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	<title>TechNewsBR &#187; Inclusão digital</title>
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		<title>2º GNUGRAF será no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 15:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda edição da GNUGRAF, primeiro evento de computação gráfica livre da América Latina, será na Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), na Urca, durante os dias 22 e 23 de Agosto. O evento será gratuito e contará com a presença de designers, animadores, Djs, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/08/gnugraflogo.JPG"><img class="size-full wp-image-2326 alignleft" style="margin: 4px;" title="gnugraflogo" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/08/gnugraflogo.JPG" alt="gnugraflogo" width="218" height="75" /></a>A <a href="http://gnugraf.org/" target="_blank">segunda edição da GNUGRAF</a>, primeiro evento de computação gráfica livre da América Latina, será na Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), na Urca, durante os dias 22 e 23 de Agosto. O evento será gratuito e contará com a presença de designers, animadores, Djs, Vjs, produtores e artistas ligados à computação gráfica e conta com o apoio do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia, da Escola de Informática Aplicada, SERPRO, Hostnet, Clavis, Linux Solutions, Pontão da Eco, VR Livre, Blender Pro, Revista Epírito Livre, Linux Solution, Clavis, Desenrolo Produções, Ricolândia e Quadro Chave Produções.</p>
<p><a href="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/08/2gnugraf.JPG"><img class="aligncenter size-full wp-image-2327" title="2gnugraf" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/08/2gnugraf.JPG" alt="2gnugraf" width="548" height="246" /></a></p>
<p>No evento, que contará com 12 minicursos e 16 palestras, além de contar com um espaço aberto com um datashow onde o público pode fazer palestras que não estão no cronograma oficial. Um dos mais interessantes com certeza será o de Luís Carlos Retondaro, engenheiro coordenador da Blender Pro, que ministrará um curso sobre desenvolvimento de Games 3D com a ferramenta Blender.  Denominado de &#8220;Introdução ao Motor de Jogos Blender Game Engine&#8221;, acontecerá no sábado as 9 horas. Não haverão inscrições antecipadas, as vagas vão sendo preenchidas de acordo com a chegada do público.</p>
<p>Confira a grade e demais detalhes no <a href="http://gnugraf.org/" target="_blank">site oficial</a>.</p>
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		<title>Novas tecnologias proporcionam ambiente colaborativo na escola</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 14:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inclusão digital]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Enio Rodrigo da revista ComCiência Após aproximadamente dois anos de trabalho, o Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied), da Unicamp, fez um balanço das atividades desenvolvidas pelo projeto TIME (Tecnologia e Mídias Interativas na Escola), no qual dá pistas de como diminuir a distância criada pelas novas tecnologias, que parece afastar professores e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1688" href="http://www.technewsbr.com/2009/05/11/novas-tecnologias-proporcionam-ambiente-colaborativo-na-escola/tecnaescola/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1688" title="tecnaescola" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/05/tecnaescola.jpg" alt="tecnaescola" width="640" height="480" /></a></p>
<p><a href="http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3&amp;noticia=533" target="_blank"><strong>Por Enio Rodrigo da revista ComCiência</strong></a></p>
<p>Após aproximadamente dois anos de trabalho, o Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied), da Unicamp, fez um balanço das atividades desenvolvidas pelo <a href="http://timeblogando.blogspot.com/" target="_blank">projeto TIME (Tecnologia e Mídias Interativas na Escola)</a>, no qual dá pistas de como diminuir a distância criada pelas novas tecnologias, que parece afastar professores e alunos dentro da sala de aula. O projeto beneficia atualmente 1.300 alunos da rede pública de Hortolândia (SP), além dos professores e pais de alunos que também participam da interação com as salas multimídias instaladas em duas escolas municipais de ensino fundamental: Fernanda Graziella Resende Covre e Parque dos Pinheiros, ambas na periferia da cidade.</p>
<p><span id="more-1687"></span></p>
