Archive for February, 2007

Claudio Julio Tognolli - Revista Consultor Jurídico, 27 de fevereiro de 2007

A BitTorrent Inc, que já foi processada por permitir atos de pirataria virtual em seus domínios, anunciou na segunda-feira (26/1) sua total conversão à legalidade. A empresa lançou um serviço pago pelo qual poderão ser baixados pela internet filmes e seriados de TV, uma febre nos Estados Unidos. As informações são do site Findlaw.

O acordo da BitTorrent Entertainment Network foi feito juntamente com grandes estúdios como Warner Bros, Paramount Pictures, 20th Century Fox e Metro-Goldwyn-Mayer. Trata-se de uma tendência em voga nos Estados Unidos: legalizar o conteúdo rapidamente para se evitar ações milionárias.

A BitTorrent dispõe de uma carteira de 135 milhões de pessoas que baixam seus produtos. O perfil é o de internauta entre 15 e 35 anos de idade. Agora, legalizada, a empresa cobrará US$ 1,99 por cada download de episódio de seriado de TV para poder competir direto com o sistema de downloads da Apple, o iTunes. A BitTorrent cobrará US$ 3,99 para acesso por 24h de filmes inteiros (lançamentos) e US$ 2,99 por filmes já no mercado.

Em 2005, a BitTorrent se envolveu em uma briga com o site Grokster, que também permitia downloads piratas e começou a “limpar” o seu conteúdo.

Opinião: Ao que parece, a informatização da Justiça enfrenta o problema de desconhecimento do que seja tecnologia e de seus benefícios, um tipo de preconceito que eu vivenciei no ínicio da minha carreira quando computadores ainda eram raros nas empresas. Tive chefe que achava que eu não estava fazendo nada sentado no computador ao invés que levar papelada de um lado para o outro. Mas dizer que video conferência é ilegal porque o reú deve sempre ficar cara-a-cara (fisicamente) com o júiz, é no mínimo ridículo.

Robespierre B. Gonçalves

Segue a notícia:

Judiciário quer mas não consegue se informatizar

por Aline Pinheiro e Gláucia Milicio

Justiça cega para informática?Qualquer administrador de empresa, por mais micro que ela seja, reconhece as vantagens da informatização para o sucesso do empreendimento. Qualquer operador da Justiça também sabe disso. Ao contrário dos empresários, no entanto, o Judiciário resiste bravamente a usar e explorar as vantagens que os computadores podem proporcionar ao bom desempenho de sua missão.

O Judiciário sabe que precisa, mas é lerdo demais para se modernizar. Como entender que, num país onde há um cyber café em cada esquina, a Justiça ainda use máquinas de escrever e armazene pilhas e pilhas de processos em papel? Justificativas existem aos milhares. Falta investimento, falta organização, mas, principalmente, falta a vontade de inovar. Um dos principais freios da modernização do Judiciário é o conservadorismo que impede que os responsáveis pela Justiça troquem o fax e o oficial de Justiça pelo e-mail.

Veja-se o caso da penhora online. Na Justiça Trabalhista, ela é um sucesso. Mas só para quem a usa. Boa parte dos juízes, amantes das tradições, prefere manter o procedimento convencional de penhora, que leva dias, a ver a sua ordem cumprida em segundos. É natural a dificuldade de inserir na era virtual um profissional que há décadas está acostumado com pilhas de processo de papel e a não ter compromisso com prazos. “Existem os entusiastas que querem saber de todas as novidades, mas também há os profissionais mais idosos que simplesmente não se adaptam”, acredita o advogado Nehemias Gueiros.

O conservadorismo que faz com que juízes continuem fazendo manualmente tarefas que poderiam ser feitas no computador com mais rapidez e mais qualidade é um dos responsáveis também pela falta de investimento em informatização. Segundo os dados de 2005 do Justiça em Números — Indicadores Estatísticos do Poder Judiciário, levantamento feito pelo Conselho Nacional de Justiça, o Judiciário investe em informatização apenas uma pequena fatia de seu orçamento.

