Archive for the ‘Games’ Category

Sony lança tuner de TV 1 Seg para PSP

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Parece que a Sony finalmente se tocou de oferecer um tuner de TV para o seu console PlayStation Portátil, sendo assim ela anunciou um Tuner de TV 1Seg (tecnologia de TV Digital Japonesa). Esse direcionamento tecnológico significa que o produto não vai estar disponível nos Estados Unidos, mas os usuários Japoneses do PSP terão disponíveis por 6.980 ¥ens (algo em torno de USD 57,00) canais de TV Digital a partir de Setembro.

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Via: Engadget.

Sistema Surround JVC TH-L1 5.1 para Gamers e Home Theaters

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A JVC lançou o TH-L1, sistema de som sorround desenhado para ser utilizado em console de games e para o iPod também. Mas jogos não são tudo o que ele turbina, mesmo custando USD 299,95, esse sistema 5.1 tem duas entradas HDMI e dispara 40 watts por canal dos seus dois falantes frontais, 100 watts do canal central e subwoofer e mais 40 watts de cada uma das caixas traseiras.

E como estamos falando de RMS, é bastante poder sonoro, já que as caixas são em formato cúbico de 4?. Em suma, é bastante som para pouco dinheiro (lá!).

Via: Engadget

Análise: Command & Conquer 3: Tiberium Wars - Parte I : Primeiras impressões

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Depois de jogar estratégia em tempo real (RTS-Real time strategy) por mais de 10 anos, vinha me sentindo um tanto órfão de um jogo de estratégia ao qual me dedicar. Mas como? Existem dezenas de títulos a venda, vários lançamentos recentes, e alguns deles ótimos. Concordo. No entanto, por questões de gosto pessoal, impliquei com alguns deles. E outros que eu gosto, não se tornaram populares o bastante para gerar uma massa de oponentes considerável na Internet, já que o meu objetivo final é o modo multiplayer online. Outros jogos que eu gosto não foram lançados no Brasil, como as últimas duas expansões do “Dawn of War” e o “Company of Heroes”. Pois bem, o recente lançamento do Command & Conquer 3: Tiberium Wars (28 de março de 2007), é mais uma esperança de encontrar o próximo jogo que poderá me acompanhar por alguns anos como “RTS principal”, ou seja, aquele RTS que eu tento aprender mais, e talvez me aventurar no modo online.A série C&C é Continue reading ‘Análise: Command & Conquer 3: Tiberium Wars - Parte I : Primeiras impressões’ »

Continuando o artigo anterior, vamos descrever melhor como foi a recepção da midia à apresentação da Crytek.

O foco da demonstração foi o Cry Engine 2, que deverá impulsionar o novo título da empresa. O engine será licenciado para outras empresas, como é costume neste mercado. Ou seja, é de se esperar não só o Crysis, como uma safra de novos jogos utilizando esta tecnologia. Com vistas a este mercado, apresentação deixou claro a facilidade para os desenvolvedores criarem efeitos estonteantes, com pouco trabalho.

O último trailler do jogo demonstra cada um dos efeitos inovadores. O trailler começa de monstrando cada uma das tecnologias já enfatizadas no trailler do ano passado. Por exemplo, cenas incríveis nas selvas com raios de sol brilhando entre palmeiras tropicais e vistas de longa distância de onde se pode admirar o cenário do pacífico. Mas então a demonstração passa a mostrar as novidades: animações faciais e de esqueletos que são utilizadas em cada personagem. E tem a elaborada física do jogo, demonstrada pela cena em que um soldado tenta cruzar uma ponte de cordas, acabando por ser atingido por barris e parcialmente arrebentando a ponte, sendo que na sequencia se pode ver o resto da ponte ondulando com o impacto. Nos cenários praticamente tudo pode ser destruído: objetos, prédios e até vegetação. No video podemos ver aquelas cenas de filme, com a metralhadora “aparando” os arbustos e arvores. (quem lembra daquela cena clássica sobre isso em Predador I, saiba que agora é possível em um jogo). O nível de detalhe é tal que se pode visualizar os locais de impacto e danos nos veículos. E finalmente, não há como não citar a performance do engine de física ao demonstrar os efeitos de uma explosão nuclear. Isso me deixa curioso: estas armas nucleares estarão à disposição do jogador para uso? Ok, não sou iraniano nem norte coreano, mas pelo menos em jogos gostaria de ter uns mísseis desses!

