Archive for the ‘Internet’ Category

Microsoft x Yahoo!: agora é só um pedacinho…

A Microsoft desistiu de comprar a Yahoo! e retirou a sua oferta de compra de quase 48 bilhõs de dólares, mas isso não quer dizer que irá desistir de aumentar sua participação no mercado de propaganda e serviços online. Durante o lançamento de um novo centro de desenvolvimento da Micorsoft em Israel, Steve Balmer, o atual presidente da emrpresa, disse qualquer nova oferta não será mais para a aquisição total da Yahoo!, mas não descarta uma parceria entre ambas empresas. Já a mesa diretora do Yahoo! continua analisando várias estratégias a fim de tirar o Yahoo! do sufoco, e por isso mesmo não descarta uma parceria com a Microsoft.

 Como a Microsoft está preocupada com a expansão do Google, há rumores que sugerem que apenas as ferramentas de busca do Yahoo! estejam na mira de uma nova proposta de compra e que a empresa pretende se tornar sócia minoritária, uma opção que parece ter o apoio de acionistas de peso na Yahoo!. Já que não pôde comprar tudo, ficaria pelo menos com o pedaço que interessa, o Yahoo! Search. Ou talvez faça a mesma coisa que está fazendo com o Facebook: comprou uma parte e agora quer o restante. No caso do Yahoo! talvez esteja apenas dando o primeiro passo para uma nova investida na compra total.

Últimos capítulos da novela:

O xadrez do mercado de internet

Yahoo! pede mais

A Microsoft quer o Yahoo!

Google Health

Seguindo o caminho já trilhado pela Microsoft, com seu Health Vault, criado ano passado, pela WebMD e a Revolution Health Group, o Google lança o seu mais novo serviço: o Google Health, aonde o usuário poderá disponibilizar seus dados médicos online, para que sejam analisados por médicos, clínicas, farmácias ou serviços de emergência, permitindo que eles tenham uma visão completa e atualizada de sua saúde. A idéia surgiu depois que o Google constatou que um terço de seus usuários usaram seu buscador em assuntos como doenças ou remédios.

Como todo lançamento do Google, o serviço ainda está em fase beta (fase inicial, sem muitas garantias de funcionamento correto), disponível apenas em inglês, mas já foram fechadas parcerias com centros médicos nos EUA, como o Longs Drug Stores, o Walgreens Pharmacy e o Beth Israel Deaconess Medical Center entre outros, para que os pacientes destas entidades possam importar seus dados médicos para sua conta no Google Health. Dúvida natural, a segurança das informações está garantida, pois segundo afirma o Google, os servidores aonde seram alocados os dados serão mais seguros que do os dos demais serviços da empresa e o usuário poderá conceder ou bloquear o acesso aos seus dados a qualquer momento. Porém, no futuro com o acúmulo de informações a empresa pretende realizar pesquisas genéricas (sem identificação da pessoa) sobre o comportamento de um grupo específico, como qual o remédio mais usuado por hipertensos, terapia mais usada para problemas de coluna, etc…

Para quem tem problemas recorrentes ou de necessidade de atendimento multidisciplinar, o novo serviço será de grande ajuda, pois ao invés de carregar os exames de raio-x, eletro, exame de sangue, receitas, etc… para cada especialista diferente, todos os dados estarão num só lugar, precisando apenas que o usuário autorize o acesso.

Apple triplica número de usuários do Safari com estratégia agressiva

O marketshare do Safari triplicou desde 18 de março de 2008. Isso graças ao novo update da Apple, que insere por default a instalação do Safari em outros produtos, como o iTunes. Ou seja, o usuário mais distraído vai baixar e instalar o Safari ao tentar fazer os updates do iTunes, e se estiver em auto-updates, nem terá esta opção. Esta alteração foi feita desde o Safari 3.1. E o problema é que muitos usuários talvez não quisessem a instalação deste software. Por mais que esteja indicado na janelinha do update, fica a impressão que a Apple está empurrando a instalação do seu browser para todos. É como aquelas letrinhas miúdas no final dos contratos. Afinal, quem é que lê com atenção todas as telas da instalação e dos updates de softwares? Alguém talvez leia, mas não a maioria. Mas parece que a estratégia agressiva de distribioção do software parace que teve resultado positivo.Fonte: TechRadar

Show!!! Google Translate agora com 506 combinações de traduções

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 A Google atualizou o seu site de tradução: http://translate.google.com, para o que talvez seja o mais completo site de traduções gratuitas da internet. Fazendo traduções entre quaisquer dos idiomas anteriormente presentes no site, a brincadeira pode suportar inglês, alemão, árabe, búlgaro, chinês simplificado, chinês tradicional, croata, checo, dinamarquês, holandês, finlandês, francês, grego, hindi, italiano, japonês, coreano, norueguês, polaco, português, romeno, russo, espanhol e sueco. Ao todo são 506 combinações diferentes de traduções.

