A Intel garantiu no seu blog empresarial, que as especificaçãoes do novíssimo padrão USB 3.0 serão liberadas gratuitamente na web, sem custo algum, nem mesmo royaties. Isto irá facilitar a vida dos montadores indpendentes que poderão se adequar e produzir placas com a nova interface em breve. Segundo os rumores dos bastidores, havia o receio de que ela mantivesse o USB 3.0 só para si, ou seja apenas placas Intel o usariam. No desenvolvimento da USB 3.0 também estão as empresas: Microsoft (parceira fiel), HP, NXP Semiconductors, NEC e Texas Instruments no chamado USB 3.0 Promoter Group.
Não existe almoço grátis e a Intel não cresceu por ser boazinha. Ela sabe que para aproveitar a nova interface, que promete ser mais rápida (cerca de 5Gbit/s) do que a versão atual, mas ainda compatível com as versões anteriores, será necessário um processador mais parrudo e isso aumentará a demanda pelos seus chips Quad-Core. Ou seja, quanto mais rápido o USB 3.0 chegar ao mercado, melhor pra ela.
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O que mais falta falsificarem? O FBI está investigando o caso de roteadores e switches Cisco falsificados na China. Teme-se que estes equipamentos possam causar falhas inesperadas nas redes americanas. Poderiam também deixar as redes vulneráveis a ataques de segurança, devido a backdoors escondidos. Os modelos das séries 1000 e 2000 podem estar sendo afetados.
Falhas de hardware em equipamentos de redes são críticas, motivo pelo qual normalmente estes equipamentos passam por grande controle de qualidade, e portanto se espera alta confiabilidade. Uma vez ocorrida a falha, o tempo de resolução pode ser tal que gere prejuízos e outros inconvenientes.
Os problemas de hardware causadas por estes equipamentos falsificados poderiam ser tratadas como qualquer outra falha deste tipo. Já a possibilidade de uso de equipamentos comprometidos (por backdoors) para invadir redes nos EUA já são um problema totalmente diferente.
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As empresas de processamento de dados ou mesmo o setor de TI de uma grande empresa, usam um ou mais servidores que nada mais são do que computadores maiores e mais parrudos, que tem vários processadores e discos rígidos e que claro, esquentam muito mais. Por isso, precisam de um lugar próprio e bem refrigerado (frio mesmo, com o pessoal tendo que usar casaco às vezes), o chamado CPD (centro de processamento de dados). Recentemente, grandes empresas de TI como a IBM, passaram a prestar serviços de processamento remoto de dados e manutenção de servidores, substituindo o CPD por suas próprias instalações e barateando assim os custos para os clientes. Com esta concentração, os gastos com refrigeração comecaram a se revelar preocupantes e empresas globais como Verizon, Yahoo, Google, Microsoft, que vivem esclusivamente de TI, começaram a buscar alternativas para diminuir seus próprios custos com as centenas de servidores nos diversos centros de dados que possuem. Para se ter uma idéia, estima-se que em 2006, nos EUA, foram gastos US$ 4,5 bilhões em refrigeração e energia para centros de dados e para cada dólar gasto em equipamento, gasta-se 0,50 centavos para alimentá-lo e resfriá-lo, ou seja, a metade do custo. E para as industrias de prestação de serviços, diminuir custos significa estar à frente dos rivais.
Começou então uma busca global por áreas aonde fosse possível instalar centros de processamento de dados com baixo custo. A Microsoft gastou US$ 2 bilhões em quatro novos centros de dados em Chicago, Dublin, San Antonio e Quincy, no estado de Washigton e agora busca novos lugares como a Islândia e a Sibéria.
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Como parte da sua estratégia de market-share na internet, além de ter o Yahoo em vista, a Microsoft busca atacar em outras frentes. Ao que parece, o alvo desta vez é o site Digg.com, um portal de notícias em que os próprios usuários escrevem as matérias e falam sobre tudo e com o qual a Microsoft assinou, no ano passado, um contrato de publicidade de três anos. Um pequeno detalhe: o contrato termina se alguma empresa comprar o portal. Dizem por aí que a Microsoft estaria de olho por que outras empresas de mídia também estão interessadas. O preço do Digg.com está em torno de US$ 225 mihões e a idéia parece tão boa que o Goggle lançou no ano passado um novo serviço: o “Like it?”, sua versão do “Digg it”, da Digg.com. Mes passado foi a vez do Yahoo, com o seu Yahoo Buz.