A impressão geral é que a cada nova informação liberada o jogo parece melhor. Não apenas pelos novos efeitos, como também pela performance geral do software. A Crytek está fazendo uma série de otimizações de CPU, memória e vídeo, de modo a melhorar a velocidade final e permitir o uso em máquinas de até 3 anos. Só que evidentemente rodar não significa ter todos os efeitos. Logo, ao entrar em contato com esse visual de que o jogo é capaz, praticamente qualquer aficcionado por jogos vai querer fazer o upgrade para aproveitar tudo ao máximo. Isto se já não tiver feito, é claro.

Ao que parece o jogo já passou da fase alfa e agora está em beta, ou seja, conserto de bugs e otimizações. Só nos resta esperar para ter o jogo nas mãos, e ao que parece a espera vai valer a pena. O trailler citado acima pode ser conferido em:

http://www.youtube.com/watch?v=nqSeDqlqVOo

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Um dos jogos mais antecipados e comentados dos últimos tempos Crysis, ainda não lançado, continua causando boa impressão nos eventos em que é mostrado. Crysis vem da mesma empresa que fez o Far Cry, A CryTek (ah, então esse “cry” não era só  coincidência…), que agora implementou um novo engine, chamado apropriadamente de CryEngine 2 :-) As demonstrações vem provocando suspiros aos espectadores em torno do mundo, (e inclusive rola também um vídeo na Youtube com filme mostrando os efeitosdo novo engine , uma pena que não tenho o link aqui, mas quem quiser acha).

Como não poderia deixar de ser, teremos que citar o hardware previsto para brincar com o novo jogo.Embora prometam que o software terá escalabilidade para rodar emm uma vasta gama de hardwares, o previsto é que ele chegará em sua plenitude em nada menos que uma máquina com Dual Core, 2 Gb de RAM e uma placa DX10 no estado da arte…

Na próxima parte mais detalhes sobre as impressões geradas pela  apresentação da nova tecnologia no GDC 2007.

Opinião: Se voce tem o sonho de um dia chegar a ser gerente de TI, o novo game Online da Intel pode lhe ajudar a treinar as habilidades que irá precisar. Eu que estou imerso no mercado de TI todo santo dia, fora do ambiente de trabalho, quero distância…

Segue o link para o TI Inside

Need for Speed Carbon

A chegada do NFS-Carbon mantém a tradição da franquia Need for Speed: edições frequentes e sintonia com as últimas tendências. O NFS é um dos jogos com mais versões lançadas, e ultimamente se firmou no grupo dos jogos multiplataforma, atendendo ao PC e a diversos consoles fixos e portáteis.

Ao contrário do que muito se especulou antes do lançamento (inclusive sobre a ênfase do jogo às peças de fibra de carbono!!), o nome do jogo se refere ao Carbon Canyon, nos EUA. Ou seja, alguns eventos se passam no temível Canyon, onde se pode despencar. Aí está a primeira “tendência de moda” encampada pelo jogo. Outra novidade são as corridas em equipes, onde cada jogador tem uma função específica. Outra novidade é que no início da carreira o jogador é convidado a escolher uma entre três classes de carros (tuning, exotic e muscle), o que determninará a ênfase do jogador. A exploração livre do mapa que começou no Underground 2 continua. No entanto agora o território é dividido entre as gangs, que vão extendendo seus territórios por meio de desafios, e a cada evento corresponde uma “rodada” na qual se informa quem dominou o que. Os que já jogaram Rise of Nations sentirão certa familiaridade com esta dinâmica de “rodadas”.

