Archive for January, 2007

Contrariando todas as espectativas, a terra do mangá também é a terra dos “Disney Gadgets”, nossos amigos japoneses são totalmente vidrados pelos ícones da Disney e fazem verdadeiras peregrinações à Disneylandia de Tokio várias vezes ao ano. 

Então, não é surpresa ver os gadgets vendendo igual água. A  Buffalo disponibiliza 3 novos pen drives da Disney de 512 Mb.

Via :  Akihabara News

Na idade média os livros eram escritos pelos copistas à mão. Precursores da taquigrafia, os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios, por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido (tempo era o que não faltava naquele tempo). O motivo era de ordem econômica : tinta e papel eram valiosíssimos.

Foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra ( um “m” ou um “n”) que nasalizada a vogal anterior. Um til é um enezinho sobre a letra, pode olhar. O nome espanhol Francisco, que também era grafado “Phrancisco” , ficou com a abreviatura “Phco.” e “Pco”. Daí foi fácil Francisco ganhar em espanhol o apelido Paco.

Os santos, ao serem citados pelos copistas, eram identificados por um feito significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de “Jesus Christi Pater Putativus”, ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde os copistas passaram a adotar a abreviatura “JHS PP” e depois “PP”. A pronúncia dessas letras em seqüência explica porque José em espanhol tem o apelido de Pepe.

Já para substituir a palavra latina et (e), os copistas criaram um símbolo que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras : &. Esse sinal é popularmente conhecido como “e comercial” e em inglês, tem o nome de ampersand, que vem do and (e em inglês) + per se (do latim por si) + and. Com o mesmo recurso do entrelaçamento de suas letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina ad, que tinha, entre outros, o sentido de “casa de”.

Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas os símbolos @ e & continuaram a ser usados nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço - por exemplo : o registro contábil ” 10@£3” significava “10 unidades ao preço de 3 libras cada uma”. Nessa época o símbolo @ já ficou conhecido como, em inglês como at (a ou em).

No século XIX, nos portos da Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar práticas comerciais e contábeis dos ingleses. Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @ (a ou em), acharam que o símbolo seria uma unidade de peso. Para o entendimento contribuíram duas coincidências : 

1- a unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cujo “a” inicial lembra a forma do símbolo;
2- os carregamentos desembarcados vinham freqüentemente em fardos de uma arroba.

Dessa forma, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registro de “10@£3″assim : “dez arrobas custando 3 libras cada uma”. Então o símbolo @ passou a ser usado pelos espanhóis para significar arroba. Arroba veio do árabe ar-ruba , que significa “a quarta parte”: arroba ( 15 kg em números redondos) correspondia a ¼ de outra medida de origem árabe (quintar), o quintal ( 58,75 kg ).

As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais datilografados) . O teclado tinha o símbolo “@”, que sobreviveu nos teclados dos computadores. Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio eletrônico (e-mail ), Roy Tomlinson aproveitou o sentido “@” (at), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor. Assim ” Fulano@Provedor X”ficou significando “Fulano no provedor X”.

Em diversos idiomas, o símbolo “@” ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma, em italiano chiocciola (caracol), em sueco snabel (tromba de elefante), em holandês, apestaart (rabo de macaco); em outros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel, em Israel; strudel, na Áustria; pretzel, em vários paises europeus.

Retirado do livro: A Casa da Mãe Joana, de Reinaldo Pimenta

Sun disponibiliza o sistema operacional Solaris 10 de graça na web. Clique na imagem acima.

