Como parte da sua estratégia de market-share na internet, além de ter o Yahoo em vista, a Microsoft busca atacar em outras frentes. Ao que parece, o alvo desta vez é o site Digg.com, um portal de notícias em que os próprios usuários escrevem as matérias e falam sobre tudo e com o qual a Microsoft assinou, no ano passado, um contrato de publicidade de três anos. Um pequeno detalhe: o contrato termina se alguma empresa comprar o portal. Dizem por aí que a Microsoft estaria de olho por que outras empresas de mídia também estão interessadas. O preço do Digg.com está em torno de US$ 225 mihões e a idéia parece tão boa que o Goggle lançou no ano passado um novo serviço: o “Like it?”, sua versão do “Digg it”, da Digg.com. Mes passado foi a vez do Yahoo, com o seu Yahoo Buz.
E por falar no Yahoo, enquanto atrasa a reunião da diretoria para frustrar os planos da Microsoft, negocia uma fusão com a America Online (AOL), para tentar fugir finalmente do assédio do Tio Bill. O detalhe sórdido é que o Google detém 5% das ações da AOL e especula-se que, caso a fusão se concretize, a nova empresa abrirá mão da sua parcela do mercado de propaganda online em favor do Google, fortalecendo ainda mais a sua liderança. Isto explicaria porque a Microsoft está tão obstinada em fechar esta compra de vez.

Mas nem tudo na vida do Google é fácil: sua estratégia de fornecer propaganda via tv a cabo, ainda em testes, já está gerando reações. As empresas Comcast, Time Warner Cable, Cablevision, Cox Communications, Charter Communications and Bright House Networksare estão aderindo ao Project Canoe (ou seja Projeto Canoa, tem este nome porque todos estão no mesmo barco), de valor inicial de US$ 150 milhões, que pretende fazer frente às ambições da empresa de Page e Brin nesta área.





















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