Tem ainda uma facilidade que é Detectar Idioma, quando você não sabe ou tem textos de diferentes idiomas para traduzir, eu tentei com três diferentes e aparentemente funcionou, mas com mais de três idiomas não ficou tão bom.

Nem tudo é perfeito, mas acho que o Google Translate está caminhando para lá.

Via: Google Operating System.

Chique e virtual

superexclusivo.JPGDepois do Orkut dos ricos e famosos, a elite endinherada, percentual emergente da sociedade em face do recente crescimento brasileiro (e que não deve parar tão cedo já que somos investment grade) tem disponível mais um serviço diferenciado: os outlet virtuais, lojas online de artigos de luxo exclusivas.

São 18 ao todo no mercado brasileiro (o conceito veio da Europa) e entre elas se destaca o Superexclusivo, o primeiro site do tipo no Brasil, e que em apenas cinco meses de operação, já planeja expandir o negócio para México e Argentina. O segredo do sucesso parece ser, além de vender marcas premium para as classes A e AA, dar descontos que podem chegar a até 70%. “Todo mundo gosta de oferta, até mesmo a elite. As pessoas se sentem melhor por estarem barganhando”, avalia André D´Angelo, especialista em marketing de luxo.

Para garantir a exclusividade, o site só aceita convidados indicados por alguns dos atuais 7 mil clientes cadastrados ou ser quiser pode indicar o e-mail e aguardar na fila de espera (como naquelas boates exclusivas de Nova York).

Fonte: Revista Amanhã

Lenovo Ideapad U8 com processador Intel Atom

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 Veja só o que a Lenovo anda fazendo em parceria com o novo processador Atom da Intel. Revelado no Intel IDF em Shanghai, o novo Ideapad U8 vem com tela touchscreen de 4.8″, mouse ótico, EDGE ou 3G. O dispositivo também vem com suporte aos aplicativos do MS Office, identificador de escrita cursiva e um GPS integrado chamado ”Live GPS”, teclado númerico de 12 teclas e mouse ótico. 

Ah! Não espere que o U8 rode Sistemas Operacionais da Microsoft, ele virá com Linux até a alma.

Veja o vídeo após o break.

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Plante uma árvore!

Calma! o TechnewsBR não virou site de jardinagem! É que a WWF (Word Wildlife Fundation)  junto com a Nokia e a Equinox Publishing lançaram um novo projeto para preservação do meio ambiente: o NEWtrees.

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Voce vai até o site www.mybabytree.org, doa uma árvore para o projeto por US$ 5,50, e ela será plantada na floresta tropical do Parque Nacional de Sebagau na Indonésia.
Agora vem a parte da tecnologia: voce receberá uma geotag (arquivo KML), com a exata latitude e longitude, de onde a sua árvore será plantada e poderá acompanhar literalmente o seu crescimento via Google Earth ou pelo Yahoo Maps.

O Google também incentiva outras boas causas, veja mais aqui.

Empresas de TI buscam o frio

icehouse.jpgAs empresas de processamento de dados ou mesmo o setor de TI de uma grande empresa, usam um ou mais servidores que nada mais são do que computadores maiores e mais parrudos, que tem vários processadores e discos rígidos e que claro, esquentam muito mais. Por isso, precisam de um lugar próprio e bem refrigerado (frio mesmo, com o pessoal tendo que usar casaco às vezes), o chamado CPD (centro de processamento de dados). Recentemente, grandes empresas de TI como a IBM, passaram a prestar serviços de processamento remoto de dados e manutenção de servidores, substituindo o CPD por suas próprias instalações e barateando assim os custos para os clientes. Com esta concentração, os gastos com refrigeração comecaram a se revelar preocupantes e empresas globais como Verizon, Yahoo, Google, Microsoft, que vivem esclusivamente de TI, começaram a buscar alternativas para diminuir seus próprios custos com as centenas de servidores nos diversos centros de dados que possuem. Para se ter uma idéia, estima-se que em 2006, nos EUA, foram gastos US$ 4,5 bilhões em refrigeração e energia para centros de dados e para cada dólar gasto em equipamento, gasta-se 0,50 centavos para alimentá-lo e resfriá-lo, ou seja, a metade do custo. E para as industrias de prestação de serviços, diminuir custos significa estar à frente dos rivais.

Começou então uma busca global por áreas aonde fosse possível instalar centros de processamento de dados com baixo custo. A Microsoft gastou US$ 2 bilhões em quatro novos centros de dados em Chicago, Dublin, San Antonio e Quincy, no estado de Washigton e agora busca novos lugares como a Islândia e a Sibéria.

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