Em 2005, a Justiça Federal foi a que mais investiu em informática: 2% da sua despesa total. A Estadual veio logo em seguida, com 1,9% e a Trabalhista, considerada a mais moderna, investiu menos ainda, 1,2%. De R$ 23 bilhões gastos com o Judiciário em 2005, apenas R$ 500 milhões foram destinados para informática. Assim, não é de se estranhar que em nenhum ramo da Justiça a relação entre o número de servidores e de computadores seja de um para um. Impera o princípio do compartilhamento: enquanto um funcionário usa o computador, o outro sai para tomar um cafezinho.

“Antes de investir R$ 1 em juízes, que são imprescindíveis, é preciso investir muito em tecnologia para potencializar os meios pelos quais o atual aparato burocrático dá respostas ao jurisdicionado”, aconselha o advogado Eduardo Mahon.

Faz sentido digitalizar a Justiça diante do grau de exclusão digital no país (de cada seis brasileiros, um tem acesso a computador)? A experiência em outros setores da sociedade mostra que sim, que mesmo os excluídos digitais acabam se beneficiando com a modernização. O Brasil tem, hoje, um dos mais altos índices de informatização bancária no mundo. A votação eletrônica é um sucesso. A maioria quase absoluta dos contribuintes prefere fazer sua declaração de renda pelo computador e pela internet. Estes avanços facilitaram a vida dos cidadãos em geral e eliminaram filas nas portas dos bancos, das cabines eleitorais e dos postos da Receita Federal.

As filas também são menores nos Juizados Especiais Federais, a melhor prova de que informática faz bem à saúde do Judiciário. Em termos de informatização, são eles os grandes pioneiros do Judiciário. Em São Paulo, por exemplo, não há mais papéis. Todo o processo é virtual. O cidadão vai até o juizado, leva todos os documentos que precisa e toda a digitalização é feita lá. Ele volta para casa com o seu processo encaminhado e os documentos. Nada fica na Justiça.

Avanços notáveis, como este, não impedem recuos relativos. Jader Carlos Videira, diretor da divisão da informática dos Juizados Especiais Estaduais de São Paulo, conta que muitos advogados usavam os dados obtidos na consulta processual online para captar novos clientes. Para acabar com o caça-cliente, foram instaladas senhas que permitem apenas aos advogados das partes terem acesso a todas as informações. Os outros apenas podem ver o andamento processual.

Peso da lentidão

A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Ellen Gracie, acredita que a Justiça deve estar informatizada em cinco anos. A aposta da ministra é fundamentada. No próximo dia 20, entra em vigor a Lei 11.419/06, que regulamenta a informatização do processo judicial no Brasil. A grande novidade é que o advogado, um dos braços da Justiça, ganhará um papel ativo no processo eletrônico, e não apenas passivo.

Além de consultar andamentos processuais, ferramenta que já está em prática há pelo menos uma década, poderá apresentar peças, recorrer, solicitar documentos e ser intimado. Se não der vírus, as filas nos cartórios e fóruns podem estar com os dias contados.

A troca do papel físico pelo digital é uma das principais aliadas para reduzir a morosidade da Justiça. Segundo dados do Supremo Tribunal Federal, 70% do tempo de tramitação de um processo é consumido pelo chamado “tempo neutro”, que também poderia ser chamado de tempo da burocracia. É aquele gasto com carimbos em documentos, transporte e separação de papéis. A informática tem o dom de reduzir consideravelmente estes passos processuais e de agilizar os passos que tiverem de sobreviver.

A simplificação do processo sempre gera resistência. Por ser a primeira vítima da informatização, é natural que a burocracia seja a maior adversária de sua implantação. O carimbador de papel é levado a pensar que com o computador perderá sua mesa de carimbação. Poderia pensar que com o computador desempenharia tarefas mais úteis.