JLR - São Paulo- Valor On-line - 30/01/2007 

vista1.jpgA Microsoft vai gastar mais de US$ 450 milhões em marketing no mundo este ano, em grande parte para tornar realidade o que diz a frase promocional que acompanha o Windows Vista: “O ‘uau’ começa agora”. 
É difícil prever em que medida, e em qual velocidade, a empresa será bem-sucedida em convencer seus usuários a migrar para o Vista e o Office 2007, que traz best-sellers como o processador de texto Word e a planilha Excel. As novidades vão exigir máquinas parrudas, o que significa que o consumidor terá de desembolsar dinheiro em PCs mais potentes. 
Mas a julgar pelas novas funções dos programas, não será difícil extrair do consumidor uma reação de surpresa - o desejado “uau” -, mesmo que isso não se transforme em uma decisão de compra imediata. 
O Vista permite ao usuário controlar e manusear com facilidade suas fotos e músicas, além de trazer filtros que oferecem mais proteção diante de ameaças recentes da internet, como o “phishing” - páginas falsas criadas para obter dados financeiros indevidamente - e os “malware”, programas que são inoculados no PC sem que seu proprietário perceba. Isso sem contar no design bem mais leve, que apresenta transparências, barras que abrem miniaturas dos programas em funcionamento e ferramentas que permitem transferir conteúdo do PC para o celular e outros tipos de equipamentos. 
Mas o que deve chamar mais atenção é o Windows Media Center, uma função que está presente nas versões mais sofisticadas do sistema. Imagine que você está no meio da decisão de um campeonato de futebol, ou assistindo a um capítulo decisivo da novela, quando chega uma visita inesperada. Com o software, é possível gravar o programa e armazená-lo para assistí-lo depois. Se a interrupção for curta, dá para assistir ao material gravado e voltar a sincronizá-lo com o programa ao vivo. Isso depende de uma rede, com ou sem fio, para ligar o PC à televisão. 
No Brasil, o Vista sai com 40 produtos diferentes, oferecidos por 14 fabricantes. Estão disponíveis quatro versões de atualização (para quem já tem a versão oficial de um Windows anterior): basic (R$ 299), premium (R$ 469), business (R$ 589) e ultimate (R$ 749). Para a versão completa, que dispensa uma licença anterior, valem as mesmas categorias, com os seguintes preços: R$ 499, R$ 589, R$ 749 e R$ 989. (JLR)

Fonte: Valor Online

“A companhia japonesa Square Enix, situada em Tóquio, anunciou o licenciamento da Unreal Engine 3, tecnologia gráfica desenvolvida pela produtora Epic Games que será utilizada em jogos da empresa planejados para os consoles de nova geração, PC e serviços on-line. Através dessa consagrada engine, presente em títulos de sucesso como Gears of War (Xbox 360), a Square Enix pretende desenvolver games com mais eficiência e direcionar o tempo extra para outras atividades.

Dentre as outras empresas que também licenciaram a Unreal Engine 3 estão nomes como Electronic Arts, Midway Games, BioWare, THQ, Gearbox e Silicon Knights. ”

Fonte: Terra

Por Sueli Mello 
 
Os legisladores preocupados em estabelecer uma regulamentação específica para garantir a segurança na Internet precisam considerar que já está em desenvolvimento o que os especialistas em tecnologia da informação denominam “Internet de Quarta Onda”. É aquela viabilizada pela transmissão de informações em velocidades cada vez maiores, em que o internauta poderá interagir à distância, isoladamente ou em grupos, por meios remotos, com equipamentos para realização de experiências. Por enquanto, tais recursos, ainda em desenvolvimento, têm seu uso restrito aos laboratórios. Mas a própria história da web aponta que mais cedo ou mais tarde, eles poderão abarcar o uso comum.

Como lembra o professor César Augusto Camillo Teixeira, coordenador do curso de engenharia de computação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a Internet nasceu de um projeto militar, justamente para aumentar a segurança e a disponibilidade de informações. Mas sua abertura e expansão acabaram atraindo a atenção de criminosos. Assim, não é preciso ser um grande roteirista de ficção científica para imaginar uma trama onde a possibilidade de interagir com máquinas à distância caia nas mãos de pessoas mal intencionadas. Ou aconteça (ou seja provocado) algum acidente dentro de um laboratório.

