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A nova onda do Google é o Lively, que permite criar espaços sociais tridimensionais com direito à modelagem de avatares e salas virtuais. Lembrou do Second Life? Pois é, o Lively chegou para competir com ele. Ainda na está na versão beta, para variar (se tudo que a Microsoft lançasse fosse anunciada como beta também, ela seria um pouco mais honesta), mas foi testado por universitários da Universidade do Arizona antes de ser liberado ao público. Este projeto foi iniciado por volta de 2007 e já foi chamado de My World e Google metaverse. e Já existiu um Google Rooms, mas que aparentemente não tem nada a ver com o LiveLy.

Voce deve instalar um aplicativo no seu micro (este é um dos raros produtos da Google que não é baseado apenas na internet), que irá levá-lo novamente ao site Lively.com aonde voce deverá selecionar uma sala virtual (que não precisa ser exatamente uma sala podendo ser uma ilha), com direito à uma farta seleção de mobilia. O Login é feito com a sua conta do Google (que um dia ainda irá substituir o seu documento de identidade, talvez quando criarem o Google GeneticMaps), depois voce deverá criar o seu avatar, a partir de um modelo básico inicial: homem, mulher ou animal, podendo escolher cor do cabelo, olhos, cor da pele, etc… Depois de tudo pronto, voce poderá copiar um código HTML e exibir um widget no seu site para que outros usuários possam visitar o seu cafofo virtual e trocar uma idéia.

As salas poderão ser ligados a outros sistemas como o YouTube (para exibir os vídeos em televisores virtuais), MySpace ou Facebook. O sistema ainda está um tanto lento e pode até cair, mas beta é assim mesmo. É compatível com o Explorer e o Firefox, e por enquanto, o Google não vai exibir propaganda online. Mas tem restrição de idade: para usar tem que ter no mínimo 13 anos.

Frank Taylor do Google Earth Blog, fez um vídeo de uma demonstração do Google Earth 3D no iPhone. A aplicação que ainda sendo desenvolvida pela empresa EarthScape, mas que mostra que em breve não haverá mais necessidade de guias locais quando chegarmos a uma cidade desconhecida, bastará sacar o iPhone.

Segue link para o post completo do Gogle Earth Blog. 

A Microsoft desistiu de comprar a Yahoo! e retirou a sua oferta de compra de quase 48 bilhõs de dólares, mas isso não quer dizer que irá desistir de aumentar sua participação no mercado de propaganda e serviços online. Durante o lançamento de um novo centro de desenvolvimento da Micorsoft em Israel, Steve Balmer, o atual presidente da emrpresa, disse qualquer nova oferta não será mais para a aquisição total da Yahoo!, mas não descarta uma parceria entre ambas empresas. Já a mesa diretora do Yahoo! continua analisando várias estratégias a fim de tirar o Yahoo! do sufoco, e por isso mesmo não descarta uma parceria com a Microsoft.

 Como a Microsoft está preocupada com a expansão do Google, há rumores que sugerem que apenas as ferramentas de busca do Yahoo! estejam na mira de uma nova proposta de compra e que a empresa pretende se tornar sócia minoritária, uma opção que parece ter o apoio de acionistas de peso na Yahoo!. Já que não pôde comprar tudo, ficaria pelo menos com o pedaço que interessa, o Yahoo! Search. Ou talvez faça a mesma coisa que está fazendo com o Facebook: comprou uma parte e agora quer o restante. No caso do Yahoo! talvez esteja apenas dando o primeiro passo para uma nova investida na compra total.

Últimos capítulos da novela:

O xadrez do mercado de internet

Yahoo! pede mais

A Microsoft quer o Yahoo!