Em 2005, o Ministério da Justiça tentou acelerar a informatização do Judiciário por meio de uma parceria com a fábrica de cigarros Souza Cruz. O projeto, batizado de Justiça sem Papel, tinha como objetivo custear e auxiliar no desenvolvimento de propostas para a modernização do Judiciário brasileiro. Informática era seu forte, claro.

A empolgação durou pouco. O Ministério Público entrou com Ação Civil Pública e a Justiça Federal suspendeu a execução do projeto. O desembargador Antônio de Souza Prudente, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, condenou o envolvimento do Judiciário em “parcerias espúrias, moralmente reprováveis e constitucionalmente repudiadas, a ponto de comprometer o bom nome, a moralidade e o magnânimo papel da Justiça, garantido e consagrado pelos comandos da Constituição da República Federativa do Brasil, para a segurança jurídica de todos”.

O MP e o TRF-1 condenaram a iniciativa não por suas virtudes ou defeitos, mas por uma suposta inidoneidade da Souza Cruz, mesmo sendo uma empresa legalmente constituída e em dia com suas obrigações. “Já tínhamos diversos projetos inscritos. Em Niterói (RJ), estávamos começando a implementar um deles quando tivemos de suspender. É uma pena”, lamenta Pierpaolo Botini, secretário de Reforma do Judiciário, órgão do Ministério da Justiça.

Pilotos aqui, pilotos acolá

Na falta de um programa nacional ou setorial, continuam a pipocar experiências tecnológicas em diferentes unidades da Justiça. Em Mato Grosso, foi inaugurado no dia 12 deste mês o Juizado Especial Digital, que permitirá que as petições sejam enviadas pela internet.

Em São Paulo, o estado mais entupido de processos e um dos menos informatizados, o Juizado Especial Estadual já apresentou a era digital ao chamado Expressinho, Projeto de Atendimento Diferenciado do Tribunal de Justiça de São Paulo, mantido em parceria com as empresas Eletropaulo, Embratel, Sabesp, Telefônica e Unibanco. Lá, os processos são digitalizados assim que o cidadão chega para apresentar queixa e ingressar com a ação, e as empresas são intimidas via e-mail.

O processo eletrônico chegou à cidade catarinense de Caçador. Na Vara Federal da cidade, foi instalada ferramenta que permite que todo o trâmite processual seja feito no mundo virtual. A idéia é que, a partir do dia 31 de março, todos os Juizados Especiais Federais da 4ª Região não recebam mais papéis. O processo terá de ser inteiramente digital.

Fora dos limites da Justiça, o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual tentou coibir o uso do papel. Fracassou. Inicialmente, os pedidos de registro feitos via papel deveriam ser rejeitados a partir de 31 de janeiro. Não deu. O prazo agora foi adiado para 28 de fevereiro mas, dificilmente poderá ser cumprido. Se por um lado os interessados reclamam que a imposição prejudicará aqueles que não têm acesso à internet, por outro o próprio instituto admite que o sistema digital ainda está em desenvolvimento e apresenta problemas.

Em Santarém, interior do Pará, a imposição da troca do material pelo virtual também fracassou. A Justiça Trabalhista tentou forçar os advogados a usar apenas o meio eletrônico para apresentar seus processos impedindo o uso do papel. Os defensores protestaram, dizendo que a medida arbitrária impediria advogados menos agraciados financeira ou culturalmente de continuar trabalhando. Lá, a voz da advocacia falou mais alto. “As mudanças não podem ser impositivas para que não haja um apartheid digital. Tem de ser gradativamente para as pessoas irem aprendendo a lidar com os programas”, pondera Alexandre Atheniense, presidente da Comissão de Informática da OAB.