E por falar no Yahoo, enquanto atrasa a reunião da diretoria para frustrar os planos da Microsoft, negocia uma fusão com a America Online (AOL), para tentar fugir finalmente do assédio do Tio Bill. O detalhe sórdido é que o Google detém 5% das ações da AOL e especula-se que, caso a fusão se concretize, a nova empresa abrirá mão da sua parcela do mercado de propaganda online em favor do Google, fortalecendo ainda mais a sua liderança. Isto explicaria porque a Microsoft está tão obstinada em fechar esta compra de vez.

Mas nem tudo na vida do Google é fácil: sua estratégia de fornecer propaganda via tv a cabo, ainda em testes, já está gerando reações. As empresas Comcast, Time Warner Cable, Cablevision, Cox Communications, Charter Communications and Bright House Networksare estão aderindo ao Project Canoe (ou seja Projeto Canoa, tem este nome porque todos estão no mesmo barco), de valor inicial de US$ 150 milhões, que pretende fazer frente às ambições da empresa de Page e Brin nesta área.
A Microsoft lançou a mais nova versão do seu sistema operacional: o Windows Server 2008. Servindo apenas para servidores, é baseado no kernel do Windows Vista SP1, e inclui novas tecnologias como a Hyper-V, para virtualização (uma única máquina pode funcionar como vários servidores independentes, inclusive com outros sistemas operacionais), melhorias na área de desenvolvimento web como o ISS 7.0, mais segurança com novidades como o BitLocker Driver Encryption (criptografia para os drives), possibilidade de rodar com plataforma de núcleos multiplos (que segundo o suporte podem chegar a milhares) e o PowerShell, para criação e execução de scripts que faz parte de um pacote melhorado de ferramentas administrativas.
Na instalação é possível optar por não usar a interface gráfica (Ei! eu só uso o windows por causa da interface gráfica! Assim prefiro Linux!), o que facilita a conexão remota pois deixa o sistema mais leve. A virtualização, um contra ataque contra a VMware, líder desta tecnologia, segue o padrão Microsoft de qualidade: vende uma tosquice, para derrubar o concorrente e depois lança uma versão que presta (que eles prometem para daqui a seis meses, se é que vai prestar). Visitando a página do Windows Server 2008 na Microsoft, achei interessante um link para comparar o Lunix, Unix ou Mainframe com o Windows Server 2008. Eu esperava uma comparação honesta, mas é claro que nada vindo da Microsoft é totalmente imparcial, mesmo quando pretende. Do lado do Windows Server, mil comentários elogiosos sobre o progresso e confiabilidade, e para o outro OS, só malhação. E olha que eu estava até inclinado a concordar com alguns argumentos, como o de segurança: se o Linux é aberto, então furar a segurança do sistema seria mais fácil, ao contrário da caixa preta do Windows. Ou como o Linux não é tão gratuito quando se pensa sobre o preço cobrado pelo suporte da Red Hat, por exemplo. Num dos documentos de comparação vi este quadro que mostra como o Windows passa a ser mais barato 16% em 6 anos! Em seis anos se troca o sistema da empresa! Tem ou não pinta de conversinha fiada?
Os próximos lançamentos da Microsoft, como normalmente ocorre, serão o SQL Server 2008 e o Visual studio 2008, aguarde, pois um dia chegarão.
Mais sobre o Windows Server 2008, no Wikipedia
O Yahoo, anuncia um plano de indenização para seus funcionários, caso a empresa acabe sendo comprada. Esta indenização seria paga no caso de, no período de dois anos depois da compra da empresa pela Microsoft, o funcinário fosse mandado embora ou tivesse que sair por alguma “boa razão”. Com isto, o Yahoo pretende diminuir a ansiedade em suas instalações, causada pela oferta agressiva da empresa do Tio Bill. O segundo maior acionista, Bill Miller, e que como outros acionistas, tem participação em ambas as empresas, quer que a Microsoft aumente a sua oferta para mais de US$ 31 por ação, somente uns US$ 1,4 bilhões a mais. A oferta também sofre resistência por parte do co-fundador Jerry Yang, que em carta aos acionistas, disse que a empresa está em uma posição estratégia para aproveitar o crescimento do mercado global de publicidade, que segundo estima deve chegar à US$75 bilhões em 2010.
Enquanto isso, a Microsoft tenta aliciar o maior número de acionistas possíveis, para que influencem na votação do conselho de administração do Yahoo!, a ser realizado no dia 13 de março, de modo a selecionar pessoas mais favoráveis à sua oferta inicial. Este esforço se deve ao fato que a Microsoft não quer aumentar a oferta, já que espera gastar uns US$ 30 milhões em custos com a aquisição (Fala sério! Eles dão uma oferta de US$ 44,5 BILHÔES e estão preocupados com uns milhõeszinhos a mais? Que pobreza! Pede emprestado pro Tio Bill!). A Microsof, preocupada em não perder terreno para o Google num futuro próximo dentro da Internet, tentará todos os meios legais para fechar a compra, porém em um clima amigável, já que teme uma demissão em massa caso force a barra (É por isso que os funcionários da Yahoo estão ansiosos…). Por isso, Kevin Johnson, de grupo de plataforma e serviços da Microsoft, já aditantou que os funcionários podem ficar tranquilos, que não irá demitir muitos caso a compra seja efetivada, que não há escassez de oportunidades técnicas, etc… (blá, blá , blá… Vamos ver).