Na opinião de Wilson Ruggiero, professor da Escola Politécnica da USP e diretor do Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores (Larc), as mesmas técnicas para proteção de informações e transações bancárias podem ser aplicadas na Internet de quarta geração. Porém, imagina que numa rede de tão alta velocidade os mecanismos de segurança irão enfrentar desafios tecnológicos bastante mais complicados de serem superados do que foram os existentes até agora. “Os tempos serão muito reduzidos para se detectar e tomar providências no caso de uma fraude. Assim, a mesma tecnologia que possibilita uma ação de segurança mais efetiva, ao mesmo tempo ajuda os fraudadores!”, afirma.

No momento, o que existe de realidade é que os integrantes do projeto Tecnologia de Informação no Desenvolvimento de Internet Avançada (Tidia) vêm concebendo e implementando ferramentas para viabilizar o processo de virtualização de experimentos e para o ensino à distância. Segundo Teixeira, o desenvolvimento dessas atividades só foi possível porque a eficiência dos dispositivos eletrônicos e a qualidade dos softwares têm permitido que os atrasos sofridos por uma informação transmitida por redes de computadores caiam para valores imperceptíveis ao tempo de reação humana, possibilitando a transmissão de imagens de boa qualidade com atraso muito pequeno e viabilizando a realização de atividades remotas.

Para explicar a importância disso, ele usa como exemplo um jogo de tiro ao alvo no qual patinhos movimentam-se à frente do atirador para serem alvejados. Se a arma fosse controlada por um computador, o atirador só acertaria o alvo se a qualidade da imagem para fazer a mira fosse boa e o intervalo entre os acionamentos do gatilho fosse muito pequeno – ou pelo menos a variação do atraso na percepção da imagem.

Se o princípio fosse aplicado a uma experiência de condicionamento de ratos, em que os animais privados de água só a recebem se realizarem determinadas tarefas, ela só seria bem sucedida se a água fosse oferecida no tempo previsto, imediatamente após a ação esperada. Se a água demorar, o animal pode não cumprir a tarefa. Por isso, o gerenciamento deve ser cuidadoso, para evitar que um animal morra de sede por falhas na comunicação com o técnico presencial, a identificação do animal e/ou a especificação de tempo de privação de água.

As mesmas medidas de segurança aplicadas para experimentos presenciais devem ser adotadas nos de acesso remoto. Em alguns aspectos, o professor da UFSCar acredita que elas possam até ser mais brandas. No experimento com ratos, por exemplo, não seriam necessárias medidas para evitar que o aluno fosse mordido, ou em outros experimentos, fosse exposto à radiação. É claro que um software mal projetado pode implicar em acidentes e/ou prejuízos, mas para o professor, um simples software de supervisão seria o bastante para evitar o “muito mais provável erro humano”.

Teixeira acredita que os estudantes e pesquisadores que atuam à distância estão absolutamente seguros. Quem pode estar em perigo são eventuais técnicos necessários para a execução dos experimentos. Mas ele insiste em afirmar que sob a supervisão de um sistema computacional, os erros de alunos remotos são mais fáceis de serem detectados e suas ações abortadas. O sistema pode ser projetado para evitar que o aluno remoto provoque explosão num laboratório de química, por exemplo. Seria bem mais difícil promover essa mesma segurança se o aluno estivesse dentro do laboratório.

De acordo com Teixeira, não existem ainda experimentos em laboratórios remotos em escala suficiente para enfrentar tais problemas. Ele imagina que a maioria deles será referente a erros na automação dos equipamentos, permitindo que alunos estabeleçam valores inapropriados. Um exemplo seria um determinado líquido que não poderia ser aquecido por mais que cinco minutos, mas o programa permite que o aluno estabeleça qualquer duração. Por isso, ele defende que deve ser realizada uma análise rigorosa do sistema antes que seja colocado em produção, para que as falhas observadas possam ser corrigidas. Porém, adverte que os mesmos problemas aconteceriam se o aluno estivesse presente. “Talvez a única diferença, esta sim, bastante preocupante, é que à distância, o aluno pode se tornar mais ousado”, avalia.