Informática legal

A videoconferência, para tomar depoimentos de testemunhas e réus à distância, é outra solução tecnológica que pode ser usada com proveito. No Rio de Janeiro, a prática foi usada em 2002. Quatro presos considerados de alta periculosidade prestaram depoimento do presídio de Bangu para o Tribunal de Justiça fluminense. Em 2005, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região usou a ferramenta para permitir que uma testemunha no caso do Banestado, que estava nos Estados Unidos, depusesse.

Falta ainda consenso sobre a prática. Os defensores apontam vantagens, como o custo mais baixo e a segurança mais alta, e garantem que a videoconferência tem base legal desde que seja garantido o direito de o preso conversar com o seu advogado durante o depoimento e em sigilo. Os adversários dizem ser ilegal o preso depor sem estar cara a cara com o juiz. De qualquer forma, falta regulamentar a matéria. Projeto de lei sobre o assunto já tramita no Congresso Nacional.

Como toda inovação tecnológica, o sucesso da informatização depende da adequada aplicação dos meios. Vontade, apenas não basta. Em Ribeirão Pires, na região metropolitana de São Paulo, uma adoção por pouco não deixou de ser concluída por causa de problemas com a internet. Mãe biológica e pai adotante no Japão, pai biológico no Brasil. Todos reunidos, ainda que os dois primeiros virtualmente, na sala da juíza para que a criança fosse adotada. Não rolou. A internet não funcionou. A alternativa foi recorrer à subsecção da OAB na cidade para, de lá, concluir a adoção.

Caminho inverso

Ainda que resista a entrar no mundo virtual, a Justiça está sendo compelida a julgar o que nele acontece a todo o momento. Roubo, injúria, difamação, pedofilia, tudo isso que antes era feito apenas no mundo físico, hoje é perpetrado pelo computador e pela rede que os une mundialmente, a internet. E é lá que ficam as provas. O Judiciário nada contra a corrente toda vez que essas provas virtuais têm de ser materializadas no mundo real.

Por hora, a responsável por perpetuar a prova é a chamada ata notarial, feita nos cartórios. Lá, a página virtual é impressa, certificada e vira mais um papel no amontoado da Justiça. “A Lei 11.419/06 [que regulamentou a informatização no Judiciário] continua a tratar a prova documental ou escrita como documentos físicos de papel que devem ser digitalizados. Ela não considera as provas que nunca existiram em formato impresso, que foram geradas desde o início eletronicamente”, diz o advogado Ângelo Caldeira Ribeiro. Mais um desafio para a Justiça.

Fonte: Revista Consultor Jurídico, 24 de fevereiro de 2007

Raquel Salgado - 28/02/2007 - Revista Valor Online

Edgard Pereira, do Iedi: “Não se pode supervalorizar o efeito do câmbio”.
A produção da indústria intensiva em tecnologia, como aeronáutica, farmacêutica e de informática, cresceu muito acima do setor no ano passado. O nível de atividade deste segmento aumentou 8,5%, três vezes mais do que os 2,8% da indústria geral e dos 2,6% da indústria de transformação. Esse bom desempenho foi ancorado principalmente no crescimento da demanda doméstica, mas veio acompanhado de uma forte deterioração no saldo comercial do setor, já que as importações avançaram 24% e as exportações, 6,8%. Em consequência, o déficit comercial do setor chegou a US$ 11,8 bilhões - alta de 40% em relação a 2005. 

O segmento de média-alta intensidade também sofreu redução no saldo da balança e terminou 2006 com um déficit de US$ 1 bilhão. Mas mesmo com um incremento de 17,1% na compra de importados, a produção não avançou tanto: 2,3%. Os dados estão em um estudo realizado pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). 
Para o economista-chefe da entidade, Edgard Pereira, o crescimento da produção com alto uso de tecnologia pode parecer positivo em um primeiro momento, mas esconde um movimento preocupante para a indústria brasileira. “Essa evolução foi às custas de aumento de importação e de menor produção doméstica de componentes.” 
Os setores mais beneficiados pela demanda interna são também os que contam com uma grande quantidade de componentes importados. O resultado para o país, segundo o economista, é que não se agrega muito valor aos produtos internamente e ainda se perde a oportunidade produzir parte deles aqui, empregando e gerando renda para os trabalhadores. 