Também de olho no mercado global e enquanto critica a oferta da Microsoft (já que vai reunir seus dois maiores concorrentes), o Google segue com seus planos de crescimento: está investindo no projeto Unity, que criará um cabo submarino de 10.000 km ligando os EUA ao Japão, a um custo estimado de US$ 300 milhões. Partipam as empresas Bharti Airtel, Singapore Telecommunications, Bharti Airtel, KDDI, Pacific Internet e Global Transit. As empresas NEC Corp. e Tyco Telecommunications serão responsáveis pela contrução e instalação do sistema, que deverá alcançar 7,68 Tbps de banda. Este novo acesso irá facilitar e baratear custos do Google em sua expansão nos mercados asiáticos. Em outro movimento, a empresa disputa o leilão das faixas de 700 Mhz, em solo americano.
Está vendo como somos importantes, meu caro usuário de internet? Todas esteas empresas estão gastando os tubos para encher a sua telinha (e o seu e-mail, seu celular, sua televisão, etc…) de propaganda! Agora faça as contas: se ees esperam um mercado de US$ 75 bilhões apenas em propaganda, quanto será a movimentação de grana real (compra e venda)? Acho que vou abrir uma lojinha on-line…
Acho que a TV digital não emplaca de cara. Será muito caro e como diz o artigo de capa da Revista ![]()
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ComCiência, quem pode pagar, já possui internet banda larga (com opção de comprar uma placa de cídeo e ver TV no micro). O fato é que as empresas estão apostando em um sucesso semelhante á da internet. A história já mostrou que não é bem assim que acontece. A internet foi sucesso independente das ações de empresas. São as pessoas e suas necessidades que fizeram a internet o que é. Tradicionalmente as redes de televisão controlam o conteúdo, o que as pessoas podem ver. Se a interatividade (que não virá agora), for controlada ou direcionada nos moldes tradicionais das redes televisivas, ninguém irá usá-la e nem pagar por ela. A internet evoluiu muito em parte por que confere acesso a serviços e conteúdos muitas vezes gratuitos. Eu não me vejo pagando o acesso e o conteúdo que apenas para entretenimento. Ou alguém já ouviu falar que operadoras de tv a cabo ganham a maior parte do faturamento por causa do pay-per-view?
Por Fabio Reynol para Revista ComCiência
“O que foi que Deus arrumou?” Esta pergunta entrou para a história em 2 de maio de 1844 quando foi possível percorrer 65 quilômetros entre as cidades de Washington e Baltimore à velocidade da luz. O telégrafo, uma patente recém-registrada pelo norte-americano Samuel Morse, inaugurou naquela data o mundo da comunicação instantânea. A invenção gerou a dissociação do transporte com a comunicação de uma vez por todas e foi o gatilho de outras tecnologias que aumentaram o tamanho e o alcance das mensagens e, para alguns, encolheram o planeta.
Há quase dois séculos daquela transmissão, somos os herdeiros de suas conseqüências, entre elas, o aparato tecnológico que inclui as redes de alta velocidade (com e sem fio), os satélites, as fibras óticas, as antenas, os transmissores, os computadores e até os programas que gerenciam e movimentam as informações. Toda essa parafernália, cujo representante mais popular é a internet, foi batizada de Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) e seu advento ainda está mudando a nossa sociedade, nossa economia, cultura, maneira de interagir com o mundo e de entendê-lo.
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Já haviámos comentado a possibilidade aqui e realmente ocorreu: a Microsoft teve o seu Open XML rejeitado pela JTC1, o comitê técnico da ISO (Organização Internacional de Padrões). A empresa deverá ter uma nova chance em fevereiro do ano que vem, na próxima reunião do comitê em Genebra, quando deverá ter revisado o padrão à luz das críticas feitas neste último encontro e ter feito as devidas correções. Se tivessem feito isso com o Windows…
O novo chip da Intel promete transmitir a uma velocidade de 160 gigabits por segundo, o suficiente para transmitir um filme em um segundo, ao invés dos 30 minutos utilizados em banda larga. Ótimo. Mas é como dizem: a ocasião faz o ladrão. Depois não venham perguntar porque a pirataria ficou mais fácil…
Segue notícia no TI Inside. E no G1.




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