Com relação à segurança externa, Ruggiero, da USP, sugere a implementação de mecanismos, protocolos e serviços de segurança que garantam o controle de acesso, que as informações sejam entendidas somente por pessoas autorizadas e sejam exatamente iguais às enviadas; que todos os participantes sejam autenticados e seja possível comprovar a autoria das ações. Ele defende ainda que informações pessoais ou institucionais somente sejam solicitadas em quantidade suficiente para que a transação possa ser executada.
 
Fonte: Revista ComCiência

Fonte: IDGnow

“O Ministério da Previdência Social (MPS) e o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) fecharam uma parceria para garantir a qualificação de mais de 40 mil funcionários que intergram o quadro do MPS, do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev).

Segundo o assessor especial do MPS, Francisco Mendes, a parceria surgiu da necessidade interna do órgão por qualificação e do interesse em trabalhar com software livre como plataforma para a educação a distância.

A parceria será realizada por etapas. Na primeira, três técnicos de cada uma das cem gerências do INSS de todo o Brasil farão treinamento sobre a plataforma moodle com auxílio do ITI, por meio do projeto Centro do Difusão de Conhecimento e Tecnologia (CDTC).

A segunda etapa será a qualificação de quase 200 monitores para trabalhar na Escola da Previdência com a criação e monitoramento dos cursos online. Inicialmente, a Previdência utilizará os equipamentos e sistema do CDTC até estabelecer um ambiente próprio para gerenciar a plataforma.

Segundo o coordenador do CDTC, Djalma Valois, outro ganho com a parceira será a elaboração de cursos livres para a sociedade com o foco nas questões da previdenciárias, como legislação, benefícios, entre outros.

*Com informações do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI)”

Por João Luiz Rosa - 26/01/2007 - Valor On-line

A SAP, maior empresa de software de gestão empresarial do mundo, vai montar uma fábrica de software “multinacional” na América Latina. A unidade será descentralizada. O objetivo é empregar profissionais em vários países, incluindo o Brasil, que sejam capazes de escrever programas adaptados às necessidades da região em geral, mas com um olho nas particularidades do país em que ficarão concentrados. O investimento no projeto é de US$ 3 milhões e as contratações já começaram. “O tamanho da equipe será flutuante e vai depender do número de contratos, mas serão mais de 50 e menos de 100 pessoas”, diz o executivo português José Duarte, presidente da SAP para América Latina. 

