, já está gerando reações. As empresas Comcast, Time Warner Cable, Cablevision, Cox Communications, Charter Communications and Bright House Networksare estão aderindo ao Project Canoe (ou seja Projeto Canoa, tem este nome porque todos estão no mesmo barco), de valor inicial de US$ 150 milhões, que pretende fazer frente às ambições da empresa de Page e Brin nesta área.

O Yahoo, anuncia um plano de indenização para seus funcionários, caso a empresa acabe sendo comprada. Esta indenização seria paga no caso de, no período de dois anos depois da compra da empresa pela Microsoft, o bill-chess.JPGfuncinário fosse mandado embora ou tivesse que sair por alguma “boa razão”. Com isto, o Yahoo pretende diminuir a ansiedade em suas instalações, causada pela oferta agressiva da empresa do Tio Bill. O segundo maior acionista, Bill Miller, e que como outros acionistas, tem participação em ambas as empresas, quer que a Microsoft aumente a sua oferta para mais de US$ 31 por ação, somente uns US$ 1,4 bilhões a mais. A oferta também sofre resistência por parte do co-fundador Jerry Yang, que em carta aos acionistas, disse que a empresa está em uma posição estratégia para aproveitar o crescimento do mercado global de publicidade, que segundo estima deve chegar à US$75 bilhões em 2010.

Enquanto isso, a Microsoft tenta aliciar o maior número de acionistas possíveis, para que influencem na votação do conselho de administração do Yahoo!, a ser realizado no dia 13 de março, de modo a selecionar pessoas mais favoráveis à sua oferta inicial. Este esforço se deve ao fato que a Microsoft não quer aumentar a oferta, já que espera gastar uns US$ 30 milhões em custos com a aquisição (Fala sério! Eles dão uma oferta de US$ 44,5 BILHÔES e estão preocupados com uns milhõeszinhos a mais? Que pobreza! Pede emprestado pro Tio Bill!). A Microsof, preocupada em não perder terreno para o Google num futuro próximo dentro da Internet, tentará todos os meios legais para fechar a compra, porém em um clima amigável, já que teme uma demissão em massa caso force a barra (É por isso que os funcionários da Yahoo estão ansiosos…). Por isso, Kevin Johnson, de grupo de plataforma e serviços da Microsoft, já aditantou  que os funcionários podem ficar tranquilos, que não irá demitir muitos caso a compra seja efetivada, que não há escassez de oportunidades técnicas, etc… (blá, blá , blá… Vamos ver).

Também de olho no mercado global e enquanto critica a oferta da Microsoft (já que vai reunir seus dois maiores concorrentes), o Google segue com seus planos de crescimento: está investindo no projeto Unity, que criará um cabo submarino de 10.000 km ligando os EUA ao Japão, a um custo estimado de US$ 300 milhões. Partipam as empresas Bharti Airtel, Singapore Telecommunications, Bharti Airtel, KDDI, Pacific Internet e Global Transit. As empresas NEC Corp. e Tyco Telecommunications serão responsáveis pela contrução e instalação do sistema, que deverá alcançar 7,68 Tbps de banda. Este novo acesso irá facilitar e baratear custos do Google em sua expansão nos mercados asiáticos. Em outro movimento, a empresa disputa o leilão das faixas de 700 Mhz, em solo americano.

Está vendo como somos importantes, meu caro usuário de internet? Todas esteas empresas estão gastando os tubos para encher a sua telinha (e o seu e-mail, seu celular, sua televisão, etc…) de propaganda! Agora faça as contas: se ees esperam um mercado de US$ 75 bilhões apenas em propaganda, quanto será a movimentação de grana real (compra e venda)? Acho que vou abrir uma lojinha on-line…

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A Yahoo! Rejeitou a oferta bilionária de US$ 44,5 bilhões de dólares feita pela Microsoft, mesmo sendo este valor 62% acima do valor das ações na bolsa de Nova York (US$31,00 no dia da oferta). Isso se deve a dois fatores: primeiro a bolsa não define o valor de empresa alguma, mas o que os investidores acham que ela vale (o valor real está nos livros contábeis); segundo que a Yahoo! acha que vale mais. Uns 30% a mais. Na verdade US$ 40,00 por ação.

