Archive for the ‘Economia’ Category

Depois de várias investidas, O maquiavélico Microsoft não conseguiu ganhar a mão da disputada dozela Yahoo, mesmo usando de todos os seus truques e artimanhas (a oferta de compra agressiva, o auxílio de um dos acionistas - Carl Icahn - para uma compra parcial e a tentativa de mudar o conselho de administração), perdendo assim o seu precioso dote de propaganda online. Entre a possibilidade de perder a sua liberdade, porém garantir a sua segurança, a desiludida e um tanto desesperada, Yahoo finalmente desistiu de vez de  Microsoft ao encontrar alguém com quem pode gerar uma parceria duradoura: o bom moço Google (o que era justamente o que Microsoft mais temia). Mas será o Google tão confiável assim? Afinal, com isso ele continua aumentando o seu poder de fogo online, tendo agora apenas Microsoft no seu caminho ao controle absoluto do mercado de propaganda. Serão felizes para sempre? Só o tempo dirá…

Essa novela toda desgastou muito Jerry Yang, o CEO e co-fundador do Yahoo!, Sempre contrário às investidas da Microsoft e aos apelos dos acionistas, talvez ele seja convidado a se retirar do emprego. O fundadores do Flickr, Caterina Fake e Stewart Butterfield, que eram considerados muito importantes para as inovações que o Yahoo pretendia, já sairam. A Microsoft não ficou nada feliz e se seguir o seu modus operandi, quando não compra, destrói o inimigo. O problema é que agora é o Google que manda no pedaço e ele não nenhum desenvolvedor pequeno, tipo o Netscape, fácil de esmagar. Aliás, até inventaram uma versão do Banco Imobiliário (Monopoly em inglês), sobre como conquistar o mercado on-line: Googolopoly. Afinal o Google já acumula 60% do mercado.

Na cidade da alemã de Desdren, a AMD pretende pôr em prática o seu mais novo projeto: os processadores Fusion. Os novos chips integrarão núcleos de processamento, controlador de memória e núcleos gráficos num único pedaço de silício. Ou seja, o chip terá um processador gráfico integrado. Se trata de uma inovação e tanto, já que um chip atual e um núcleo gráfico utilizam proocessos de fabricação diferentes. Mas só deve chegar nas lojas em 2009.

 

A Intel além de prometer aumentar a produção dos seus Atom, usados nos novos laptops e hadhelds Eee PCs, para cobrir a demanda pelo produto pelos montadores, vai liberar o overclocking nas suas novas placas 4 Series. Não solte rojões ainda, por que a empresa já avisou que não dará garantias. O risco será seu. Eles já deviam ter feito isso a muito tempo, ao invés de ficar empatando os escovadores de bits. Afinal, haveriam mais chips queimados e usuários desesperados por perderem seus brinquedinhos e loucos para comprar novos chips. Eu que o diga… :)

A revista sueca Elektroniktidningen estava com uma entrevista marcada com a HTC, mas a reunião foi adiada devido ao boato sobre uma espécie de fusão com a Sony Ericsson. Curioso? Eles já trabalharam juntos sobre o Xperia X1, de forma que poderia ser possível, certo? Não!! De acordo com a HTC, que avisa tratar-se de vaporware. Segundo o porta-voz da HTC, “Este é apenas um rumor, e não há verdade nessa declaração.” Por enquanto vamos esperar.

Veja Também: O HTC Diamond será uma ameaça para o iPhone?

Via: Engadget.

A Microsoft desistiu de comprar a Yahoo! e retirou a sua oferta de compra de quase 48 bilhõs de dólares, mas isso não quer dizer que irá desistir de aumentar sua participação no mercado de propaganda e serviços online. Durante o lançamento de um novo centro de desenvolvimento da Micorsoft em Israel, Steve Balmer, o atual presidente da emrpresa, disse qualquer nova oferta não será mais para a aquisição total da Yahoo!, mas não descarta uma parceria entre ambas empresas. Já a mesa diretora do Yahoo! continua analisando várias estratégias a fim de tirar o Yahoo! do sufoco, e por isso mesmo não descarta uma parceria com a Microsoft.

 Como a Microsoft está preocupada com a expansão do Google, há rumores que sugerem que apenas as ferramentas de busca do Yahoo! estejam na mira de uma nova proposta de compra e que a empresa pretende se tornar sócia minoritária, uma opção que parece ter o apoio de acionistas de peso na Yahoo!. Já que não pôde comprar tudo, ficaria pelo menos com o pedaço que interessa, o Yahoo! Search. Ou talvez faça a mesma coisa que está fazendo com o Facebook: comprou uma parte e agora quer o restante. No caso do Yahoo! talvez esteja apenas dando o primeiro passo para uma nova investida na compra total.

Últimos capítulos da novela:

O xadrez do mercado de internet

Yahoo! pede mais

A Microsoft quer o Yahoo!

