A Microsoft informou que as contas vão bem. Com faturamento de miseros US$13,76 bilhões no último trimestre, devido ao aumento de vendas do Vista e do Halo 3, venceu a disputa já comentada aqui e conseguiu comprar a participação de 1,6% no Facebook, por também uns trocados: US$ 240 milhões. Bill Gates está de olho nos 48 milhões de usuários do site. Para não ficar pra trás, o Google decidiu partir para outra estratégia: se não pode ter o Facebook, vai acabar com o mercado dele.

baltan80.jpg

O Facebook recentemente abriu um espaço para novos desenvolvedores, e chegou ao montante de 5 mil programas produzidos que posteriormente foram adotados por milhões de usuários do site, os quais os usam para aumentar a interação na rede de relacionamento. O Google então resolveu reunir no primeiro dia deste mês, os sites de relacionamento Orkut, LinkedIn, hi5, Friendster, Plaxo e Ning, para juntos estabelecerem normas para o desenvolvimento de programas para os usuários destas redes se comunicarem entre si (mas não com o Facebook), sob uma plataforma que está sendo chamada de OpenSocial. Os criadores das ferramentas mais acessadas no Facebook: iLike, Slide, Frixter e RockYou devem anunciar que farão versões destas aplicações para o OpenSocial.

As especulações sobre como o lançamento do OpenSocial vai afetar o segmento de redes sociais tem claro objetivo: amarelar o anúncio de um novo sistema de publicidade no Facebook, que é espaço exclusivo da Microsoft e foi criado para competir com o Google. Como notícia ruim nunca vem sozinha, a Microsoft irá pagar US$709 milhões (497 milhõe de euros) na multa por abuso de posição dominante (imagina!) movido pela Comissão Européia.

No capítulo anterior: Google lança ‘Android’, sistema operacional aberto para celular


Leave a Reply