<p>O projeto, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e em parceria com a prefeitura local, apostou na montagem de laboratórios de multimídia e na capacitação teórica e técnica de professores. O resultado é a aproximação de professores, alunos e comunidade &#8211; através da figura dos pais e familiares dos alunos &#8211; no desenvolvimento de trabalhos colaborativos e de inclusão digital.</p>
<p>“Eu tinha pavor de qualquer coisa tecnológica”, desabafa Silvana Paula de Souza, uma das professoras mais antigas do projeto. “Acabei aprendendo junto com os alunos”, completa. Para participar do projeto TIME, cada professor escreve um sub-projeto para desenvolver em sala de aula. Silvana, professora da escola Fernanda Covre, confessa que o primeiro sub-projeto que escreveu teve grande influência de sua formação em psico-pedagogia. Ao chegar em sala de aula, percebeu que a realidade dos alunos pedia outras ações que envolvessem a participação dela como facilitadora na construção de outros sentidos para as tecnologias, de uma aproximação mais humanizada com a informática e os equipamentos disponíveis. Não teve medo, rasgou o sub-projeto original e escreveu outro.</p>
<p>“Cheguei em uma classe com a auto-estima muito baixa e resolvi ampliar o projeto para poder me apropriar de outras ações, como teatro e fotografia, para poder desenvolver ações que permitissem aos alunos se auto-conhecerem e valorizarem suas produções”, diz a professora. Um dos primeiros exercícios que propôs foi pedir aos alunos se descreverem, e a primeira ferramenta usada no laboratório foi um editor de textos. Rapidamente, ela observou que os alunos que já sabiam usar o computador &#8211; mais da metade da classe &#8211; ou aqueles que descobriam novas funções no software se organizavam e repassavam a informação para os colegas. A professora admitiu sua dificuldade com o uso de determinados equipamentos e acabou estimulando os alunos a fazerem dela uma companheira de aprendizado.</p>
<p>Graças aos exercícios no editor de texto os alunos também começaram a desenvolver a prática da leitura e algumas dificuldades de alfabetização também foram deixadas para trás. Em um dos exercícios mais recentes, os alunos formaram duplas e ensinaram colegas de outras classes a fazer desenhos simples usando o software Paint. Um detalhe importante é o fato de Silvana dar aula para alunos da 2ª série do ensino básico, ou seja, crianças entre 6 e 7 anos que se auto-organizaram em um ambiente colaborativo de aprendizado, que inclui a professora como companheira e não como autoridade inflexível, e que veem sua produção se desdobrar através das mídias disponíveis no laboratório. “Começamos com produção de texto, pesquisamos informações na internet, produzimos fotografia com a máquina digital, fizemos uma história em quadrinhos usando o Paint, e agora estamos gravando um programa de rádioweb”, conta.</p>
<p>A mesma tática vem sendo usada por Rute Camargo, da escola Parque dos Pinheiros, uma das professoras mais novas no projeto, ao qual está integrada desde o semestre passado. Ela admite que, antes do ingresso no projeto TIME, estava na confortável posição de acomodação diante das novas tecnologias. “Eu sabia mexer com a máquina digital e fazer vídeos, mas muito pouco”, confessa. Motivada pelo fato de o projeto contar com bolsas-auxílio para o desenvolvimento dos sub-projetos, Camargo também viu uma classe com problemas de disciplina e alfabetização se organizar para nivelar os conhecimentos adquiridos ou trazidos anteriormente, além de os alunos tirarem dúvidas trazidas pela própria professora quanto à utilização de algumas funções dos equipamentos ou softwares.</p>
<p>“Eu tinha até mesmo medo de tocar nos equipamentos. A sala de multimídia, pra mim, era uma atividade extra-classe, que não se integrava com outras atividades”, conta. Essa distância dos alunos &#8211; também chamada de gap de geração -, que ainda é sentida por vários professores que não fazem parte do projeto, fazia com que, ao adentrar na sala multimídia, os alunos tomassem a dianteira nas atividades, tornando a sala difícil de gerenciar. “Eu tinha medo da bagunça que eles podiam fazer na sala multimídia, porque os alunos acabavam dominando a dinâmica”, afirma. Agora, professora e alunos trocam idéias. As obras a serem trabalhadas são escolhidas em conjunto e as atividades dentro da sala multimídia têm como objetivo o desenvolvimento das produções.</p>
<p>“Temos até um ‘combinado’ entre a gente: se eles acabarem as atividades propostas antes do tempo, podem usar os minutos finais da aula para jogos. Mas eles pedem autorização e a palavra final é minha”, completa. Além da sua mudança de comportamento em relação à informática e às tecnologias, Camargo também faz questão de apontar que o projeto estimula os professores a produzirem reflexões teóricas sobre o processo. “Acabei escrevendo um artigo para uma revista que circula na cidade e também submeti um resumo de artigo para a próxima reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)”, revela.</p>