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Mesmo trabalhando com tecnologia não canso de me espantar com as facilidades que ela trás para nós. E em tempos ecologicamente corretos nada mais prático do que instalar os próprios paineis solares em casa sem a necessidade de gastar com instaladores.

Os painéis Lumeta PowerPly estão sendo utilizados em diversos projetos comerciais, mas não vai demorar muito até começarem a aparecem em algumas casa. Veja abaixo o vídeo da instalação de 2,25 kilowatts de painéis solares em um telhado na Califórnia.

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Depois de acompanhar uma discussão no grupo EmpBR, sobre esta entrevista e ler um ótimo artigo no blog MyDraft, pensei em acrescentar minha opinião à discussão.

tonywin.JPGO assunto gira em torno da frustração de muitos profissionais de TI em ver que o Linux não está tendo a quantidade de usuários esperada, principalmente pelos defensores do modelo Open Source e um certo guru (ele tem cara de guru) disse que os usuários estão viciados em Windows. Eles não entendem o porque as empresas não adotam imediatamente o Linux, já que ele é gratuito e em muitos aspectos superior ao Windows, como em robustez e segurança. Existem várias respostas para isso, aqui seguem algumas na minha opinião.

Suporte
As empresas que buscam resolver seus problemas operacionais usando a tecnologia da informação (e hoje está cada vez mais difícil encontrar uma empresa que não a use) só adotam uma solução quando alguém garante que elas não terão dores de cabeça com isso, porque do contrário, certamente elas irão gerar atrasos operacionais e aumentar os custos. As empresas não enxergam suas necessidades do ponto de vista de evolução técnica, pois se preocupam mais com o caixa, caso contrário quebram. É por isso que ainda existem mainframes usando COBOL em grandes empresas e Clipper em pequenas. Muitos dos sistemas são antigos e todos os seus erros foram resolvidos durante o seu longo tempo de uso. São confiáveis, enfim, e mudar seria caro. Para que mudar? Não tenham dúvidas de que caso a Microsoft ainda prestasse suporte ao Windows 3.11 muitas empresas ainda o estariam usando. E o Linux deixa de ser gratuito no momento em que é necessário contratar uma empresa para o suporte do produto. Além de ter a desvantagem de existirem várias distribuições e várias empresas diferentes dando suporte (ou não) a elas. Já a Microsoft está aí a décadas, sólida como uma montanha.

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icehouse.jpgAs empresas de processamento de dados ou mesmo o setor de TI de uma grande empresa, usam um ou mais servidores que nada mais são do que computadores maiores e mais parrudos, que tem vários processadores e discos rígidos e que claro, esquentam muito mais. Por isso, precisam de um lugar próprio e bem refrigerado (frio mesmo, com o pessoal tendo que usar casaco às vezes), o chamado CPD (centro de processamento de dados). Recentemente, grandes empresas de TI como a IBM, passaram a prestar serviços de processamento remoto de dados e manutenção de servidores, substituindo o CPD por suas próprias instalações e barateando assim os custos para os clientes. Com esta concentração, os gastos com refrigeração comecaram a se revelar preocupantes e empresas globais como Verizon, Yahoo, Google, Microsoft, que vivem esclusivamente de TI, começaram a buscar alternativas para diminuir seus próprios custos com as centenas de servidores nos diversos centros de dados que possuem. Para se ter uma idéia, estima-se que em 2006, nos EUA, foram gastos US$ 4,5 bilhões em refrigeração e energia para centros de dados e para cada dólar gasto em equipamento, gasta-se 0,50 centavos para alimentá-lo e resfriá-lo, ou seja, a metade do custo. E para as industrias de prestação de serviços, diminuir custos significa estar à frente dos rivais.

Começou então uma busca global por áreas aonde fosse possível instalar centros de processamento de dados com baixo custo. A Microsoft gastou US$ 2 bilhões em quatro novos centros de dados em Chicago, Dublin, San Antonio e Quincy, no estado de Washigton e agora busca novos lugares como a Islândia e a Sibéria.

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Como parte da sua estratégia de market-share na internet, além de ter o Yahoo em vista, a Microsoft busca atacar em outras frentes. Ao que parece, o alvo desta vez é o site Digg.com, um portal de notícias em que os próprios usuários escrevem as matérias e falam sobre tudo e com o qual a Microsoft assinou, no ano passado, um contrato de publicidade de três anos. Um pequeno detalhe: o contrato termina se alguma empresa comprar o portal. Dizem por aí que a Microsoft estaria de olho por que outras empresas de mídia também estão interessadas. O preço do Digg.com está em torno de US$ 225 mihões e a idéia parece tão boa que o Goggle lançou no ano passado um novo serviço: o “Like it?”, sua versão do “Digg it”, da Digg.com. Mes passado foi a vez do Yahoo, com o seu Yahoo Buz.

