No limite da velocidade!
Esqueça as plastilhas de sílício usadas atualmente para a produção de chips de computador. O novo material do futuro se chama graphene, é uma camada de átomos de carbono com um átomo de espessura, que parece uma tela de galinheiro vista ao microscópio eletrônico (a descrição não é minha, é da Wikipedia!), que foi descoberta em 2004. Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), descobriram recentemente, que o graphene tem propriedades que garantem que ele se torne o centro das próximas gerações de chips e outros dispositivos eletrõnicos de alta frequencia. A pesquisa foi divulgada na American Physical Society por Tomás Palacios, professor assistente no departamento de engenharia elétrica e ciência da computação do MIT, que recebeu ajuda do professor assistente Jing Kong e dois estudantes: Han Wang e Daniel Nezich.

O atual problema da industria é que o limite físico de velocidade de processamento dos chips feitos de silício, que seria de 4 a 5 gigahertz está sendo alcançado. O que gerou a recente onda de núcleos múltiplos. O graphene, na pesquisa do MIT, mostrou que pode ser usado pana fabricação de chips com velocidades entre 500 a 1 mil gigahertz (100 vezes mais!). Multiplicadores de graphene possuiriam apenas um transistor, não gerariam sinais com ruídos e eliminariam a necessidade de filtros. A IBM já está de olho nisso e já andava fazendo suas próprias pesquisas, mapeando a dissipação de calor de nanotubos feitos com o novo material. Outros como o Swiss Federal Institute of Technology in Lausanne (EPFL) estudam a spintronica usando o grephene: eles esperam poder controlar a direção do eletrons no átomos de carbono, para preservar dados.
Espera-se que em um ou dois anos as novas descobertas já gerem produtos finais para o público em geral.







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1 átomo?? OMG!!