<p>Esse estímulo à produção científica dos professores é um dos diferencias do projeto TIME, aproximando o professor do ensino fundamental e a universidade, trazendo dados que ajudem a analisar a atual situação da integração entre práticas pedagógicas e a informática. “O projeto prevê o desenvolvimento de atividades tanto dentro quanto fora da sala de aula, a partir de pesquisas dos alunos e seus professores, que conduzam a uma reflexão sobre os problemas da realidade, articulados aos impactos da tecnologia de informação e comunicação, e principalmente, no que se refere às suas implicações na prática pedagógica”, aponta João Vilhete D’Abreu, pesquisador do Nied e coordenador do projeto.</p>
<p>Outro ponto observado durante esses quase dois anos de projeto TIME foi o interesse de alguns pais nas atividades propostas nas escolas, a ponto de alguns deles pedirem para participar das aulas. “Temos que estar atentos ao efeito multiplicador desse tipo de experiência e, nesse caso, os fato de os alunos trazerem os pais para a experiência com novas mídias é o efeito direto desse processo. Além disso, contribuímos para a diminuição do isolamento que afeta as atuais gerações e as gerações de seus pais. Tudo isso faz parte do processo de fortalecimento do ensino público, que é a tônica desse projeto”, finaliza Vilhete.</p>
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		<title>iCloud: seu PC virtual online</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 15:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava demorando. Primeiro vieram os web mails, depois os drives virtuais, os sites armazenamento de fotos, músicas, etc&#8230; iniciativas como GoTomyPC (para acessar o seu PC remotamente)  e finalmente chegamos à evolução máxima:  computadores virtuais online! O serviço se chama iCloud (ou i-nuvem), criado pela empresa sueca Xcerion, e tem esse nome em referência à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1649 alignleft" style="margin: 4px;" title="icloudlogo" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/04/icloudlogo.png" alt="icloudlogo" width="218" height="71" />Estava demorando. Primeiro vieram os web mails, depois os drives virtuais, os sites armazenamento de fotos, músicas, etc&#8230; iniciativas como <a href="http://www.gotomypc.com/" target="_blank">GoTomyPC</a> (para acessar o seu PC remotamente)  e finalmente chegamos à evolução máxima:  computadores virtuais online! O serviço se chama<a href="http://icloud.com" target="_blank"> iCloud</a> (ou i-nuvem), criado pela empresa sueca <a href="http://xcerion.com/" target="_blank">Xcerion</a>, e tem esse nome em referência à &#8220;computação de nuvem&#8221;. Esta denominação vem da representação que se faz quando se desenha sistemas ligados à internet, que por seu tamanho e característica metamórfica, geralmente é representada por uma nuvem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1650" title="icloud" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/04/icloud.png" alt="icloud" width="457" height="237" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><span id="more-1648"></span><br />
O iCloud usa o <a href="http://www.ubuntu.com/" target="_blank">Ubuntu</a> (a versão mais amigável do Linux) para criar um PC virtual via browser, totalmente online, configurável e mais importante: de graça. Com direito a aplicativos básicos tanto para lazer quanto o para trabalho (como o Balanced Scorecard) e ainda disponibiliza 3Gb de espaço para seus arquivos e permite que voce os compartilhe online com seu grupo de amigos. Mas não espere rodar o Office lá, pois o iCloud segue a linha do software livre e os aplicativos e formatos da Microsoft não são. Entre os aplicativos tem o Word Converter, que converte os seus textos Word para o RichText Format e  o Presentation para as apresentações, mas nada sobre planilhas ainda.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1651" href="http://www.technewsbr.com/2009/04/13/icloud-seu-pc-virtual-online/icloud02/"><img class="alignnone size-medium wp-image-1651" title="icloud02" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2009/04/icloud02-300x209.png" alt="icloud02" width="420" height="292" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
Os criadores foram espertos em adotar controles simples que provavelmente fariam o serviço ser bloqueado nas empresas: o browser do iCloud obedece às restrições da rede aonde está sendo usado. Assim, nada de burlar o proxy para acessar o Orkut por meio do iCloud!</p>
<p>Conclusão; A idéia é ótima, parece bastante funcional e tem tudo para dar certo, principalmente quando se puder usar os arquivos office e se funcionar dentro de um iPhone. Vamos acompanhar.</p>