E por falar no Yahoo, enquanto atrasa a reunião da diretoria para frustrar os planos da Microsoft, negocia uma fusão com a America Online (AOL), para tentar fugir finalmente do assédio do Tio Bill. O detalhe sórdido é que o Google detém 5% das ações da AOL e especula-se que, caso a fusão se concretize, a nova empresa abrirá mão da sua parcela do mercado de propaganda online em favor do Google, fortalecendo ainda mais a sua liderança. Isto explicaria porque a Microsoft está tão obstinada em fechar esta compra de vez.

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Mas nem tudo na vida do Google é fácil: sua estratégia de fornecer propaganda via tv a cabo, ainda em testes, já está gerando reações. As empresas Comcast, Time Warner Cable, Cablevision, Cox Communications, Charter Communications and Bright House Networksare estão aderindo ao Project Canoe (ou seja Projeto Canoa, tem este nome porque todos estão no mesmo barco), de valor inicial de US$ 150 milhões, que pretende fazer frente às ambições da empresa de Page e Brin nesta área.

O Yahoo, anuncia um plano de indenização para seus funcionários, caso a empresa acabe sendo comprada. Esta indenização seria paga no caso de, no período de dois anos depois da compra da empresa pela Microsoft, o bill-chess.JPGfuncinário fosse mandado embora ou tivesse que sair por alguma “boa razão”. Com isto, o Yahoo pretende diminuir a ansiedade em suas instalações, causada pela oferta agressiva da empresa do Tio Bill. O segundo maior acionista, Bill Miller, e que como outros acionistas, tem participação em ambas as empresas, quer que a Microsoft aumente a sua oferta para mais de US$ 31 por ação, somente uns US$ 1,4 bilhões a mais. A oferta também sofre resistência por parte do co-fundador Jerry Yang, que em carta aos acionistas, disse que a empresa está em uma posição estratégia para aproveitar o crescimento do mercado global de publicidade, que segundo estima deve chegar à US$75 bilhões em 2010.

Enquanto isso, a Microsoft tenta aliciar o maior número de acionistas possíveis, para que influencem na votação do conselho de administração do Yahoo!, a ser realizado no dia 13 de março, de modo a selecionar pessoas mais favoráveis à sua oferta inicial. Este esforço se deve ao fato que a Microsoft não quer aumentar a oferta, já que espera gastar uns US$ 30 milhões em custos com a aquisição (Fala sério! Eles dão uma oferta de US$ 44,5 BILHÔES e estão preocupados com uns milhõeszinhos a mais? Que pobreza! Pede emprestado pro Tio Bill!). A Microsof, preocupada em não perder terreno para o Google num futuro próximo dentro da Internet, tentará todos os meios legais para fechar a compra, porém em um clima amigável, já que teme uma demissão em massa caso force a barra (É por isso que os funcionários da Yahoo estão ansiosos…). Por isso, Kevin Johnson, de grupo de plataforma e serviços da Microsoft, já aditantou  que os funcionários podem ficar tranquilos, que não irá demitir muitos caso a compra seja efetivada, que não há escassez de oportunidades técnicas, etc… (blá, blá , blá… Vamos ver).

Também de olho no mercado global e enquanto critica a oferta da Microsoft (já que vai reunir seus dois maiores concorrentes), o Google segue com seus planos de crescimento: está investindo no projeto Unity, que criará um cabo submarino de 10.000 km ligando os EUA ao Japão, a um custo estimado de US$ 300 milhões. Partipam as empresas Bharti Airtel, Singapore Telecommunications, Bharti Airtel, KDDI, Pacific Internet e Global Transit. As empresas NEC Corp. e Tyco Telecommunications serão responsáveis pela contrução e instalação do sistema, que deverá alcançar 7,68 Tbps de banda. Este novo acesso irá facilitar e baratear custos do Google em sua expansão nos mercados asiáticos. Em outro movimento, a empresa disputa o leilão das faixas de 700 Mhz, em solo americano.

Está vendo como somos importantes, meu caro usuário de internet? Todas esteas empresas estão gastando os tubos para encher a sua telinha (e o seu e-mail, seu celular, sua televisão, etc…) de propaganda! Agora faça as contas: se ees esperam um mercado de US$ 75 bilhões apenas em propaganda, quanto será a movimentação de grana real (compra e venda)? Acho que vou abrir uma lojinha on-line…

hddvd_end.JPGA Toshiba anunciou hoje em Tóquio, que não mais desenvolverá, fabricará ou venderá produtos com a tecnologia HD-DVD, já em março deste ano. O fato foi devido à perda do apoio dos estúdios de cinema e varejistas de peso, como o WalMart, que adotaram o formato Blue-Ray. Isto põe um fim na guerra de formato de filmes em alta definição e traz sossego a nós probres mortais que finalmente poderemos nos decidir por comprar um DVD player Blue-Ray, sem a dúvida se a tecnologia seria descontinuada. A decisão parace ter sido bem-vinda pelo mercado de capitais já que as ações da empresa subiram.

Você usuário de HD-DVD não precisa pular da primeira janela! A Toshiba garante que dará suporte a todos produtos já vendidos, assim como vai manter a linha baseada no formato do DVD padrão.

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