Seguindo o caminho já trilhado pela Microsoft, com seu Health Vault, criado ano passado, pela WebMD e a Revolution Health Group, o Google lança o seu mais novo serviço: o Google Health, aonde o usuário poderá disponibilizar seus dados médicos online, para que sejam analisados por médicos, clínicas, farmácias ou serviços de emergência, permitindo que eles tenham uma visão completa e atualizada de sua saúde. A idéia surgiu depois que o Google constatou que um terço de seus usuários usaram seu buscador em assuntos como doenças ou remédios.

Como todo lançamento do Google, o serviço ainda está em fase beta (fase inicial, sem muitas garantias de funcionamento correto), disponível apenas em inglês, mas já foram fechadas parcerias com centros médicos nos EUA, como o Longs Drug Stores, o Walgreens Pharmacy e o Beth Israel Deaconess Medical Center entre outros, para que os pacientes destas entidades possam importar seus dados médicos para sua conta no Google Health. Dúvida natural, a segurança das informações está garantida, pois segundo afirma o Google, os servidores aonde seram alocados os dados serão mais seguros que do os dos demais serviços da empresa e o usuário poderá conceder ou bloquear o acesso aos seus dados a qualquer momento. Porém, no futuro com o acúmulo de informações a empresa pretende realizar pesquisas genéricas (sem identificação da pessoa) sobre o comportamento de um grupo específico, como qual o remédio mais usuado por hipertensos, terapia mais usada para problemas de coluna, etc…

Para quem tem problemas recorrentes ou de necessidade de atendimento multidisciplinar, o novo serviço será de grande ajuda, pois ao invés de carregar os exames de raio-x, eletro, exame de sangue, receitas, etc… para cada especialista diferente, todos os dados estarão num só lugar, precisando apenas que o usuário autorize o acesso.

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 A Google atualizou o seu site de tradução: http://translate.google.com, para o que talvez seja o mais completo site de traduções gratuitas da internet. Fazendo traduções entre quaisquer dos idiomas anteriormente presentes no site, a brincadeira pode suportar inglês, alemão, árabe, búlgaro, chinês simplificado, chinês tradicional, croata, checo, dinamarquês, holandês, finlandês, francês, grego, hindi, italiano, japonês, coreano, norueguês, polaco, português, romeno, russo, espanhol e sueco. Ao todo são 506 combinações diferentes de traduções.

Tem ainda uma facilidade que é Detectar Idioma, quando você não sabe ou tem textos de diferentes idiomas para traduzir, eu tentei com três diferentes e aparentemente funcionou, mas com mais de três idiomas não ficou tão bom.

Nem tudo é perfeito, mas acho que o Google Translate está caminhando para lá.

Via: Google Operating System.

Calma! o TechnewsBR não virou site de jardinagem! É que a WWF (Word Wildlife Fundation)  junto com a Nokia e a Equinox Publishing lançaram um novo projeto para preservação do meio ambiente: o NEWtrees.

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Voce vai até o site www.mybabytree.org, doa uma árvore para o projeto por US$ 5,50, e ela será plantada na floresta tropical do Parque Nacional de Sebagau na Indonésia.
Agora vem a parte da tecnologia: voce receberá uma geotag (arquivo KML), com a exata latitude e longitude, de onde a sua árvore será plantada e poderá acompanhar literalmente o seu crescimento via Google Earth ou pelo Yahoo Maps.

O Google também incentiva outras boas causas, veja mais aqui.

Como parte da sua estratégia de market-share na internet, além de ter o Yahoo em vista, a Microsoft busca atacar em outras frentes. Ao que parece, o alvo desta vez é o site Digg.com, um portal de notícias em que os próprios usuários escrevem as matérias e falam sobre tudo e com o qual a Microsoft assinou, no ano passado, um contrato de publicidade de três anos. Um pequeno detalhe: o contrato termina se alguma empresa comprar o portal. Dizem por aí que a Microsoft estaria de olho por que outras empresas de mídia também estão interessadas. O preço do Digg.com está em torno de US$ 225 mihões e a idéia parece tão boa que o Goggle lançou no ano passado um novo serviço: o “Like it?”, sua versão do “Digg it”, da Digg.com. Mes passado foi a vez do Yahoo, com o seu Yahoo Buz.