A fábrica - na verdade, um centro de criação de códigos - vai trabalhar em programas para pequenas e médias empresas. É para este segmento que a SAP tem se encaminhado nos últimos meses, em busca de áreas de crescimento mais rápido que o mercado, já maduro, das grandes companhias. 
Em 2006, foram empresas de porte menor que deram o principal impulso à base de clientes da SAP na América Latina. “Começamos o ano com 2,3 mil clientes e terminamos com 3 mil, um acréscimo de 30%”, diz Duarte. “Desses novos clientes, 650 são pequenas e médias empresas.” 
Ao todo, a receita de software da SAP na região aumentou 38% no ano passado, mais de três vezes o desempenho mundial, de 12%. “Foi o melhor ano da história da empresa na região”, afirma Duarte. O Brasil apresentou um resultado ainda mais expressivo: as vendas aumentaram 64%, informa o executivo. Vários pontos concorreram para o crescimento na região. “Em geral, as economias latino-americanas apresentaram um crescimento como não se via há anos e muitas empresas expandiram suas atividades para fora da região, o que gerou uma procura por sistemas de informação”, explica Duarte. 
As pequenas e médias empresas responderam com mais encomendas e tornaram-se o destaque no desempenho regional da SAP. Não é de hoje que a companhia de origem alemã procura expandir-se para os clientes de porte menor. O poder de compra dessas empresas é mais modesto, mas elas são muito mais numerosas que as grandes companhias. Em âmbito global, a meta da SAP é fazer com que o segmento de pequenas e médias, que hoje responde por 30% dos pedidos, aumente para 45% até 2010. 
A SAP já havia lançado um produto específico para o segmento, o Business One, mas há dois dias detalhou sua nova aposta nesse mercado. É o A1S, que será vendido no modelo sob demanda. 
Os clientes poderão adquirir o produto de três maneiras diferentes. No primeiro e mais tradicional, ele compra o software e o instala em sua própria rede. As novidades são as demais modalidades. Numa delas, a SAP vai “hospedar” as aplicações do cliente em seus próprios computadores. Na outra, o cliente fica com o software instalado em casa, mas passará a contar com um equipamento pelo qual a SAP fará eventuais correções e atualizações, tudo à distância. 
A nova abordagem será colocada em prática nos Estados Unidos até o fim do ano e só deverá chegar à América Latina em 2008. Nesta semana, porém, o anúncio provocou fortes reações no mercado acionário. Na quarta-feira, a SAP anunciou que vai gastar cerca de 400 milhões de euros(US$ 520 milhões) nos próximos dois anos para colocar o AS1 em prática e alertou que isso poderá reduzir em 1,3 ponto percentual suas margens de lucro neste ano. O mercado reagiu mal à notícia e ações da companhia fecharam a 36 euros, com baixa de 6,37%. 
A SAP encerrou o ano de 2006 com receita de 9,4 bilhões de euros e lucro líquido de 1,8 bilhão de euros, o que representa, respectivamente, um aumento de 10% e de 25% em relação ao ano anterior. A empresa está no centro de uma disputa acirrada pelo mercado de software empresarial (ERP, na sigla em inglês). Sua principal oponente no segmento de grandes clientes é a americana Oracle, que também está fazendo um esforço para atingir as pequenas e médias. Nesse filão, ambas enfrentam a Microsoft. 
No Brasil, a concorrência é ainda mais dura por causa da existência de companhias locais - a Totvs e a Datasul -, que já tem forte presença no segmento de pequenas e médias. “No continente, essa é uma situação que só conheço nos EUA”, diz Duarte. A presença de competidores locais fortes, porém, não é um desestímulo, afirma o executivo. “Ao contrário, isso só mostra que existe mercado e faz sentido investir. Estamos acostumamos a jogar com rivais fortes.” 

Fonte: Valor Online

Futiro

 A irlandesa Futiro apresenta o trio de telefones VoIP via Skype que se conectam a USB do seu computador para fazer as chamadas.

Com belíssimo design o Futiro Luna ( US$ 85 ) é o topo de linha e tem grandes vantagem em relação aos outros, como teclado completo e teclas Skype. O Futiro Terra ( US$ 65 ) tem apenas as 4 teclas Skype, o mesmo número do Futiro Solo ( US$ 75 ) que é um pequeno telefone de viagem para ser conectado ao Notebook. Todos podem ser comprados direto do site da Futiro .

Via Engadget.

vista.jpg

O Windows Vista para o consumidor final deve começar
a ser vendido no final de janeiro (30/01), segundo algumas
redes como Carrefour, Saraiva, Fnac, etc. O lançamento será mundial.

Resta saber em que hardware este sistema será instalado. Boa
parte do parque instalado no Brasil não suporta ou não é
adequado ao uso do Vista em toda a sua potencialidade, com o aero.
Para isso estima-se que 1 Gb de RAM e uma boa placa 3D devam ser
suficientes. Para muitos consumidores a decisão de usar o Vista
envolve também a compra de um novo PC.

Usei o Vista RC1 e 2 em um Athlon 64 3500+, com 2 Gb RAM e placa
de vídeo GeForce 7800 GS com bons resultados.

 Fonte: www.gaeta.eti.br