Pereira argumenta que a demanda por itens mais sofisticados cresceu não apenas por conta dos preços menores, mas principalmente por uma demanda que está de olho em novidades. “Não se pode supervalorizar o efeito do câmbio nesse caso. Houve uma combinação de fatores”, diz. 
O pior desempenho em termos de produção ficou com as indústrias de média-baixa e baixa intensidade tecnológica. Ambas verificaram uma expansão de 1,7% em suas atividades. E esse pouco dinamismo foi acompanhado de um dado que parece estranho à primeira vista: saldos crescentes na balança comercial. 

Esse movimento pode ser explicado em parte pelo aumento de preço das commodities exportadas pelo Brasil. Em 2006, segundo dados da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), o setor de metalurgia elevou os preços em 40,8%. O de refino de petróleo e petroquímicos reajustou em 12,2% o preço das exportações. 
Paulo Gonzaga, pesquisador do Grupo de Conjuntura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), diz que o déficit comercial em produtos de alto valor agregado era esperado, mas que o desempenho tão acima da média da indústria de alta tecnologia surpreendeu. “Esse movimento é curioso e esteve bastante ancorado no crescimento da produção do setor de informática”, diz o economista. Esse segmento industrial foi a estrela de 2006, com alta de 51,4% na produção. 

Por conta disso, Gonzaga acredita que os resultados da atividade industrial em 2007 não serão tão heterogêneos. “Dificilmente a informática manterá um ritmo tão forte como o de 2006″, diz. Esse setor foi beneficiado tanto pelo barateamento dos componentes importados, devido ao câmbio valorizado, como pelas desonerações tributárias concedidas pela União.  
Segundo Pereira, esse tipo de crescimento econômico dependente da exportação de commodities, da produção de itens de menor valor agregado e da importação de componentes fragiliza o país. “Isso ainda não foi percebido, porque estamos vivendo uma situação de excepcional liquidez internacional e também o ápice do ciclo de alta de preços das commodities”, diz. 

Porém, no momento em que esse cenário se deteriorar, a indústria brasileira poderá passar por maus bocados. Para ele, “é ilusão pensar que a especialização em produtos de baixa intensidade tecnológica é a melhor saída”. Ele argumenta que até hoje nenhum país cresceu a taxas elevadas sem internalizar a produção de bens mais sofisticados. 
Na avaliação do Iedi, as empresas brasileiras podem produzir boa parte dos produtos que hoje importam, mas é preciso investimento. E, no atual cenário de juros reais altos e câmbio valorizado, fica difícil viabilizar a produção internamente. O economista da UFRJ também acha que o país caminha para uma armadilha. “Não podemos produzir apenas aquilo para o que temos vocação. É possível e necessário construir vocações em outras áreas”, diz. 

Gonzaga afirma que não defende uma volta ao passado, com o fechamento da economia, mas acredita ser possível estimular e proteger alguns setores estratégicos para o país. “Em princípio, a importação não é ruim. O problema é que ela chegou a níveis muito altos devido à distorção cambial.” 

 

Wolverine

Com um HD de 160 GB de capacidade ( maior do que um iPod!) , leitor de cartões de memória 7 em 1 e uma tela LCD de 3.6” e resolução de 320 x 240 pixels, o media player Wolverine ESP toca vídeos nos formatos MPEG-1, MPEG-4, WMV9, XviD e DivX, arquivos de músicas MP3, WMA, OGG, WAV, AAC e CDA, mostra imagens JPG, TIF e RAW e também tem rádio FM. E você ainda pode comprar um dock opcional para gravar vídeos diretamente da sua TV, DVD ou filmadora.