E por falar no Yahoo, enquanto atrasa a reunião da diretoria para frustrar os planos da Microsoft, negocia uma fusão com a America Online (AOL), para tentar fugir finalmente do assédio do Tio Bill. O detalhe sórdido é que o Google detém 5% das ações da AOL e especula-se que, caso a fusão se concretize, a nova empresa abrirá mão da sua parcela do mercado de propaganda online em favor do Google, fortalecendo ainda mais a sua liderança. Isto explicaria porque a Microsoft está tão obstinada em fechar esta compra de vez.

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Mas nem tudo na vida do Google é fácil: sua estratégia de fornecer propaganda via tv a cabo, ainda em testes, já está gerando reações. As empresas Comcast, Time Warner Cable, Cablevision, Cox Communications, Charter Communications and Bright House Networksare estão aderindo ao Project Canoe (ou seja Projeto Canoa, tem este nome porque todos estão no mesmo barco), de valor inicial de US$ 150 milhões, que pretende fazer frente às ambições da empresa de Page e Brin nesta área.

O Yahoo, anuncia um plano de indenização para seus funcionários, caso a empresa acabe sendo comprada. Esta indenização seria paga no caso de, no período de dois anos depois da compra da empresa pela Microsoft, o bill-chess.JPGfuncinário fosse mandado embora ou tivesse que sair por alguma “boa razão”. Com isto, o Yahoo pretende diminuir a ansiedade em suas instalações, causada pela oferta agressiva da empresa do Tio Bill. O segundo maior acionista, Bill Miller, e que como outros acionistas, tem participação em ambas as empresas, quer que a Microsoft aumente a sua oferta para mais de US$ 31 por ação, somente uns US$ 1,4 bilhões a mais. A oferta também sofre resistência por parte do co-fundador Jerry Yang, que em carta aos acionistas, disse que a empresa está em uma posição estratégia para aproveitar o crescimento do mercado global de publicidade, que segundo estima deve chegar à US$75 bilhões em 2010.

Enquanto isso, a Microsoft tenta aliciar o maior número de acionistas possíveis, para que influencem na votação do conselho de administração do Yahoo!, a ser realizado no dia 13 de março, de modo a selecionar pessoas mais favoráveis à sua oferta inicial. Este esforço se deve ao fato que a Microsoft não quer aumentar a oferta, já que espera gastar uns US$ 30 milhões em custos com a aquisição (Fala sério! Eles dão uma oferta de US$ 44,5 BILHÔES e estão preocupados com uns milhõeszinhos a mais? Que pobreza! Pede emprestado pro Tio Bill!). A Microsof, preocupada em não perder terreno para o Google num futuro próximo dentro da Internet, tentará todos os meios legais para fechar a compra, porém em um clima amigável, já que teme uma demissão em massa caso force a barra (É por isso que os funcionários da Yahoo estão ansiosos…). Por isso, Kevin Johnson, de grupo de plataforma e serviços da Microsoft, já aditantou  que os funcionários podem ficar tranquilos, que não irá demitir muitos caso a compra seja efetivada, que não há escassez de oportunidades técnicas, etc… (blá, blá , blá… Vamos ver).

Também de olho no mercado global e enquanto critica a oferta da Microsoft (já que vai reunir seus dois maiores concorrentes), o Google segue com seus planos de crescimento: está investindo no projeto Unity, que criará um cabo submarino de 10.000 km ligando os EUA ao Japão, a um custo estimado de US$ 300 milhões. Partipam as empresas Bharti Airtel, Singapore Telecommunications, Bharti Airtel, KDDI, Pacific Internet e Global Transit. As empresas NEC Corp. e Tyco Telecommunications serão responsáveis pela contrução e instalação do sistema, que deverá alcançar 7,68 Tbps de banda. Este novo acesso irá facilitar e baratear custos do Google em sua expansão nos mercados asiáticos. Em outro movimento, a empresa disputa o leilão das faixas de 700 Mhz, em solo americano.