<p>De resto um pensamento não me deixa em paz: depois de vinte anos na informática e de ter deixado para trás meus primeiros anos na frente de um terminal IBM Elebra ou de um servidor Digix, estou percebendo um dejavú: nossos micros estão voltando pouco a pouco a serem terminais burros&#8230;</p>
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		<title>Oblong</title>
		<link>http://www.technewsbr.com/2008/11/21/oblong/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 18:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceito]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do Lasertouch, vem a empresa Oblong, mostrar que a interatividade virtual vista em Minority Report é possível, com seu G-Speak. g-speak overview 1828121108 from john underkoffler on Vimeo Mas mantenho minha opinião que movimentar um mouse ainda é o meio mais prático de trabalhar. Pela lei do menor esforço, fora algumas aplicações específicas, tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do <a href="http://www.technewsbr.com/2008/05/24/lasertouch-transforme-o-seu-monitor-em-um-touchscreen/" target="_blank">Lasertouch,</a> vem a empresa <a href="http://oblong.com/" target="_blank">Oblong</a>, mostrar que a interatividade virtual vista em Minority Report é possível, com seu G-Speak.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="225" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2229299&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="225" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2229299&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<a href="http://vimeo.com/2229299">g-speak overview 1828121108</a> from <a href="http://vimeo.com/user922585">john underkoffler</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a></p>
<p style="text-align: left;">
<p>Mas mantenho minha opinião que movimentar um mouse ainda é o meio mais prático de trabalhar. Pela lei do menor esforço, fora algumas aplicações específicas, tipo apresentações, teatro, shows de rock ou no máximo um designer ou arquiteto, em uma caverna virtual construindo uma estrutura enquanto passeia dentro dela, não há muita aplicação do G-Speak na lida diária, contrariando o que o site da empresa diz. Bem ainda tem os jogos, mas jogo não é trabalho&#8230; <img src='http://www.technewsbr.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Softwares ajudam deficientes visuais a navegar na Internet</title>
		<link>http://www.technewsbr.com/2008/08/08/software-ajudam-deficientes/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 15:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Chris Bueno 05/08/2008 Inclusão digital é a democratização do acesso às tecnologias da informação, de modo a permitir a inserção de todos na sociedade de informação &#8211; até mesmo deficientes visuais. São vários os programas de computadores desenvolvidos para que os deficientes visuais também façam parte do mundo digital. O mais recente deles é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Chris Bueno<br />
<strong>05/08/2008</strong></p>
<p>Inclusão digital é a democratização do acesso às tecnologias da informação, de modo a permitir a inserção de todos na sociedade de informação &#8211; até mesmo deficientes visuais. São vários os programas de computadores desenvolvidos para que os deficientes visuais também façam parte do mundo digital. O mais recente deles é o serviço online WebAnywhere, desenvolvido na Universidade de Washington, nos Estados Unidos.</p>
<p>Um dos maiores empecilhos encontrados por deficientes visuais é a falta de mobilidade. Geralmente, os programas especiais de leitura de tela voltados para esse tipo de usuário são instalados apenas em seus computadores pessoais, o que dificulta a utilização de computadores em bibliotecas, universidades ou cyber cafés, por exemplo. O WebAnywhere permite que deficientes visuais naveguem pela internet com total mobilidade, utilizando qualquer computador em qualquer lugar &#8211; como aponta o próprio nome da ferramenta, cuja tradução literal é “web em qualquer lugar”.</p>
<p>O programa não precisa ser instalado no computador antes de ser usado, como os leitores de tela existentes hoje. A ferramenta é baseada na web, não precisando ser baixada ou instalada: o WebAnywhere acessa o texto em um servidor externo e envia o arquivo de audio para tocar no navegador do usuário. Desta forma, a leitura do texto em voz alta pode ser feita em qualquer computador dotado de alto-falantes ou de fone de ouvidos. Assim, onde quer que o deficiente visual esteja, basta acessar a página da internet, ouvir as instruções de uso, e então navegar pela web, e o programa fará a leitura dos outros sites acessados. A ferramenta, que ainda está sendo testada em versão alpha, é gratuita e pode ser utilizada através do endereço <a href="http://webanywhere.cs.washington.edu/wa.php">http://webanywhere.cs.washington.edu/wa.php</a>.</p>