O jogo se tornou mais complicado neste aspecto, pois não se trata mais de apenas “tunar” o carro e chegar em primeiro em todos os eventos. Existem contratações de membros de equipes (e demissões), a estratégia da equipe e o controle de território. E continuam as tradicionais perseguições de polícia na série NFS, que voltaram à tona no”Most Wanted”, e este ponto está praticamente inalterado com relação à esta versão. E o objetivo do tuning visual também, ou seja, se disfarçar da polícia quando o carro estiver muito visado. Mas as customizações reservam algumas novidades aos fans desta modalidade, como o autosculpt, que permite fabricar suas próprias peças. O número total de carros aumentou, mas acabaram os carros “mais normais” de série, tipo Golf, Focus, Corsa, Civic e Peugeot 206. Mas ainda temos carros de série, no entando mais para tipo Alfa-Romeo ou Audi (o que particularmente achei uma pena, eu era fan dos carrinhos “normais”). Os eventos continuam bem semelhantes aos do Most Wanted. Senti muita diferença entretando nas competições de Drift, com uma dinâmica do carro totalmente mudada. Apesar da variedade das atividades da carreira e da quantidade de opções de carros, o jogo tem sido criticado por algumas pessoas por ser completado em pouco tempo.

Quanto à parte visual, não houve melhorias técnicas perceptíveis. Os cenários voltaram a ser à noite, mas sem o mesmo brilho atingido no Underground 2. O jogo é pesado, exigindo no mínimo 512 Mb de RAM. Ainda sobre tecnologia, foi eliminada a opção de jogar por LAN (pessima notícia aos fans do Hamachi). Jogo multiplayer agora só logando no serviço da EA. Esta provavelmente foi medida antipirataria, pois o Hamachi coloca o poder das VPNs ao alcance das massas, fazendo o papel das LAN e permitindo o jogo pela internet de quem não possui o serial válido. E ainda é necessário colocar o DVD no drive para jogar, outra medida anti-pirataria da classica EA (e outras produtoras também), que além de não ser eficiente neste ponto é um inconveniente grave para os usuários lelalizados, e já foi eliminado em muitos títulos recentes (vide Doom 3, Half Life 2, Company of Heroes, etc).

No Brasil o jogo está sendo vendido em DVD, nas versões comum e Collector’s Edition, com algum conteúdo adicional (incluindo alguns carros). E por fim uma notícia recente. O Carbon foi anunciado como um dos jogos oficiais do World Cyber Games. Isto promete esquentar ainda mais o interessa pelas corridas online. Resumindo, temos uma versão novinha e bem produzida do jogo de corrida mais popular dos últimos tempos. Continua um jogo mais voltado à diversão do que ao realismo, o que não é nenhum demérito. Nennhuma evolução realmente notável, mas com tudo o que os fans da série esparam Veredito final desta coluna: 7.5/10.

Em breve análise do TrackMania Nations, o jogo feito especialmente para o cyber esporte e que pode ser baixado gratuitamente na net.

Fonte: http://gaeta.eti.br

“A Sierra Entertainment anunciou “Empire Earth III”, a nova e mais ambiciosa versão da série de estratégia em tempo real - afinal, não é todo título do gênero que reproduz o planeta Terra de forma detalhada, em um mapa cujo tamanho equivale a algo entre 40 e 80 mapas de RTS (Real Time Strategy) convencionais.

O game para PC está sendo desenvolvido pela Mad Doc Software, que, empolgada com o sucesso de “Empire Earth II”, definiu uma abordagem interessante à idéia de dominação global. “‘Empire Earth III’ vai levar a série a um próximo nível com a habilidade de capturar todo o globo e entregá-lo nas mãos dos jogadores”, acredita Cindy Cook, executiva da Vivendi Games.

Em “Empire Earth III”, é possível construir um império desde os tempos antigos até um futuro distante, em batalhas ao redor do planeta. Outra característica da série e permitir ao jogador continuar com as suas unidades em missões seguintes.

“Empire Earth III” deve ser lançado em 2007. ”

Fonte: http://www.boadica.com.br/noticia.asp?codigo=11695