O Yahho! teme perder a sua independência se fechar o acordo e nos bastidores, está negociando com o Google uma maneira de unificar os dois motores de busca e conversa também com a AOL em busca de uma fusão. Oficialmente, diz que está “continuamente avaliando todas as opções estratégicas, no contexto da rápida evolução do ambiente da indústria, e que continua empenhado na busca de alternativas que possam maximizar valor da empresa para todos os acionistas”. Ou seja, enrolando e ganhando tempo.

No dia 1o. deste mês, a Microsoft ofereceu US$44,6 bi pelo Yahoo! com o objetivo de invadir o crescente mercado de publicidade online. Segundo a empresa de Bill Gates, a oferta daria um lucro aos acionistas de 62% em relação à cotação das ações da Yahoo! na bolsa naquele dia, além de “criar um mercado mais competitivo” segundo a empresa, ou seja, incomodar a hegemonia do Google em um mercado de US$40 bi em 2007 e que se espera que dobre até 2010. Esta oferta é bem oportunista, já que a Yahoo! parece passar por um inferno astral: no dia anterior anunciou 23% de prejuízo, demitiu mil funcionários (do total de 14,5 mil), o ex-chefe executivo Terry Semel deixou a junta diretora e o diretor executivo, Jerry Yang (co-fundador), informou que pensa em reduzir em até 7% a massa salarial ainda em fevereiro.

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A notícia veio um dia após a Justiça dos Estados Unidos anunciar que continuará monitorando, a Microsoft para se certificar que ela não adote práticas monopolistas (Imagina! Nunca fizeram isso!…) extendendo o prazo até 2009. Talvez isso deixe o Google um pouco mais tranquilo, já que acusou o golpe: chamou de “pertubadora” a negociata e afirma que a rival pode “estender para a internet o mesmo tipo de influência ilegal e inapropriada que mantém sobre os PCs” como declarado no blog corporativo, além de frases como “Enquanto a internet premia inovação competitiva, a Microsoft procurou estabelecer monopólios –e então usar sua dominação para novos mercados adjacentes” dita por David Drummond, vice-presidente de Desenvolvimento Corporativo (De onde eles tiram tanto pensamento negativo?).

O Google tem telhado de vidro se falar domínio do mercado: a consultoria comScore afirma que em dezembro, o Google foi utilizado para 62,4% das buscas, seguido pelo Yahoo!, com 12,8%. Já a Microsoft ficou com apenas 2,9%. Este será o argumento da defesa da Microsoft quando apresentar a oferta para aprovação pelo Congresso Americano.

Por ironia do destino, poucos anos atrás, O Yahoo!, que já foi a melhor ferramenta de busca da internet, decidiu não comprar o Google, quando Page lhes deu a oportunidade. (Se arrependimento matasse…)

Qtrax

    Segundo a Qtrax, serviço que será patrocinado por anúncios, foi fechado um acordo com 4 grandes gravadoras para liberar 25.000.000 (isso mesmo, 25 milhões) de músicas para download gratuito via rede P2P. O usuário poderá baixar quantas músicas quiser, que serão protegidas por DRM e só podem ser executadas no Qtrax Player (disponível apenas para Windows), um aplicativo online que exibe anúncios enquanto toca as músicas. Como o player exibe anúncios em tela cheia, isso que deve afastar usuários que escutam músicas trabalhando.

  No site da Qtrax, são informados acordos com a Universal Music, Sony-BMG, Warner Music Group e EMI, mas a Warner nega que tenha fechado acordo e a Universal e a EMI disseram, que negociam com a Qtrax, mas ainda não fecharam nenhum acordo. A Sony ainda não havia se pronunciado. Ainda segundo o site, a monetização será feita com um percentual da receita publicitária do serviço repassado às gravadoras e aos artistas mais ouvidos.

  Se o serviço deixar a fase beta e confirmar a participação dos grandes estúdios será mais um exemplo que as gravadoras estão flexibilizando suas exigências para vender músicas online.