<p>“A importância de ferramentas deste tipo é levar educação, cultura, socialização e trabalho a essa fatia da população. Afinal, quem vive sem computador hoje em dia?”, aponta Neno Albernaz, pesquisador do Centro de Apoio Educacional ao Cego, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Albernaz é deficiente visual e um dos desenvolvedores do programa DOSVOX, dedicado aos deficientes visuais. Além da leitura de tela, o DOSVOX, desenvolvido pelo Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ, permite que os deficientes visuais realizem sem esforço tarefas no computador como copiar, mover ou renomear arquivos, entre outras operações. O DOSVOX é um sistema gratuito e também está disponível na internet em <a href="http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/download.htm">http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/download.htm</a>.</p>
<p>Os leitores de tela para deficientes visuais, anteriores ao WebAnywhere, fazem a leitura das informações de um site através do código que o produziu (ou seja, as informações lidas não são exatamente as que aparecem na tela). Se o código da página for aberto e dentro dos padrões web, o máximo possível de informações poderá ser sonorizado e as funções existentes na página poderão ser executadas pelo teclado. Assim, tarefas como enviar um e-mail, visitar um link, pesquisar uma palavra ou preencher um formulário podem ser executadas através desses softwares, e com a navegação via teclado.</p>
<p>Segundo Albernaz, programas deste tipo contribuem não apenas para a inclusão digital, mas especialmente para a inclusão social dos deficientes visuais. “O material em Braille é escasso, além de que poucos não deficientes sabem ler Braille”, aponta o pesquisador. E continua: “Com o auxílio do computador, o deficiente visual pode ler e ser lido, pesquisar na internet, socializar-se através de listas de discussão, MSN, Skype&#8230; Enfim, tirar proveito de todos os recursos, benefícios e serviços que o computador possibilita”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3&amp;noticia=488" target="_blank">Revista ComCiência</a></p>
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		<title>Brasil ainda mais digital</title>
		<link>http://www.technewsbr.com/2008/08/04/brasil-ainda-mais-digital/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 12:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais da metade da população brasileira, 53%, diz ter usado a internet no ano passado, segundo a pesquisa sobre o Uso da Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil &#8211; 2007, feita pela FAPESP. Esta é a primeira vez que isso ocorre desde 2005, quando a pesquisa foi iniciada, sendo que 40% fizeram o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/08/lanhouse.jpg"><img class="alignright alignnone size-full wp-image-1026" style="float: right; margin: 5px 3px; border: 0px;" title="lanhouse" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/08/lanhouse.jpg" alt="" width="339" height="278" /></a>Mais da metade da população brasileira, 53%, diz ter usado a internet no ano passado, segundo a pesquisa sobre o <a href="www.cetic.br/tic/2007/indicadores-cgibr-2007.pdf" target="_blank">Uso da Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil &#8211; 2007</a>, feita pela FAPESP. Esta é a primeira vez que isso ocorre desde 2005, quando a pesquisa foi iniciada, sendo que 40% fizeram o acesso nos últimos três meses. A quantidade de brazucas na web aumentou para 34%, uma melhora em relação aos 28% de 2006, e é o reflexo do aumento na proporção de residencias com computador, verificado em todas as regiões do país,  mais da metade usando banda larga.</p>
<p>Nas regiões mais carentes, verificou-se um crescimento dos cyber-cafés e lanhouses, usados por 49% do pessoal nestas localidades, um aumento exressivo comparado aos 30% de 2006, e indicando uma queda na tal exclusão digital. Os estudos foram publicados pela <a href="http://cetic.br/" target="_blank">Cetic.br (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação )</a> e o <a href="http://cgi.br/" target="_blank">CGI.br (Comitê Gestor).</a></p>
<p>Se voce é empreendedor e gosta de tecnologia, já tem aí uma dica no que investir para montar o seu negócio próprio.</p>