Está vendo como somos importantes, meu caro usuário de internet? Todas esteas empresas estão gastando os tubos para encher a sua telinha (e o seu e-mail, seu celular, sua televisão, etc…) de propaganda! Agora faça as contas: se ees esperam um mercado de US$ 75 bilhões apenas em propaganda, quanto será a movimentação de grana real (compra e venda)? Acho que vou abrir uma lojinha on-line…

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A Yahoo! Rejeitou a oferta bilionária de US$ 44,5 bilhões de dólares feita pela Microsoft, mesmo sendo este valor 62% acima do valor das ações na bolsa de Nova York (US$31,00 no dia da oferta). Isso se deve a dois fatores: primeiro a bolsa não define o valor de empresa alguma, mas o que os investidores acham que ela vale (o valor real está nos livros contábeis); segundo que a Yahoo! acha que vale mais. Uns 30% a mais. Na verdade US$ 40,00 por ação.

O Yahho! teme perder a sua independência se fechar o acordo e nos bastidores, está negociando com o Google uma maneira de unificar os dois motores de busca e conversa também com a AOL em busca de uma fusão. Oficialmente, diz que está “continuamente avaliando todas as opções estratégicas, no contexto da rápida evolução do ambiente da indústria, e que continua empenhado na busca de alternativas que possam maximizar valor da empresa para todos os acionistas”. Ou seja, enrolando e ganhando tempo.

No dia 1o. deste mês, a Microsoft ofereceu US$44,6 bi pelo Yahoo! com o objetivo de invadir o crescente mercado de publicidade online. Segundo a empresa de Bill Gates, a oferta daria um lucro aos acionistas de 62% em relação à cotação das ações da Yahoo! na bolsa naquele dia, além de “criar um mercado mais competitivo” segundo a empresa, ou seja, incomodar a hegemonia do Google em um mercado de US$40 bi em 2007 e que se espera que dobre até 2010. Esta oferta é bem oportunista, já que a Yahoo! parece passar por um inferno astral: no dia anterior anunciou 23% de prejuízo, demitiu mil funcionários (do total de 14,5 mil), o ex-chefe executivo Terry Semel deixou a junta diretora e o diretor executivo, Jerry Yang (co-fundador), informou que pensa em reduzir em até 7% a massa salarial ainda em fevereiro.

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A notícia veio um dia após a Justiça dos Estados Unidos anunciar que continuará monitorando, a Microsoft para se certificar que ela não adote práticas monopolistas (Imagina! Nunca fizeram isso!…) extendendo o prazo até 2009. Talvez isso deixe o Google um pouco mais tranquilo, já que acusou o golpe: chamou de “pertubadora” a negociata e afirma que a rival pode “estender para a internet o mesmo tipo de influência ilegal e inapropriada que mantém sobre os PCs” como declarado no blog corporativo, além de frases como “Enquanto a internet premia inovação competitiva, a Microsoft procurou estabelecer monopólios –e então usar sua dominação para novos mercados adjacentes” dita por David Drummond, vice-presidente de Desenvolvimento Corporativo (De onde eles tiram tanto pensamento negativo?).

O Google tem telhado de vidro se falar domínio do mercado: a consultoria comScore afirma que em dezembro, o Google foi utilizado para 62,4% das buscas, seguido pelo Yahoo!, com 12,8%. Já a Microsoft ficou com apenas 2,9%. Este será o argumento da defesa da Microsoft quando apresentar a oferta para aprovação pelo Congresso Americano.

Por ironia do destino, poucos anos atrás, O Yahoo!, que já foi a melhor ferramenta de busca da internet, decidiu não comprar o Google, quando Page lhes deu a oportunidade. (Se arrependimento matasse…)