Pronta ou não, a Qtrax investiu 30 milhões de dólares na empreitada e se dará certo ou não, só após o lançamento saberemos

Via: Engadget

 Acho que a TV digital não emplaca de cara. Será muito caro e como diz o artigo de capa da Revista Pesquisadores no projeto de implantação no CNPQPesquisadores no projeto de implantação no CNPQ149_materia.jpgComCiência, quem pode pagar, já possui internet banda larga (com opção de comprar uma placa de cídeo e ver TV no micro). O fato é que as empresas estão apostando em um sucesso semelhante á da internet. A história já mostrou que não é bem assim que acontece. A internet foi sucesso independente das ações de empresas. São as pessoas e suas necessidades que fizeram a internet o que é. Tradicionalmente as redes de televisão controlam o conteúdo, o que as pessoas podem ver. Se a interatividade (que não virá agora), for controlada ou direcionada nos moldes tradicionais das redes televisivas, ninguém irá usá-la e nem pagar por ela. A internet evoluiu muito em parte por que confere acesso a serviços e conteúdos muitas vezes gratuitos. Eu não me vejo pagando o acesso e o conteúdo que apenas para entretenimento. Ou alguém já ouviu falar que operadoras de tv a cabo ganham a maior parte do faturamento por causa do pay-per-view?

Dia 25 de fevereiro de 2008, será o lançamento do “Orkut dos ricos” no Brasil: a rede social exclusiva Social Life, criada pelo empresário Nilton Alexandre de Souza e mais três investidores paranaenses. O site pretende oferecer várias funcionalidades extras, além daquelas já oferecidas pelas redes de relacionamento atuais como possibilidade de fechamento de negócios, serviços, consultorias, entretenimento, informação e até oportunidades de emprego.

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A idéia pega onda no crescente sucesso das redes sociais como Orkut, Facebook e MySpace e é inspirada no ASmallWorld - rede para ricos americanos e que conta hoje com 260 mil usuários, 7% deles brasileiros. o Social Life, é um site onde “as personalidades mais famosas e bem-sucedidas do Brasil vão poder mostrar seu estilo, luxo e glamour”. O público-alvo do projeto são as famílias das classes A e B, cuja renda é de mais de dez salários mínimos por mês (R$3,8 mil), fatia da sociedade que aumentou 7,3% em 2007, segundo pesquisa da Latin Panel. Espera-se que novo site renda 4,3 milhões por mês aos criadores.

Embora qualquer pessoa possa se cadastrar e convidar amigos, todos deverão passar pelos rigorosos critérios estabelecidos pela equipe da Social Life, que irá checar dados como perfil pessoal, social e profissional do candidato. Apenas os selecionados serão efetivamente usuários do sistema, além de ter que pagar R$ 79 por mês para continuar usando o serviço. O Social Life espera receber 550 mil pessoas até fevereiro do ano que vem, sendo que apenas 10% deverão ser aceitos. Após fevereiro de 2008, apenas pessoas convidadas pelos usuários poderão entrar.

Por Fabio Reynol para Revista ComCiência
 
“O que foi que Deus arrumou?” Esta pergunta entrou para a história em 2 de maio de 1844 quando foi possível percorrer 65 quilômetros entre as cidades de Washington e Baltimore à velocidade da luz. O telégrafo, uma patente recém-registrada pelo norte-americano Samuel Morse, inaugurou naquela data o mundo da comunicação instantânea. A invenção gerou a dissociação do transporte com a comunicação de uma vez por todas e foi o gatilho de outras tecnologias que aumentaram o tamanho e o alcance das mensagens e, para alguns, encolheram o planeta.

Há quase dois séculos daquela transmissão, somos os herdeiros de suas conseqüências, entre elas, o aparato tecnológico que inclui as redes de alta velocidade (com e sem fio), os satélites, as fibras óticas, as antenas, os transmissores, os computadores e até os programas que gerenciam e movimentam as informações. Toda essa parafernália, cujo representante mais popular é a internet, foi batizada de Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) e seu advento ainda está mudando a nossa sociedade, nossa economia, cultura, maneira de interagir com o mundo e de entendê-lo.

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