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		<title>Google Lively: a nova rede social 3D</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 21:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova onda do Google é o Lively, que permite criar espaços sociais tridimensionais com direito à modelagem de avatares e salas virtuais. Lembrou do Second Life? Pois é, o Lively chegou para competir com ele. Ainda na está na versão beta, para variar (se tudo que a Microsoft lançasse fosse anunciada como beta também, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lively.com" target="_blank"><img class="alignleft alignnone size-full wp-image-983" style="float: left; margin: 5px;" title="livelylogo" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/07/livelylogo.jpg" alt="" width="245" height="99" /></a>A nova onda do Google é o Lively, que permite criar espaços sociais tridimensionais com direito à modelagem de avatares e salas virtuais. Lembrou do Second Life? Pois é, o Lively chegou para competir com ele. Ainda na está na versão beta, para variar (se tudo que a Microsoft lançasse fosse anunciada como beta também, ela seria um pouco mais honesta), mas foi testado por universitários da Universidade do Arizona antes de ser liberado ao público. Este projeto foi iniciado por volta de 2007 e já foi chamado de My World e Google metaverse. e Já existiu um Google Rooms, mas que aparentemente não tem nada a ver com o LiveLy.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/07/google_lively_1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-981" title="google_lively_1" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/07/google_lively_1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Voce deve instalar um aplicativo no seu micro (este é um dos raros produtos da Google que não é baseado apenas na internet), que irá levá-lo novamente ao site Lively.com aonde voce deverá selecionar uma sala virtual (que não precisa ser exatamente uma sala <a href="http://www.lively.com/dr?rid=-1267428871595547026" target="_blank">podendo ser uma ilha), </a>com direito à uma farta seleção de mobilia. O Login é feito com a sua conta do Google (que um dia ainda irá substituir o seu documento de identidade, talvez quando criarem o Google GeneticMaps), depois voce deverá criar o seu avatar, a partir de um modelo básico inicial: homem, mulher ou animal, podendo escolher cor do cabelo, olhos, cor da pele, etc&#8230; Depois de tudo pronto, voce poderá copiar um código HTML e exibir um widget no seu site para que outros usuários possam visitar o seu cafofo virtual e trocar uma idéia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/07/google_lively_2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-982" title="google_lively_2" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/07/google_lively_2.jpg" alt="" width="450" height="316" /></a></p>
<p>As salas poderão ser ligados a outros sistemas como o YouTube (para exibir os vídeos em televisores virtuais), MySpace ou Facebook. O sistema ainda está um tanto lento e pode até cair, mas beta é assim mesmo. É compatível com o Explorer e o Firefox, e por enquanto, o Google não vai exibir propaganda online. Mas tem restrição de idade: para usar tem que ter no mínimo 13 anos.</p>
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		<title>Novo Firefox 3.0rc1</title>
		<link>http://www.technewsbr.com/2008/05/28/novo-firefox-30rc1/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2008 13:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desktops]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está disponível para teste o novo Firefox3.0rc1(release candidate 1) em várias linguagens e inclusive Português do Brasil. . Com previsão para lançamento em junho desse ano, o browser consome menos recursos e trás novidades na aparência. Para melhores detalhes e download acesse o site: http://www.mozilla.com/en-US/firefox/3.0rc1/releasenotes/#whatsnew]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível para teste o novo Firefox3.0rc1(release candidate 1) em várias linguagens e inclusive Português do Brasil. .<br />
Com previsão para lançamento em junho desse ano, o browser consome menos recursos e trás novidades na aparência.<br />
Para melhores detalhes e download acesse o site:</p>
<p>http://www.mozilla.com/en-US/firefox/3.0rc1/releasenotes/#whatsnew</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Google Health</title>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2008 15:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Google Health]]></category>
		<category><![CDATA[Health]]></category>