Seus 160 GB o tornam um companheiro interessante para sua filmadora ou câmera digital, mas se você está querendo um player compacto pode continuar procurando, pois este não é o caso do Wolverine, que tem 2.50 cm de espessura e pesa 289 gramas com a bateria.

Saiba mais no site do Wolverine.

Via Gizmodo.

Wowee Happy Meal

A WowWee fez uma parceria com McDonald’s para colocar pequenas versões dos seus robôs no McLanche Feliz nos Estados Unidos. Estão disponíveis três Robosapiens, um Roboraptor, um Roboreptile, um Robopet e um Roboraptor.

Vamos torcer para eles lançarem os robôs da WowWee no Brasil em breve.

Veja mais aqui.

Leia também:
Robosapien do Homem Aranha e do Homer Simpson
Nada se cria, tudo se copia…
Dragonfly, O Robô que Bate Asas
Robosapiens, um robô com dois cérebros é melhor !

Com a estréia próxima do filme dos Transformers já começam a aparecer os brinquedos da franquia, a Hasbro já lançou os seus.

O novo Optimus Prime que mantêm a seu já conhecido shape de caminhão chegará em junho por $40,0. O Bumblebee com 14″ de altura na escala 1/14 por $80,00. E tem mais, viva a robomania dos anos 80. 

Via Autoblog

Cooling Pad

Se o seu notebook é daqueles que esquenta tanto que você pensa que está numa sauna, vai gostar do Cooling Pad retrátil da Brando. Com três coolers de 60 mm e uma superfície de alumínio, ao ser fechado ele ocupa pouco espaço e pode ser usado em qualquer lugar.

Compre o seu agora mesmo por apenas US$ 22 na Brando.

Via Red Ferret Journal.

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Há algum tempo anunciamos o celular Readius da Polymer Vision. E não é que ele ganhou um prêmio Best of Show Award na 3GSM 2007. Este design futurista com uma tela que pode ser dobrada venceu na categoria “Maior Inovação em Desenvolvimento de Tecnologia”.

Em uma entrevista ao Tech Digest, o CTO da Polymer Vision, disse que a empresa está trabalhando com o objetivo de lançar uma versão colorida que seja capaz de tocar vídeos em até 5 anos.

Via Tech Digest.

Leia também: Telecom Italia e Polymer Vision vão lançar “Celular-Book”.

“A Sierra Entertainment anunciou “Empire Earth III”, a nova e mais ambiciosa versão da série de estratégia em tempo real - afinal, não é todo título do gênero que reproduz o planeta Terra de forma detalhada, em um mapa cujo tamanho equivale a algo entre 40 e 80 mapas de RTS (Real Time Strategy) convencionais.

O game para PC está sendo desenvolvido pela Mad Doc Software, que, empolgada com o sucesso de “Empire Earth II”, definiu uma abordagem interessante à idéia de dominação global. “‘Empire Earth III’ vai levar a série a um próximo nível com a habilidade de capturar todo o globo e entregá-lo nas mãos dos jogadores”, acredita Cindy Cook, executiva da Vivendi Games.

Em “Empire Earth III”, é possível construir um império desde os tempos antigos até um futuro distante, em batalhas ao redor do planeta. Outra característica da série e permitir ao jogador continuar com as suas unidades em missões seguintes.

“Empire Earth III” deve ser lançado em 2007. ”

Fonte: http://www.boadica.com.br/noticia.asp?codigo=11695

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A Asus apresenta o P526, um celular PDA com GPS integrado e câmera de 2 megapixels, que roda o novo Windows Mobile 6.0. Ele é um quad-band GSM/GPRS/EDGE com roaming global, teclado numérico e scroll wheel que facilitam a operação. Com uma tela TFT de 2.6” touchscreen com resolução de 240 × 320 pixels e 65.536 cores, o P526 tem apenas 15.4 mm de espessura e pesa só 115 gramas.

O preço e data de lançamento ainda não foram informados pela Asus.

Via Navigadget.