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		<description><![CDATA[Seguindo o caminho já trilhado pela Microsoft, com seu Health Vault, criado ano passado, pela WebMD e a Revolution Health Group, o Google lança o seu mais novo serviço: o Google Health, aonde o usuário poderá disponibilizar seus dados médicos online, para que sejam analisados por médicos, clínicas, farmácias ou serviços de emergência, permitindo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.google.com/health/" target="_blank"><img class="alignleft" style="float: left; border: 0; margin: 10px;" src="http://www.technewsbr.com/wp-content/uploads/2008/05/googlehealth.jpg" alt="" width="342" height="322" /></a>Seguindo o caminho já trilhado pela Microsoft, com seu Health Vault, criado ano passado, pela WebMD e a Revolution Health Group, o Google lança o seu mais novo serviço: o <a href="https://www.google.com/health/" target="_blank">Google Health</a>, aonde o usuário poderá disponibilizar seus dados médicos online, para que sejam analisados por médicos, clínicas, farmácias ou serviços de emergência, permitindo que eles tenham uma visão completa e atualizada de sua saúde. A idéia surgiu depois que o Google constatou que um terço de seus usuários usaram seu buscador em assuntos como doenças ou remédios.</p>
<p style="text-align: justify;">Como todo lançamento do Google, o serviço ainda está em fase beta (fase inicial, sem muitas garantias de funcionamento correto), disponível apenas em inglês, mas já foram fechadas parcerias com centros médicos nos EUA, como o Longs Drug Stores, o Walgreens Pharmacy e o Beth Israel Deaconess Medical Center entre outros, para que os pacientes destas entidades possam importar seus dados médicos para sua conta no Google Health. Dúvida natural, a segurança das informações está garantida, pois segundo afirma o Google, os servidores aonde seram alocados os dados serão mais seguros que do os dos demais serviços da empresa e o usuário poderá conceder ou bloquear o acesso aos seus dados a qualquer momento. Porém, no futuro com o acúmulo de informações a empresa pretende realizar pesquisas genéricas (sem identificação da pessoa) sobre o comportamento de um grupo específico, como qual o remédio mais usuado por hipertensos, terapia mais usada para problemas de coluna, etc&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem tem problemas recorrentes ou de necessidade de atendimento multidisciplinar, o novo serviço será de grande ajuda, pois ao invés de carregar os exames de raio-x, eletro, exame de sangue, receitas, etc&#8230; para cada especialista diferente, todos os dados estarão num só lugar, precisando apenas que o usuário autorize o acesso.</p>
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		<title>Alternativa brasileira ao laptop de US$ 100 chega ao interior de SP</title>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 08:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceito]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Na cidade de Serrana, próxima à Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, nasceu uma idéia que se apresenta como uma alternativa aos programas de inclusão digital na educação. O projeto, batizado de Lap Tup-niquim, envolve um conceito novo, com uma tela sob a carteira sensível a toques, sobre a qual se pode escrever, fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na cidade de Serrana, próxima à Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, nasceu uma idéia que se apresenta como uma alternativa aos programas de inclusão digital na educação. O projeto, batizado de Lap Tup-niquim, envolve um conceito novo, com uma tela sob a carteira sensível a toques, sobre a qual se pode escrever, fazer desenhos ou equações. A tecnologia empregada, conhecida como BR Tablet, é nacional e foi patenteada pelo Centro de Pesquisas Renato Archer (CenPRA). Neste mês de abril, cerca de 250 carteiras digitais irão chegar às salas de aula da cidade.</p>
<p>A carteira digital tem a aparência e a utilidade de uma convencional. Sobre o seu tampo de vidro, o aluno escreve e apóia livros normalmente. Mas, caso a professora deseje, o tampo torna-se um monitor de computador, sensível ao toque, sobre o qual o aluno escreve, desenha, faz cálculos, acessa a internet e trabalha com softwares educacionais. O tampo pode ser levantado, e abaixo dele fica um teclado, caso seja necessário digitar. A CPU do computador fica integrada ao tampo.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center" class="western"><img src="http://www.labjor.unicamp.br/midiaciencia/IMG/jpg/Untitled-1.jpg" /></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center" class="western"><font size="1">Aluna experimenta a carteira digital em evento. Fotos: Victor Mammana</font></p>
<p align="left" style="margin-bottom: 0cm; text-align: center" class="western"><a target="_blank" href="http://www.comciencia.br/comciencia/?noticia=431">Continue lendo a notícia na fonte: Revista Comciência</a></p>
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